<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832</id><updated>2012-02-13T03:28:03.811-08:00</updated><title type='text'>CINE PÓS-FORREST</title><subtitle type='html'>Blog de discussões sobre Cinema e tudo o que compõe sua atmosfera, como atores, diretores...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>110</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-2210215947719812852</id><published>2012-02-13T03:25:00.000-08:00</published><updated>2012-02-13T03:28:03.818-08:00</updated><title type='text'>O Artista (2011)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The Artist, 2011. Dirigido por Michel Hazanavicius. Com Jean Dujardin, Berenice Bejo, James Cronwell, John Goodman, Malcolm McDoweel.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Cotação: ☻☻☻☻☻&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pensar em um filme preto e branco nos dias atuais é no mínimo um exercício de coragem, já que o 3D é uma realidade que avança a passos largos para o domínio da indústria cinematográfica. Agora, além de bicolor, o longa ser mudo como nos primórdios do cinema, aí é uma ousadia fora do comum. Para conseguir triunfar sob essas condições, só mesmo mostrando um conhecimento muito grande a respeito da sétima arte. E foi estudando seus primeiros passos é que o francês Michel Hazanavicius escreveu e dirigiu O Artista, uma aula de cinema formidável, metalingüístico e exuberante, que prova que há espaço para a arte na era digital.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muitos até dizem, erroneamente, que o filme é uma versão às avessas de &lt;strong&gt;Cantando na Chuva&lt;/strong&gt;, extraordinário musical de Gene Kelly, que mostrava o “estrago” que o som causou quando chegou às telonas. Entretanto, o tom irônico e rítmico em que o tema foi tratado, contrasta com o drama melancólico, apesar de sutil, que conduz a produção franco-americana. E, ao contrário dos personagens do longa de 1952, o protagonista não é refém da mudança, e sim um resistente, já que nem tenta se adaptar à nova era.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A construção do roteiro apresenta uma articulação cinematográfica de vanguarda inteligente, especialmente quando monta as imagens de maneira metafóricas, assim como Serguei Einsestein o fizera na revolução do cinema russo da década de 20. E isso se fez muito importante para que a mensagem tivesse efeito sob o publico. Novamente mostrou conhecimento imprescindível ao mostrar a efervescência de Hollywoood, as orquestras que sonorizavam as salas de cinema e, claro, todo o glamour que cercava as estrelas dos grandes estúdios.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para construir seus protagonistas, Hazanavicius criou verossimilhanças como mitos da época. O seu George Valentin é inspirado no primeiro grande astro do cinema, Rodolfo Valentino. Já Peppy Miller pode ser uma mistura da musa do mudo Clarence Badger, com deusas da era do som como Joan Crowford e Claudette Colbert (essa pelo lado cômico de filmes como &lt;strong&gt;Aconteceu Naquela Noite&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os atores do filme mostram uma personalidade e talento incrível para conduzir seus personagens, já que teriam de construir uma linha tênue entre a simulação e a interpretação. Berenice Bejo se mostra versátil para viver as duas versões de Miller, mas mantendo o carisma e a sensibilidade. Porém o filme é de Jean Dujardin, o francês é gigante em cena. É brilhante como o exagerado e galanteador no auge carreira, e mais ainda como o melancólico decadente, que sente na pele o ostracismo de sua era. Para completar, os números de sapateado com sua parceira de cena, tornam sua interpretação uma das mais completas que o cinema já viu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma obra completa e nostálgica, um estudo meticuloso da arte cinematográfica e mostra que há muito que se explorar das técnicas atuais, além de seu potencial para pirotecnias. Será apreciado por poucos, mas cultuados por quem sonha em um dia ver nas telas uma presença maior do cinema artístico. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-2210215947719812852?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/2210215947719812852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/o-artista-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2210215947719812852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2210215947719812852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/o-artista-2011.html' title='O Artista (2011)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1140163564061518484</id><published>2012-02-10T02:39:00.000-08:00</published><updated>2012-02-10T10:30:47.778-08:00</updated><title type='text'>O Oscar e suas surpresas</title><content type='html'>Em toda época de premiação há sempre uma poderosa sinopse de especulações e incertezas. Nem mesmo os favoritos escapam a um olhar crítico de todos que respiram esta época. Nenhum vencedor ou ganhador escapa das polêmicas alçadas pelos cinéfilos de todo o mundo. Em resumo, acompanhar a premiação mais glamorosa do universo artístico tem como regra principal gerar a velha e boa controvérsia, que alimenta a paixão. No decorrer de toda a história do Oscar, houve muitas surpresas. Ora agradáveis, ora nem tanto. Favoritos sucumbiram de forma até certo ponto perplexa a produções e interpretações mais inferiores. Estas foram às chamadas surpresas desagradáveis.&lt;br /&gt;Assim sendo, selecionamos 10 entre os inúmeros casos que marcaram “surpreendentemente” a história do Oscar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – CIDADÃO... QUEM?!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um dos primeiros grandes golpes sofrido pelos apostadores de plantão diz respeito à escolha de melhor filme de 1941 para o lagrimejante Como era verde o meu vale de John Ford. E a surpreendente vitória teve uma relevância ampliada por conta de na lista de seus concorrentes constar aquele que é considerado por muitos como o melhor filme de todos os tempos. Aos olhos da Academia, nem mesmo toda a pompa, repercussão e glória de Cidadão Kane de Orson Welles foram suficientes para levar a estatueta dourada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 – QUANDO DOIS E DOIS NÃO SÃO QUATRO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um filme espetacular com duas das maiores personagens e interpretações da história. Barbada, certo? Não. Errado. Pois não é que arrancaram o Oscar de 1950 das quatro mãos de Bette Davis e Anne Baxter de A Malvada e entregaram a Judy Holliday por Nascida ontem? De dez, onze especialistas não explicam esta escolha. Algumas teorias são até plausíveis como a divisão consequente dos votos de Bette e Anne. Mas o que alimenta o sentimento de desolação é saber que a vencedora nem ao menos teve uma interpretação convincente em seu filme para tal feito. Como coloca a revista SET enfaticamente ao fazer uma análise do filme: “como é fraca a interpretação de Holliday!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 – NOCAUTE NOS FAVORITOS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das maiores proezas (talvez a única) de Silvester Stallone no cinema, foi idealizar Rocky, um lutador, vencedor de 1976. O roteiro, escrito pelo próprio em apenas três dias, desbancou filmes poderosos como Todos os homens do presidente, o excelente frenesi de Taxi driver e o intrigante Rede de intrigas que premiou Peter Finch e Fae Dunaway. Certamente esta foi uma das maiores supressas da história. Um nocaute nas apostas, uma vez que embora o filme seja Cult e tenha um protagonista extremamente popular, não passa de um bom entretenimento de sessão da tarde. Ou seja, um filme bem “feitinho”, mas sem grandes alardes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4&lt;strong&gt; – FUGINDO DAS MÃOS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1993 foi um ótimo ano para o Oscar. Grandes filmes como O Piano de Jane Champion e A lista de Schindler de Steven Spielberg. Grandes interpretações como dos vencedores Holly Hunter (O piano) e Tom Hanks (Filadélfia). No entanto, o ano não foi marcado somente pelas obras-primas. Obra-prima mesmo quem protagonizou foi a Academia ao premiar a fraca interpretação de Tommy Lee Jones como melhor ator coadjuvante por O fugitivo. O mesmo personagem que tem interpretado exaustivamente em toda sua carreira. Um policial durão que persegue bandidos com alto teor de sarcasmo e virilidade insossa. Nenhuma surpresa. A surpresa ficou mesmo por conta de sua vitória sobre interpretações inesquecíveis como do maravilhoso Ralph Fiennes em A Lista de Schindler e do talentosíssimo (só a Academia não vê) Leo Di Caprio em Gilbert Grape.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 – ATRIZ DE UM FILME SÓ&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A atriz Gwyneth Paltrow ficou conhecida inicialmente do grande público por intermédio de seu romance com o galã Brad Pitt. Depois passou a estrelar produções menores até que teve sua grande oportunidade em Shakespeare apaixonado, o grande vencedor de 1998. Num papel de uma mulher a frente de seu tempo a atriz chega até convencer em certos momentos, especialmente quando se transveste de homem e talvez merecesse mesmo uma indicação. Mas nada que venha a superar o desempenho magistral de concorrentes de peso como a nossa Fernanda Montenegro em Central do Brasil e da talentosíssima Cate Blanchet, vivendo simplesmente a Rainha Elizabeth no filme homônimo. Sua vitória é contestada por muitos até hoje, tanto que sua carreira se estagnou e ela caiu no esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6 – WEISZ E SWINTON: ESTRAGA FESTAS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Premiadas com a estatueta de melhores coadjuvantes pode-se dizer que Rachel Weisz e Tilda Swinton arrancaram da cartola suas respectivas vitórias e derrubaram muitos palpites. Ambas se tornaram uma pedra no sapato de muita gente. Em 2005, Weisz foi premiada por dar vida a uma jovem ativista pelos direitos humanos na África. No entanto a força de sua personagem não a impede de quase chegar a fazer uma figuração em O jardineiro fiel de Fernando Meirelles. Mesmo assim superou atuações como de Frances McDormand como uma líder sindical com limitações físicas em Terra fria e de Michelle Wilhams como a esposa devotada de Heath Leadger em O segredo de Brockeback mountain. Já Swinton foi mais ousada ao superar a irretocável e aplaudidíssima interpretação de Cate Blanchet como Bob Dylan em Não estou lá e da segura Saiorse Ronan de Desejo e reparação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7 – OS BRUTOS TAMBÉM AMAM, MAS NÃO LEVAM&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um dos filmes mais cultuados dos últimos tempos, O segredo de Brockeback Mountain ganhou todas as disputas que antecederam ao Oscar. Não somente na categoria de Melhor filme, mas pela popularidade da crítica e do público que aplaudiram de pé uma história fantástica de amor entre dois jovens cowboys. Pelo excelente roteiro, performances extraordinárias e a direção do visionário Ang Lee, ganhar o Oscar de Melhor filme seria uma mera formalidade se não fosse o tenso Crash. O filme de Paul Haggis funcionou como uma colcha de retalhos tecida por um excelente roteiro e o latente apelo das cinzas do 11 de Setembro. Assim conseguiu o que poucos acreditavam. Tirar a vitória quase certa de uma das últimas obras-primas do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8 – QUEM QUER SER UM ALIENADO?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De todos os vencedores na categoria de Melhor filme não houve quem se comparasse ao péssimo Quem quer ser um milionário? A escolha do filminho de Danny Bole como vencedor de 2008 é uma das mais desagradáveis surpresas da corrida do Oscar. Nem é preciso que se listem aqui seus concorrentes, pois qualquer um que tenha um mínimo de atrativo considerável o teria vencido. Não se sabe ao certo a razão da Academia ter prestigiado com tanta veemência um thriller com um roteiro bobo, sem pé nem cabeça, e com cenas até certo ponto desconfortáveis aos olhos. Mera falta de sensibilidade ou apenas um lobby poderosíssimo? No mundo em que vivemos hoje, é difícil engolir uma história de um João Ninguém que se torna milionário participando honestamente de um programa de perguntas e respostas da TV. E que estas respostas simplesmente emerjam de forma casual a ele. Este equívoco nos levou a acreditar na velha e boa historinha pra boi dormir. Aqui ou lá na Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9 – O PODER DA MISS SIMPATIA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Querida pelos profissionais de Imprensa, do público e dos colegas de trabalho por sua notória simpatia, Sandra Bullock é uma estrela respeitada. E quando concorreu ao Oscar pela primeira vez em 2009 num papel dramático, muitos se deixaram influenciar pelo seu carisma. Esta é a única explicação para o fato de a Miss simpatia ter superado atuações mais surpreendentes como da novata Carey Mulligan em Educação e da chorosa Gabourney Sidibe em Preciosa. Ambas tinham personagens muito mais fortes e consequentemente interpretações muito mais bem trabalhadas e convincentes do que a de Sandra, que não fez nada demais em Um sonho possível, mesmo vivendo uma milionária que ajuda um rapaz negro a se integrar na sociedade. E ainda tivemos neste ano a atuação insuperável de Emily Blunt como A jovem Rainha Vitória. Uma interpretação tão incrível quanto o fato dela nem sequer ter sido indicada ao prêmio. Nunca subestimem o poder da força da simpatia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 - OS ANOS EM QUE DOIS GIGANTES PASSARAM EM BRANCO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem conhece um pouco de cinema sabe quem e o que representa Steven Spielberg e Martin Scorsese para o mesmo. A magnitude dos dois diretores transcende qualquer tipo de premiação. Por isso foi tão surpreendente os anos em que ambos não conseguiram nenhum Oscar sequer em suas produções. Em 1985 Spielberg fez o drama rico de A Cor púrpura concorrer a exatamente 11 estatuetas. Entretanto, nem mesmo com todo o prestígio do diretor, o filme não lhe rendeu nenhuma estatueta sequer. Dezessete anos depois, foi a vez de Scorsese ficar a ver navios. Seu épico Gangues de Nova Iorque concorreu a 10 Oscar e nem mesmo o fato de ter sido eleito o Melhor filme do ano pela revista Rolling Stone não lhe trouxe nenhuma premiação. Mais que uma surpresa, foi uma pena que esses dois grandes filmes tenham passado em branco na história do Oscar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1140163564061518484?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1140163564061518484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/e-o-oscar-nao-foi-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1140163564061518484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1140163564061518484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/e-o-oscar-nao-foi-para.html' title='O Oscar e suas surpresas'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6288182740372814280</id><published>2012-02-08T04:34:00.000-08:00</published><updated>2012-02-08T04:36:36.698-08:00</updated><title type='text'>O Homem que Mudou o Jogo (2011)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Moneyball, 2011. Dirigido por Bennet Miller. Com Brad Pitt, Johnah Hill, Philip Seymour Hoffman.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Cotação: ☻☻☻&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando Hollywood resolve fazer um filme temático sobre um dos esportes mais amados do país, o baseball, é sucesso garantido. Mas quando a história relacionada ao esporte tem um mote realista, cru, fica ainda mais formidável. A história de como Billy Beane e seu assistente Peter Brand mudou o jogo nos Estados Unidos é um alento para pessoas que se acham incapazes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme de Bennet Miller, adaptado do livro Baseball e Finanças de Michael Lewis por Steve Zaillian, mostra uma face do jogo das quais muitas pessoas não conhecem (principalmente aqui no Brasil) onde o movimento de bastidores, compra, venda e troca de jogadores são uma mesa de xadrez. Ao contrário de outros longas que tem o mesmo tema, &lt;strong&gt;O Homem que Mudou o Jogo&lt;/strong&gt; é frio e calculista, real ao extremo. Contrastando com os sucessos de público e crítica &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Um Homem Fora de Série (1984)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Campo dos Sonhos (1988),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; onde imperam a fábula e a superação antes diversidades impostas. Boas histórias, porém com teor romantizado e melodramático em demasia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O triunfo da produção se dá na lição em que o Moneyball criado por Beane e Brand nos passa. A fórmula baseada em números e estatísticas encontra e extrai o melhor de cada um dos jogadores que encontravam. Passa a idéia de que todo mundo é bom, desde que se aproveitar o que tem de mais precioso. Um belo exemplo de inclusão, que na maioria das vezes não acontece nos esportes em geral, já que só os perfeitos são dão bem e se destacam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Brad Pitt muda o jogo e sua carreira. A cada filme em que sua imagem se distancia de um Adônis e se sobressai o seu subestimado talento, consegue provar que os anos que passou subjugado sob sua beleza, agora merece o respeito que Tyler Durden (&lt;strong&gt;O Clube da Luta&lt;/strong&gt;) e Tristan Ludlow (&lt;strong&gt;Lendas da Paixão&lt;/strong&gt;) não receberam. O cômico Johnah Hill provou que tem condições de fazer outra coisa que não seja as descerebradas comédias hollywoodianas. Por fim um filme que mudou não só o jogo, mas também a carreira de ambos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6288182740372814280?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6288182740372814280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/o-homem-que-mudou-o-jogo-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6288182740372814280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6288182740372814280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/o-homem-que-mudou-o-jogo-2011.html' title='O Homem que Mudou o Jogo (2011)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6624808074302063173</id><published>2012-02-06T04:35:00.000-08:00</published><updated>2012-02-06T04:37:38.721-08:00</updated><title type='text'>Missão madrinha de casamento, 2011</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Bridemaids, 2011. Dirigido por Paul Feig. Com Kristen Wiig, Melissa McCarthy e Rose Byrne&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Cotação:&lt;/strong&gt; ☻☻☻&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Não é daquele tipo de comédia que faz piadas sobre o ciclo menstrual das mulheres e coisas assim. É sobre a vida real e aborda certos temas com que os homens também devem se identificar”&lt;/em&gt;, assim a atriz Kristen Wiig resume Missão madrinha de casamento, um dos grandes sucessos na corrida do Oscar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rascunho foi bem rápido. O texto escrito em apenas em uma semana. Mas um “puxão de orelhas” dos produtores, a fez repensar numa maneira de arrancar gargalhadas do público do cinema da mesma maneira que faz com o público da TV nas noites de Saturday Night Live. Isso foi há quatro anos, e só agora a atriz e roteirista Kristen Wiig pôde comemorar o sucesso de sua criação. Em parceria com a amiga Annie Mumolo (que faz uma rápida aparição no filme) nasceu Missão madrinha de casamento, uma comédia de fortes atrativos sob uma interessante ótica feminina da arte de fazer rir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos afirmam ser uma versão feminina de Se beber não case. Um grupo de amigas que se preparam para o casamento de uma delas. Neste tempo, se criam muitas situações inusitadas. Não sei se foi realmente esta a intenção de Kristen, mas certamente foi esta a impressão deixada por esta comédia alternativa, em que vemos mulheres se valendo de um humor não muito convencional a seu mundo. As piadas ingênuas e quase politicamente corretas deram lugar a um humor mais verossímil em sua forma oral e visual. Situações que deixariam as mulheres de Sex and City em total constrangimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kristen vive a protagonista do filme Annie Walker. Uma mulher que é a personificação perfeita do fracasso em todos os campos. Sentimental e profissional. Annie quase chega a enlouquecer depois que sua melhor amiga Lilian (Maya Rudolph) anuncia que irá se casar. A novidade gera uma confusão de sentimentos, onde ela não sabe até que ponto se sente feliz pela amiga. Daí se cria várias situações esquecíveis nos episódios de ritos de passagem para a noiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como melhor amiga de Lilian, Annie logo toma as rédeas dos preparativos. Porém como se trata do fracasso personificado não é difícil deduzir que tudo que toca tem o efeito contrário de Midas. Um almoço catastrófico num restaurante brasileiro e uma trágica parada numa loja para experimentar os vestidos contam o que significou a participação de Annie nos preparativos do casamento. Diante de tanta confusão, o golpe de misericórdia é quando percebe que a noiva inevitavelmente se aproxima da fútil Helen (Rose Byrne). Uma mulher jovem, bonita, rica, bem popular e talentosa o bastante para se tornar uma adversária potencialmente forte representando tudo que ela gostaria de ser. Não demora muito e Rose assume seu papel nos preparativos bem como na vida de Lilian. Pronto. Se o fundo do poço existe, ela chegou nele. Sua atitude intempestiva no chá de panela quase coloca tudo a perder e ela pensa que jamais sairá do buraco em que atirou sua autoestima. Até que surge uma mais nova amiga, a gordinha Megan (Melissa McCarthy). A personagem é a mais “humana” do grupo. De um humor e franqueza notadamente assustadores, logo se identifica com o sofrimento de Annie e passa a ela toda sua experiência perante a situação. A química entre as atrizes faz da cena uma das melhores do ano, rendendo a Melissa uma merecida indicação ao Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provocativa, irreverente e extremamente realista. Assim Missão madrinha de casamento nos aponta uma direção diferente e bem interessante de arrancar gargalhadas. Assim Kristen Wiig cumpriu sua tarefa evocada de quatro anos atrás. Assim fez de sua comédia algo que nos faz vibrar com o potencial ilimitado da criatividade humana em se fazer algo de bom gosto quando se quer. Assim se prova que quando se trata de humor, as mulheres podem sim criar algo tão divertido quanto os homens com tudo que possa vir junto no processo. Os mesmos erros e os mesmos acertos. Podem sim colocá-los no centro das rodas de piadas de conotação sexual. Podem sim, rir e fazer pouco de suas limitações sentimentais. Podem sim se regozijar com o sucesso merecido. Afinal, para elas, missão dada é missão cumprida. Não importa o tempo que leve. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6624808074302063173?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6624808074302063173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/missao-madrinha-de-casamento-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6624808074302063173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6624808074302063173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/missao-madrinha-de-casamento-2011.html' title='Missão madrinha de casamento, 2011'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-620538043821973432</id><published>2012-02-03T04:56:00.000-08:00</published><updated>2012-02-03T04:57:47.905-08:00</updated><title type='text'>O Espião que Sabia Demais (2011)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tinker, Tailor, Soldier, Spy, 2011. Dirigido por Tomas Alfredson. Com Gary Oldman, Colin Firth, John Hurt, Tom Hardy, Toby Jones, Bennedict Cumberbatch.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cotação: ☻☻☻☻&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala em espionagem sempre vem à cabeça da maioria das pessoas o nome de James Bond. O personagem ficou imortalizado na história do cinema pelos seus inúmeros filmes, em que desfilava charme e se envolvia com lindas mulheres. Depois dele, nomes como Ethan Hunt (Missão Impossível) e Jason Bourne (Trilogia Bourne) ganharam também fama seguindo os mesmo passos do agente 007. Porém, nenhum deles carrega uma das principais características de um espião de verdade, que é a capacidade de ser invisível e agir no silêncio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nessa linha é que O Espião que Sabia Demais, adaptado da obra de John Le Carré, se torna um filme genial nas mãos de Tomas Alfredson. As poucas palavras do roteiro previlegia o ponto de vista do agente George Smiley, e permite ao espectador também montar o quebra-cabeça sem ser interrompido por explosões escalafobéticas ou cenas de sexo tórridas e que nada acrescentam à trama. Tudo é conduzido pela competente trilha sonora de Alberto Iglesias, e o tom ansiolítico surge devido à qualidade da fotografia de Hoyte Von Hoytema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alfredson opta por deixar todo o filme em ordem não linear, usando por vezes o flashback para dar sentido a algumas situações que envolvem os personagens. Apesar disso, o rumo é um só, e todas as tramas em paralelo conduzem a apenas um fim, que pode até não ser surpreendente, mas o modo chega nele é formidável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gary Oldman personifica o Smiley de Le Carré sem modismo ou trejeitos. Cria um anti-007 de poucas palavras e ações premeditadas e estudadas. Procura pelo traidor no alto comando do Circus sem exageros ou situações limite. Coloca em evidência a capacidade de unir fatos, descobrir falhas sem utilizar sequer uma bala, só mesmo na base da inteligência, como deve ser um verdadeiro agente secreto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um genuíno suspense de espionagem conduzido com zelo por um novato que parece ter captado o teor do brilhantismo de Le Carré. Com certeza seu agente não irá desbancar os pops de obras mais pipoca, vai ficar apenas na surdina, como tem que ser um espião de verdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-620538043821973432?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/620538043821973432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/o-espiao-que-sabia-demais-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/620538043821973432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/620538043821973432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/o-espiao-que-sabia-demais-2011.html' title='O Espião que Sabia Demais (2011)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7223284266571796957</id><published>2012-02-01T05:09:00.000-08:00</published><updated>2012-02-01T05:16:28.271-08:00</updated><title type='text'>DEZ FILMES PARA DIVERTIR</title><content type='html'>A comédia é um gênero do cinema que mais se direciona ao coração das grandes massas. Ela abrange em geral qualquer um que se aventure pelo mundo da sétima arte. Não é preciso que se entenda esmiuçadamente de cinema se seu principal objetivo é um bom entretenimento. Romance, ação, aventura, animação. O gênero propõe todo tipo de estilo. Por esta razão, as comédias estão sempre ao alcance deste público. E que público grande! Uma boa comédia, uma comédia regular ou até mesmo uma nem tão boa e regular assim, é o suficiente para atrair pessoas que queiram de despedir de mágoas e problemas do dia a dia e se animar perante os mesmos. Aqui preparamos uma lista com dez filmes indispensáveis nesta jornada particular que vai de encontro a uma boa diversão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEMPOS MODERNOS (&lt;em&gt;Moderns times, 1936&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Aqui sua mímica transforma o impossível em possível, o inacreditável em matéria.”&lt;br /&gt;SET&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um filme genial de um gênio. Certamente esta é a frase que mais se atribuiu a quase todos os filmes do inimitável Charles Chaplin. Rei da comédia do cinema mudo, ele criou mais que um personagem inesquecível. Criou uma personificação perfeita do clamor quando todos não ouvem sua voz. Em Tempos modernos, ele retoma seu Carlitos como um operário de uma fábrica diante do impiedoso avanço tecnológico, onde as máquinas superam os limites humanos. Assim, seu operário sofre com um inevitável stress, surta e vai parar numa clínica de recuperação. Quando sai, descobre que a fábrica fechou e que seu destino agora está nas mãos da tecnologia. Homem a frente de seu tempo, o intérprete do vagabundo mais amado do cinema, fez desse clássico mais que uma comédia. Pouco mais de 80 minutos serviram como um forte apelo social à desvalorização do ser humano frente aos elementos cibernéticos. Algo que se tornou um fato verossímil dentro da sociedade nos dias atuais. Embora a questão social seja um elemento fortemente presente nesta obra-prima, é possível também se divertir em meio a cenas hilariantes. Imagine quantas possibilidades ver um homem contracenando com uma máquina! São os tempos de Chaplin. Modernos até os dias atuais quando o assunto é fazer humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade:&lt;/strong&gt; A atriz Paulette Goddard, sua parceira de cena no filme, tornou-se a terceira esposa de Chaplin depois de se conhecerem nas gravações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra rolar de rir:&lt;/strong&gt; a sequência em que o operário Carlitos serve de cobaia para mais uma invenção. Uma máquina que lhe dá comida na boca sem o uso das mãos. Atado, tudo transcorria bem até que a máquina entra em curto, e arma a maior confusão com ele. Numa delas, ela o obriga a comer duas porcas grandes de metal. Uma cena para ser vista e revista em todos os tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UMA BABÁ QUASE PERFEITA (&lt;em&gt;Miss Doubtfire, 1993&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Robin Wilhams está incrível! Verdadeiro trabalho de gênio. O filme é de rolar de rir.”&lt;br /&gt;Good Morning America&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Atores que se transvestem de mulher para criar um personagem há tempos deixou de ser algo inédito no cinema. Jack Lemon (Quanto mais quente melhor) e Dustin Hoffman (Tootsie, 1982) são alguns dos bons exemplos. Ambos tiveram atuações irretocáveis em seus trabalhos. Em 1993 Robin Wilhams entrou para esta seleta lista vivendo uma governanta rígida em Uma babá quase perfeita. A comédia dirigida por Cris Columbus se tornou um dos grandes fenômenos de bilheteria daquele ano, cuja única falha foi não ter dado uma justa nomeação ao Oscar para o ator. Uma comédia voltada inteiramente para a família por transitar entre o drama e a comédia das relações familiares. Sally Field empresta seu talento como a ex-mulher de Wilhams, que vive um pai divorciado que para se aproximar de seus filhos muda de identidade e vai trabalhar em sua casa. Graças a um excelente trabalho de maquilagem, inclusive indicado ao Oscar, ele se torna Efigênia Doubtfire, uma senhora pra lá de descolada e que rapidamente vira o esteio do lar e um dos membros mais queridos e indispensáveis do convívio familiar. A farsa rende diálogos e momentos memoráveis dentro do filme, levando o público às lágrimas de tanto rir. A química entre os atores é de uma veracidade assombrosa e a interpretação de Wilhams transcende o figurino. Estas com certeza são as principais razões desta comédia estar entre as mais perfeitas de todos os tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade&lt;/strong&gt;: amigos de longa data, Robin convidou pessoalmente a atriz Sally Field para integrar o elenco do filme. O “sim” da renomada atriz ajudou a fazer da comédia algo imperdível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra rolar de rir:&lt;/strong&gt; a sequência no restaurante quando Daniel (Wilhams) tende a se virar em dois literalmente após marcar uma importante entrevista de trabalho ao mesmo tempo em que a ex-mulher comemora o aniversário. Detalhe: tudo no mesmo ambiente. Entrando e saindo embriagado do banheiro feminino, o ator comprova porque está entre os grandes nomes do cinema. Perfeito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A PARTILHA, 1998&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“A convivência com Glória, Andréa, Lília e Paloma foi um dos melhores momentos profissionais da minha vida. Vi quatro mulheres diferentes tornando-se irmãs.”&lt;br /&gt;Daniel Fillho&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ícone do cinema brasileiro, o diretor Daniel Filho teve a missão de adaptar para o cinema este sucesso teatral do multimídia Miguel Falabella. A partilha é uma comédia familiar que não demorou muito parar nas telas pelas mãos do diretor do aclamado Se eu fosse você. Na história, quatro irmãs se reúnem depois de anos para o enterro da mãe. De vidas e personalidades totalmente distintas, elas tentam chegar a um acordo na divisão de bens deixados pela matriarca. À medida que se arrasta uma provável solução benéfica para todas as partes, as irmãs vão quebrando a indiferença de anos com as lembranças trazendo a tona sentimentos dantes adormecidos. Estas variáveis poderiam levar o filme pelo caminho do drama, porém, a natureza sarcástica das personagens cria uma história engraçada conduzida por atrizes de talento notável, tiradas maduras e eloquentes. Embora o filme tenha ar novelesco, comum nas produções globais, com um o elenco fantástico em mãos, Daniel aprimora com êxito a peça de Falabella. A extraordinária Glória Pires conta com a renomada Lília Cabral; a versátil Andréa Beltrão e a talentosa Paloma Duarte para fazer desta comédia algo que vale a pena acompanhar diante das bobagens que emergem atualmente no cenário nacional. Um bom entretenimento para partilhar com pessoas queridas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade:&lt;/strong&gt; A inspiração de Falabella veio de uma tentativa de comprar um apartamento onde presenciou uma discussão entre duas irmãs pelo imóvel. “Constrangido me retirei, pois tinha ido comprar um imóvel e achei que não devia ficar ali. Saí com isso na cabeça.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra se divertir:&lt;/strong&gt; a dança na praia das quatro irmãs. Ao som de Dancin Days oriundo de um aeroplano, elas extravasam toda sua alegria de viver naquele cenário paradisíaco. “Dance bem, dance mal, dance sem parar. Dance até sem saber dançar.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O DIÁRIO DE BRIGDET JONES (&lt;em&gt;Bridget Jones’ diary, 2001&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Reneé Zellweger e sua Bridget Jones entraram para a história de forma memorável.”&lt;br /&gt;Flávia Cristina, fã incondicional de boas comédias e personagens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Ser uma mulher fora dos padrões exigidos pela sociedade alimenta a baixa estima de qualquer uma. Ainda mais quando chega aquela época do ano em que se fazem as famosas resoluções capitais para sua vida futura. Assim começa O diário de Bridget Jones, uma deliciosa comédia que mostra a força do poder se sobrepondo sobre o ser. Bridget Jones (Reneé Zellweger) é uma moça londrina na casa dos 30 anos, que procura insistentemente pelo par perfeito. Contudo, como não está na lista das grandes beldades em seu meio social, seu desejo se tornava uma coisa inatingível. Até que um dia seu chefe bonitão Daniel Cleaver (Hugh Grant), resolve olhar com mais “carinho” para sua minissaia. De inocentes trocas de e-mails, eles começam uma relação cheia de equívocos. Enquanto a moça sonhava em subir ao altar, o bonitão só queria mesmo curtir sua solteirice. Desiludida, Bridget encontra consolo nos braços do vizinho de infância, o advogado todo certinho Mark Darcy (Colin Firth). Antes de se mostrarem perdidamente apaixonados um pelo outro, trocar insultos nas muitas gafes de Bridget, era o que regia a relação dos pombinhos. O texto eminentemente britânico, o roteiro assinalado pela mesma autora do livro (Helen Fielding) seria suficiente para o êxito desta obra. Mas vale muito ressaltar a brilhante atuação indicada ao Oscar de Zellweger. A atriz não descarta suas caras e bocas, exigidas pela composição de sua personagem aliada a uma meiguice um tanto ingênua e uma força interior que surpreende com muito, muito humor. Tópicos que marcam a história de Bridget como a própria história de Zellweger no cinema. Uma personagem crua desmistificando o padrão da princesa de contos de fadas nesta comédia adulta que transita impecavelmente entre o humor e o romance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade&lt;/strong&gt;: Zellweger teve de engordar mais de 13 Kg para compor sua Bridget Jones. O resultado de tanto sacrifício foi uma justa nomeação ao Oscar bem como a ascensão de sua carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra rolar de rir:&lt;/strong&gt; a sequência em que Bridget desce pelo tubo dos bombeiros e acidentalmente mostra seu traseiro em Rede nacional. “Que maravilha! Sou motivo de gozação nacional! Tenho uma bunda do tamanho do Brasil!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEGALMENTE LOIRA (&lt;em&gt;Legally blonde, 2001&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Um verdadeiro furacão!”&lt;br /&gt;Universal Channel&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórias de mulheres que sofrem preconceito e tendem a lutar contra todas as adversidades na maioria das vezes foram bem retratadas em Hollywood. Negras, lésbicas, judias, ou simplesmente pelo fato de serem mulheres, rendem bons momentos e bilheterias todos os anos nos cinemas de todo mundo. É um bom atenuante para se contar uma história dramática. Mas quando resolvemos rir um pouco de todo este absurdo, nascem comédias inesquecíveis como Legalmente loira protagonizada pela estrela Reese Winsterpoom. Aqui a loira interpreta Elle Woods, uma patricinha de Beverlly Hills (ave Silverstone!) que sonha em se casar com o melhor partido da cidade. No entanto, seus sonhos viram pó quando este resolve noivar com uma mulher mais “séria”, pois pretende estudar direito em Harvard. “Então está terminando comigo porque eu sou loira?!” indaga perplexa. Isso mesmo, afinal, ser loira é sinônimo de falta de inteligência. Contudo, o que ele e os outros não imaginavam era que a “Marilyn” pudesse contradizer este dito popular e alcançar primeiro o que ele não conseguiu. O respeito de todos. Com muita obstinação, ela decide entrar na Universidade e seu êxito a faz mudar de endereço. E claro, seu estilo de ser rouba todos os holofotes no Campus. Aos poucos ela coleciona elogios, consegue uma vaga de estagiária, ganha um importante caso e se forma com honras na mesma faculdade de seu ex. Ao bater o martelo contra o preconceito, provou seu valor como mulher independente da tintura de seu cabelo. O carisma, a bela interpretação de Winsterpoom bem como a velha e boa rivalidade entre mulheres, aqui representada por Selma Blair, sua colega em Segundas Intenções, garantem boas risadas neste filme pra lá de legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade&lt;/strong&gt;: a primeira vez que vi este filme, exclamei: “Esta garota nunca vai ganhar um Oscar!” Não que não tivesse gostado de sua interpretação, pelo contrário, foi formidável. Não que duvidasse de seu potencial, mas se tratando de uma atriz de comédia, é quase improvável isto acontecer. Quatro anos mais tarde, felizmente “queimei” minha língua quando Winsterpoom ganhou merecidamente a famosa estatueta por Jhonny e June.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra rolar de rir&lt;/strong&gt;: a sequência da festa na Faculdade onde Elle, enganada pela malvada Vivian (Blair), aparece como coelhinha. De personalidade forte, ela não se intimidou e entrou no espírito da festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SHREK, 2001&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Verde, feio e irresistível”.&lt;br /&gt;O Globo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um príncipe encantado que se faz presente na forma do sapo. Assim fomos apresentados a um dos mais queridos personagens do cinema. Shrek, o filme, estourou nas bilheterias de todo mundo e marcou uma nova era das animações. A sinopse firmada em torno dos famosos personagens das histórias infantis em especial aos belos contos de fada se mescla com temas mais adultos, elevando para um nível maior e por assim dizer, mais maduro, as mesmas historinhas. Daí a razão do seu sucesso atingir todas as idades. O ogro Shrek (voz de Mike Myers) não possuía nada que pudesse atrair a atenção de uma princesa. Seus inexistentes atributos físicos tiveram que se submeter a seu espírito guerreiro e dignidade ímpar, características primordiais que alguns príncipes encantados talvez não tenham. Mais que fazer uma releitura destas historinhas, o filme nos leva a acreditar com muita emoção, na importância dos valores interiores. Diante disso, o ogro conquistou não só o coração da princesa Fiona (voz de Cameron Díaz), mas como também de milhões de fãs. Sua parceria com Burro, o amigo sem-noção, rendeu momentos memoráveis em sequências hilariantes e gerou mais três produções. Embora tivessem se tornado sucessos nas bilheterias e nos apresentados outros personagens inesquecíveis, como o Gato de Botas (voz de Antônio Banderas), não conseguiram causar o pungente impacto desta primeira aventura. Uma obra-prima na arte da animação e de se divertir, em que não é preciso viajar tão... tão distante assim a fim ter seu Felizes Para Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade&lt;/strong&gt;: A inspiração do produtor J.H.Wilhams veio de uma fonte bem próxima. Seu filho no Jardim de infância, mesmo não sabendo ler, amava o pequeno livro do ogro, e conseguiu absorver a essência de Shrek. “Era um personagem incrível à procura de um filme”, concluiu o produtor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra rolar de rir&lt;/strong&gt;: as peripécias do Burro são inesquecíveis, no entanto, a sequência em que desvenda a verdadeira face de Fiona supera todas! “Oh, meu Deus! Você comeu a Princesa!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GRANDE MENINA, PEQUENA MULHER (&lt;em&gt;Uptowgirls, 2003&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Britany Murphy está encantadora na melhor comédia sobre ritos de passagem de ano”&lt;br /&gt;Hot Ticket&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dakota Fanning vive uma grande menina e Britany Murphy uma pequena mulher. Desta antítese partiu o prelúdio de uma das melhores comédias já realizadas no cinema. A pequena vive Ray Schleine (Fanning), era uma garotinha hiperativa e hipocondríaca que tinha como diversão infernizar a vida de todas as babás, até a chegada de Molly Gunn (Murphy), uma patricinha que perde tudo pelas mãos de um advogado picareta. Sem grana, Molly, que só vivia para festas e torrar a polpuda herança deixada pelos pais, tende a trabalhar para sobreviver. Com a ajuda de um amigo, ela vai parar na casa de Ray. Elas só não poderiam imaginar que desta inusitada parceria nasceria uma amizade atemporal, em que ambas ajudariam uma a outra a aprender sobre o sentido da vida. Enquanto Ray aprende com Molly como tornar-se uma criança na melhor acepção da palavra, a babá cresce, tornando-se uma mulher madura e independente. Neste processo se insere diálogos engraçados de humor ácido, sequências divertidíssimas e uma química espetacular entre as personagens e atrizes. Assim, Grande menina, pequena mulher se torna um filme tocante, que fala das relações entre mulheres sob um curioso ponto de vista de uma amizade inimaginável. Uma lição que aprendemos da maneira mais legal possível, brincando. Além do mais é uma ótima oportunidade de acompanhar um belo trabalho da saudosa Britany Murphy, que tanto contribuiu com sua energia vitalizante para a comédia no cinema. Uma grande menina e mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade&lt;/strong&gt;: Mu, o porquinho de estimação de Molly, foi “interpretado” por dois porcos gêmeos. A única maneira de diferenciá-los era porque um deles tinha uma pinta cinza perto do rabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra rolar de rir:&lt;/strong&gt; as sequências de humor físico de Britany. Entre tombos e escorregões, uma batida da porta no nariz e um mergulho num rio poluído são algumas das imagens inesquecíveis que despertam ainda mais saudades de uma grande estrela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ERA DO GELO (&lt;em&gt;Ice Age, 2004&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“O esquilo Scrat arranca gargalhadas dos mais sisudos dos seres humanos.”&lt;br /&gt;Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um bando de loucos! Assim podemos definir os protagonistas da aventura mais legal da história do cinema. Quando a preguiça Sid (voz de John Leguizano) e o mamute Manny (voz de Ray Romano) encontram uma criança humana às margens de um rio dá-se início a uma jornada marcada de perigos, amizade e muita diversão em plena era glacial. Aos dois juntou-se o tigre Diego (voz de Denis Leary), que a princípio, era um inimigo em potencial, pois só buscava vingança contra os humanos e, portanto, usaria o pequerrucho para isso. No entanto, o carinho e o zelo que um tem para com o outro, muda a personalidade do tigrão. Tudo isso paralelo às tentativas do esquilo Scrat (voz de Cris Wedge) de conseguir manter sob seu domínio uma avelã. Assim, os fortes laços de amizade criados entre eles geraram outras duas aventuras, mas que com certeza não conseguiram superar este original de Carlos Saldanha. O diretor conseguiu a façanha de unir seres tão diferentes nesta fabulosa aventura. Seres que de tão bem humanizados se tornaram personagens reais gerando uma agradável identificação com o público. A Era do Gelo marca a história da animação pelo poder da amizade de um grupo, aqui chamado de bando, lutando pelo mesmo ideal. As diferenças evidentes evidenciam a importância de cada um neste gélido cenário de humor. Todos têm algo a oferecer, até mesmo o esquilo Scrat e sua escorregadia avelã. O personagem fez história com o mérito de não pronunciar uma palavra sequer e ainda assim arrancar boas gargalhadas. Prova que às vezes o gestual é mais bem-vindo que o oral. A produção impecável, o roteiro brilhante e a coesão dos personagens elevam para sempre, por eras e eras, esta comédia animada. Impossível não se derreter!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade&lt;/strong&gt;: É... é do Brasil!!! O diretor, criador e roteirista de A Era do Gelo é carioca e com o sucesso da série, Carlos Saldanha ajudou a alavancar o mercado mundial para os diretores nacionais. Depois disso, fez uma bonita homenagem à sua terra natal com a animação Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra rolar de rir:&lt;/strong&gt; a primeira sequência que nos apresenta Scrat e sua avelã quando um duto de gelo cria uma chuva de estacas que o persegue. E quando consegue se livrar desta gelada, é pisoteado por mamutes e outros animais. Bem-vindos a Era do gelo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PEQUENA MISS SUNSHINE (&lt;em&gt;Little Miss Sunshine, 2007&lt;/em&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Abigail Breslin está realmente irresistível como uma esperançosa concorrente de concursos de beleza infantis.”&lt;br /&gt;SET&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Famílias disfuncionais são a tônica no momento em Hollywood. Basta ver por The Middle e a premiada Modern Family, séries de grande audiência na TV americana. Um tema que ajuda na criação de personagens tão excêntricos quanto interessantes e que elevou a comédia Pequena Miss Sunshine a uma das melhores em todos os tempos. Hoje, pode até ser um tema bastante conhecido, mas na época de seu lançamento, o filme ganhou muitos pontos pela originalidade. Tanto que levou o Oscar por roteiro original e melhor ator coadjuvante para o veterano Alan Arkin. E ainda concorreu a outros prêmios, especialmente como o melhor filme do ano. Um avô viciado em cocaína, um tio homossexual e suicida, um irmão quase que autista, um pai narcisista e uma mãe omissa, formam a família de Olive. Abigail Breslin conquistou uma justa nomeação como a menina de beleza desproporcional que sonha em ser a Miss Sunshine. Mas logo de cara a menina percebe que não vai ser nada fácil realizar este sonho. Seus atributos físicos nem de longe lembra uma Miss e com os abaláveis problemas de sua família não ajuda em nada a vencer este desafio. Contudo, o apoio incondicional de seu avô (Arkin) e a personalidade do pai, que não admite perdedores, arrastam todos para uma aventura inesquecível atravessando o país a bordo de uma combi barulhenta. Como não poderia deixar de ser, esta aventura rendeu momentos disfuncionais que vai da comédia ao drama em cada parada. O público embarca com esta família e seus problemas, que vão se resolvendo no decorrer da viagem. O elenco afinadíssimo, que inclui Steve Carrel e Toni Colete, surte uma fantástica química e entra para a história ao contar de modo soberbo uma história divertida, comovente e com uma grande lição de moral no fim. Uma comédia como poucas, um filme como poucos. Grande em todos os níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade&lt;/strong&gt;: Toni Colete e seus filhos problemáticos. Antes de Dwayne (Paul Dano) e Olive (Breslin), a matriarca já sofria com as esquisitices de Halley Joel Osment em O sexto sentido. O menino que via gente morta todo tempo tirava a Paz da mãe preocupada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra rolar de rir&lt;/strong&gt;: uma engraçada tentativa de dança sensual de Olive (Breslin) em sua apresentação de talento no concurso. Diante da incredulidade dos jurados, a menina dá um show de desenvoltura em estilo livre. Uma cena memorável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VICKY CRISTINA BARCELONA (2008)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Sexy e engraçado”&lt;br /&gt;Variety&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mestre Woody Allen brinda Barcelona com uma comédia romântica da vida real. Portanto, nada de ser um perfeito contos de fadas. Vicky Cristina Barcelona fala das relações amorosas sem a ingenuidade das histórias de amor comum a este tipo de gênero. Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) são duas amigas que decidem passar as férias de verão na famosa cidade espanhola. Logo na primeira noite são interpeladas por Juan Antônio (Javier Bardem), um pintor sedutor. Vicky, como estava noiva, rechaça imediatamente a proposta do artista enquanto Cristina se deixa levar por seu charme. O relacionamento dos novos amantes vai de vento em polpa até a chegada da ex-mulher de Juan. A explosiva Maria Helena (Penélope Cruz, vencedora do Oscar) completa com muito talento e sensualidade este irresistível e instigante triângulo amoroso. O trio vive uma relação curiosa sob o mesmo teto, inclusive com um “momento” de Maria e Cristina numa sala vermelha com pleno consentimento de Juan. A estranha relação beneficia todos os membros do trio. Juan e Maria recuperam a inspiração que lhes faltava e Cristina vive a ardente paixão sem compromisso que buscava. O trio vira quarteto quando Vicky, tomada pelos ares de amor exalados pela cidade também se envolve com o charmoso amante latino. A viagem muda os horizontes das jovens moças nestas fantásticas experiências amorosas. A combinação de amor e arte embriaga a comédia de Allen com sedução e humor. Um filme inesquecível para rir, sonhar e viajar pelas emoções humanas sem qualquer tipo de receio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma curiosidade&lt;/strong&gt;: a química entre Javier Bardem e Penélope Cruz se estendeu para fora das telas. Os astros formaram um dos casais mais belos de Hollywood e são pais de um lindo bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pra rolar de rir&lt;/strong&gt;: a sequência em que Maria Helena procura conhecer melhor sua rival durante um café. Cristina tenta mostrar seus dotes intelectuais contando que estudou chinês diante de uma cética Maria. As nuances de Cruz lhe renderam o Oscar e até a bela Johansson esteve perfeita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7223284266571796957?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7223284266571796957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/dez-filmes-para-divertir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7223284266571796957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7223284266571796957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/02/dez-filmes-para-divertir.html' title='DEZ FILMES PARA DIVERTIR'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1087085485464957959</id><published>2012-01-30T08:18:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T08:19:29.772-08:00</updated><title type='text'>Vencedores dos SAG 2012</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem por aí que o Globo de Ouro é a prévia do Oscar, o que não é verdade. Já o Screen Guilds Awards, entregue na noite deste domingo deu uma indicativa de quem pode faturar a estatueta nas categorias principais.&lt;br /&gt;Nas categorias de ator/atriz coadjuvantes os favoritos Octavia Spencer (&lt;em&gt;Histórias Cruzadas&lt;/em&gt;) e Christopher Plummer (&lt;em&gt;Toda a Forma de Amor&lt;/em&gt;) fizeram jus aos status e faturaram o prêmio. Somando ao Globo de Ouro que venceram, a noite de 26 fevereiro será apenas uma formalidade para confirmar seus prêmios. Algo diferente disso será um grande absurdo.&lt;br /&gt;Em ator, Jean Dujardin (&lt;em&gt;O Artista&lt;/em&gt;) surpreendeu ao tirar de George Clooney (&lt;em&gt;Os Descendentes&lt;/em&gt;) o prêmio, e é totalmente merecido já que fazer um filme mudo e preto e branco nos dias de hoje. Em atriz, Viola Davis (&lt;em&gt;Histórias Cruzadas&lt;/em&gt;) vence e acirra a briga pelo Oscar com Meryl Streep (&lt;em&gt;A Dama de Ferro&lt;/em&gt;) e Michelle Willians (&lt;em&gt;Sete Dias com Merilyn&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;E o vencedor de melhor elenco, o mais importante da noite, a vitória foi para &lt;em&gt;Histórias Cruzadas&lt;/em&gt;. Mais do que merecido já que não só as atuações premiadas de Davis e Spencer, e da indicada Jéssica Chastain merecem destaque, Emma Stone, Bryce Dallas Howard e Sissy Space também dão um show.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1087085485464957959?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1087085485464957959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/vencedores-dos-sag-2012.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1087085485464957959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1087085485464957959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/vencedores-dos-sag-2012.html' title='Vencedores dos SAG 2012'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-712095739524225833</id><published>2012-01-27T11:27:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T11:33:25.320-08:00</updated><title type='text'>O PÃO NOSSO DE CADA DIA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No final dos anos 50, a sensação da TV americana eram os Quiz Shows. Programas de perguntas e respostas que atraíam milhões de pessoas para frente da TV. Era o início de um casamento quase que perfeito. Eles estavam para aquela época como os realities shows estão para nós hoje. Aproveitando-se desta força descomunal, a rede de televisão NBC criou o &lt;strong&gt;Twenty – One&lt;/strong&gt; (Vinte e Um), onde dois candidatos disputavam entre si respondendo a perguntas até que a pontuação alcançasse vinte e um pontos. A cada semana o vencedor acumulava uma boa quantia em dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos primeiros candidatos a se tornar herói do programa foi o judeu Herbert Stempel. Ex-soldado do exército, e dono de uma inteligência singular, ele reinou no programa durante cinco semanas consecutivas até que o produtor fez uma proposta indecente para o participante. Que ele entregasse o jogo para seu novo concorrente Charles Van Doren, um aristocrata de renome, filho de um casal de escritores e boa pinta. A marmelada se deu em nome da audiência que andava patinando até aquele momento. Stempel já não era mais novidade e precisavam de algo novo para prender a atenção de um público escorregadio. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A estratégia bolada pelos produtores foi apresentar ao país outra cara de vencedor. E o invencível certamente não era a cara que o país queria ver. Já, Van Doren, era um sujeito bem apessoado, tipo galã de Hollywood. Sabendo do potencial ilimitado do rapaz para gerar milhões, a empresa juntamente com os patrocinadores orquestrou sua ascensão e fama repentina. Ele virou ídolo de seus alunos em Columbia, o partido número um de todas as mulheres e um herói para todas as famílias. Mas tudo iria desmoronar quando inconformado com as promessas não cumpridas pelos produtores, como um programa de TV só seu, Stempel pôs a boca no trombone e levou toda a sujeira para o Congresso Nacional dos EUA. O caso foi um dos maiores, senão o maior, escândalo da TV americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma história extraordinária que daria uma ótima sinopse de filme. Por isso, em 1994 o eterno Golden boy americano Robert Redford a levou para as telas. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quiz Show – a verdade dos bastidores&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é um drama que enfatiza o poder que a TV tem na vida das pessoas. O que a caixinha mágica pode gerar de positivo e negativo na vida de todos que estão envolvidos por ela. Todo o esquema de dinheiro, corrupção e manipulação nela inseridos. Paralelo às relações familiares que ela direta ou indiretamente interfere. O excêntrico John Turturro vive Stempel, enquanto o maravilhoso Ralph Fiennes brilha como o campeão Charles Van Doren. O filme ainda tem uma participação mais do que especial de Martin Scorsese como um ambicioso dono de uma empresa farmacêutica patrocinadora do programa. O filme foi um êxito em sua realização, na interpretação do elenco e na direção primorosa de Redford. “Redford tece um retrato marcante do Poder, assuma ele a forma que for, e da ambição.” (SET).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca a expressão “para o povo: pão e circo” caiu tão bem nos tempos que vivemos hoje. Aquela caixinha de entretenimento, que segundo Stempel foi a maior coisa desde que Gutemberg inventou a Imprensa, nos fornece diariamente o pão e o circo. E plenamente saciados, não deixamos nem as migalhas deste para os cães tamanha fascinação que ela proporciona. Isto é um fato. Triste, mas um fato. Não falo do entretenimento em si, afinal, não há nada de errado em querer fugir de um dia fatigante de trabalho ou principalmente da realidade macabra que insiste em nos perseguir. Deste ponto de vista, a TV acaba se tornando uma forte aliada nossa. Um pão que adoramos devorar. Contudo, ultimamente está se tornando impossível não deixar de perceber que este pão talvez não esteja bem recomendável para nossa saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se pensa em TV a primeira coisa que nos vem à cabeça é diversão. Os empolgantes programas de auditório, entrevistas, variedades, novelas (ah, as novelas!), minisséries, esportes, documentários... enfim, uma infinidade de opções que só mesmo ela pode oferecer tornando-se assim, parte de nossa família. Alguém que está ao nosso lado todos os dias. Faça chuva ou faça Sol. Mais que uma necessidade, é quase como uma religião. Você cria um elo inabalável, uma lealdade bíblica com esta caixinha. Dela emanam nossos maiores desejos e realizações. Estes fatos acabam nos colocando em estado de pura dependência e tudo em demasia, vira um vício e um vício já passa a ser algo nada saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre estas coisas nada saudáveis estão os famosos reality shows. Programas criados com um só objetivo: dar ao povo o que o povo pede. Diversão. Porém, o que mais incomoda em todo este cenário é o tipo de diversão que eles propõem. Vendo programas como Big Brother no ar durante tanto tempo nos remete a questionar seriamente nossos padrões de entretenimento. Pessoas comuns colocadas em uma casa a fim de interagir entre si e sobreviver por quase três meses de confinamento. Cada passo que dão registrados pelas câmeras. O que há de tão especial nisso? O que importa para nossa vida, para nosso dia-a-dia este tipo de entretenimento?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Logo depois que saiu da&lt;em&gt; Casa dos Artistas&lt;/em&gt;, exibido pelo SBT em 2001, o cantor Supla, um dos participantes, quando perguntado sobre o que achava destes programas, deu uma declaração impactante: “Não me interessa saber como as pessoas dormem ou fazem cocô.” Então, partindo deste ponto, o que leva as pessoas a acompanhar religiosamente um programa tão desgastado pela falta de originalidade? Seria mesmo a falta de perspectiva em fazer algo produtivo para sua vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não deveria interessar as pessoas saber como as outras dormem ou fazem cocô, mas isto sabemos que não é verdade. Elas querem sim saber como elas dormem, fazem cocô, flertam umas com as outras, bebem, namoram, brigam. Isto é um fato. Triste, mas um fato. É impressionante constatar como estes shows mexem com a cabeça do público. Shows sim. Criadores de ilusão sim. Ninguém em sã consciência acredita que há um ponto de verdade integral nisso. É televisão gente! Tudo não passa de um show conduzindo o público a seminários, fóruns de debate, fã-clubes para os participantes, ter um canal por assinatura de um preço absurdo tudo para acompanhar 24 horas o desenrolar do espetáculo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só pelo bom e velho entretenimento? Mas, o que devemos ter consciência é que existam outros interesses bem maiores que um simples reality. Basta lembrar-nos da famosa frase: “É só um jogo”, que de tão repetida pelos participantes se tornou uma espécie de mantra entre eles. Sim, de fato trata-se de um show. Um show de ilusões fazendo o público esperar apenas por um entretenimento repetitivo e manipulado por outros interesses que certamente passam longe de suas casas. E o que mais incomoda é ver o quanto somos permissivos neste ponto. O quanto aceitamos mergulhar de cabeça nas profundezas em que a humanidade pode afundar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo em nome de uma inocente diversão? Talvez sim de nossa parte. Contudo, devemos estar a par do jogo de interesses que a grande vilã do show business ontem e hoje, proporciona. A audiência. Aquela que vende. Aquela que gera. Aquela que corrompe. Aqueles números previamente comandados pelos mágicos que protagonizam o circo. Os padeiros que nos fornecem o pão nosso de cada dia que saciam nossa fome. E como temos fome! Não importa o que tiver no cardápio, porque queremos sim só comida. O importante é chegar a nossa mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perante esta triste constatação e seguindo esta linha de raciocínio não sabemos até onde poderemos chegar com isso. Qual é a linha que delimita o que é certo ou errado dentro da TV e qual nossa real participação dentro deste circo. Criamos todos os dias Stempels e Van Dorens e os levamos para dentro de nossa casa de forma passiva à medida que seguimos catatônicos em direção a programas de baixo nível que nos oferecem momentos descartáveis em cenas lamentáveis como uma simulação de sexo ou uma possível situação de estupro. Até quando a mente humana pode suportar este tipo de alimento oferecido pelos realities? Até quando? Por quê? Até onde? Até...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntas e mais perguntas num cenário de quiz show onde já sabemos as respostas, só não queremos admitir. Fugir desta dependência. Não ser um mero profeta pregando no deserto palavreando como um dos personagens do filme, o advogado responsável por levar a público todo caso da TV americana: “Pensei que fôssemos pegar a televisão. A verdade é que a televisão vai nos pegar”. Vai não, já pegou. Isto é um fato. Triste, mas é um fato.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-712095739524225833?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/712095739524225833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/o-pao-nosso-de-cada-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/712095739524225833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/712095739524225833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/o-pao-nosso-de-cada-dia.html' title='O PÃO NOSSO DE CADA DIA'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-793803672708661925</id><published>2012-01-26T09:37:00.001-08:00</published><updated>2012-01-26T09:38:16.870-08:00</updated><title type='text'>As Aventuras de Tintim: O Segredo de Licorne (2011)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The adventures of Tintim: The Licorne secret’s, 2011. Dirigido por Steven Spielberg. Com Jamie Bell, Andy Serkins, Daniel Craig.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Cotação: ☻☻☻☻&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando Steven Spielberg anunciou uma parceria com Peter Jackson para levarem ao cinema um dos quadrinhos mais famosos (não aqui no Brasil) às telonas, o mundo cinematográfico ferver. Dois dos grandes diretores de nosso tempo, um famoso por transformar ETs e tubarões em protagonistas formidáveis, outro responsável pela melhor saga de fantasia (com a proeza de conquistar um Oscar de melhor filme), só poderia resultar em um bom filme, certo? Errado.&lt;br /&gt;As aventuras de Tintim é excelente. Feito com a tecnologia que fez dos asqueroso Gollum um dos personagens mais famosos de que se tem conhecimento, o primor das imagens digitalizadas criaram um mundo do qual seria impossível Spielberg transportar as vertiginosas situações em que o jornalista se mete. A perfeição das sequências são de arrepiar, e chega a passar a idéia de que são de verdade, não copias da realidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste &lt;em&gt;O Segredo de Licorne&lt;/em&gt;, o roteiro engloba o momento em que TinTim conhece o capitão Haddock, para que juntos desvendem o mistério em torno da miniatura de navio. As histórias do passado e do presente do capitão se misturam os levando da Europa à África, e de maneiras menos convencionais possíveis. E também em meio a tiros socos e pontapés, e claro, a ajuda do cachorrinho Milu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O êxito maior da epopeia é com certeza a proximidade que o filme tem com as aventuras de outro personagem marcante de Spielberg, o arqueólogo intrépido Indiana Jones. A experiência de ter dirigido uma aventura alucinante, com raros momentos para o público respirar, e tendo um sucesso de público e crítica consistentes, deu a ele a segurança necessária para fazer uma obra de animação, não direcionada ao público infantil, e ter a certeza de que será bem recebido.&lt;br /&gt;Honras à parte para o fabuloso Andy Serkins. Entre os personagens que ganharam vida pelas expressões dos atores reais, o Capitão Haddock é o que apresenta o maior número de caras e bocas diferentes, e com uma naturalidade que só Serkins lhe poderia emprestar . Por fim, tudo um trabalho de mestre do cinema, com um mestre do fantástico, uma obra de arte que criará um outro conceito às animações, que estava mesmo precisando disso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-793803672708661925?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/793803672708661925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/as-aventuras-de-tintim-o-segredo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/793803672708661925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/793803672708661925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/as-aventuras-de-tintim-o-segredo-de.html' title='As Aventuras de Tintim: O Segredo de Licorne (2011)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-4115493757025399996</id><published>2012-01-25T10:38:00.000-08:00</published><updated>2012-01-25T10:42:41.582-08:00</updated><title type='text'>AS AVENTURAS DE AGAMENON, O REPÓRTER (2011)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Dirigido por Victor Lopes. Com Marcelo Adnet, Hubert e Luana Piovani.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Cotação: ☻&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IDIOTA É QUEM FAZ IDIOTICES&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As comédias que inserem uma intertextualidade cinematográfica em suas produções têm a missão de elevar o nível de sua obra, contribuindo assim para uma rápida identificação por parte do público. Esta seria a proposta de As aventuras de Agamenon – o repórter, produzido pelos eternos cassetas Hubert e Marcelo Madureira. Partindo deste princípio, o filme seria uma mescla de algo como Os Simpsons, com uma pitada de South Park e muito de Forrest Gump. Mas no final tudo terminou como uma extensão de um Casseta e Planeta para maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história começa com um ensandecido Pedro Bial (será por quê?) procurando pelo protagonista nos arredores do famoso Jornal onde trabalha. Em seguida, age como um documentário narrando as “proezas” de Agamenon (Marcelo Adnet / Hubert), repórter de O Globo desde o início de sua brilhante carreira, o casamento com sua amada Isaura (Luana Piovani) e sua incisiva participação nos mais relevantes fatos históricos mundiais. Bem como suas famosas entrevistas concedidas por personalidades como Gandhi e Martin Luther King, além de um encontro com Hitler. Nada que não tenhamos visto de forma semelhante em Forrest Gump. A diferença é que enquanto o filme que deu o Oscar a Tom Hanks era um drama, aqui era para ser uma comédia. Contudo, a julgar por sua péssima realização emaranhada em piadas grosseiras, momentos risíveis de até aonde vai o abismo que caiu o humor nacional, diríamos que neste quesito o filme fracassou. Visto que se o papel de uma comédia é criar momentos de riso, passou longe de seu objetivo. Os seus 73 minutos não conseguem arrancar nenhuma gargalhada, por menor que seja de qualquer indivíduo que tenha o mínimo de consciência do que está assistindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Aventuras de Agamenon se apóia na jogada de desmoralizar figuras históricas. Esta tem sido a tônica de famosos programas humorísticos em todo o mundo. O próprio Casseta e Planeta sobreviveu tanto tempo na TV por conta disso, provando que não há nada demais na ideia, afinal, ver celebridades em momentos espontâneos (lê-se embaraçosos), nem que seja de modo fictício, tem divertido muita gente desde que inventaram o rádio e a TV. Entretanto, não se deve deixar de lado o mínimo de classe e estilo para realizar tal proeza. Esta é a diferença dos outros programas para este festival de besteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No elenco, além dos cassetas Hubert e Marcelo Madureira, temos o queridinho das comédias de mau gosto Marcelo Adnet e a polêmica Luana Piovani, que antes de abrir a boca para falar mal de alguém, deveria repensar sua carreira artística. O mais absurdo, no entanto, é ver personalidades respeitáveis como Caetano Velloso e Paulo Coelho se prestando a este tipo de coisa. Ambos se juntaram a Jô Soares, Suzana vieira e Nelson Motta para dar depoimentos no falso documentário sobre a vida de Agamenon. E para completar o lapso estarrecedor, Fernanda Montenegro em seu momento de plebéia desbocada fazendo uma narração do filme. Não há outra palavra para descrever sua participação nesta comédia lamentável além de patética. Vindo de alguém que já concorreu a um Oscar, me leva a indagar sobre o que teria levado a embarcar nesta bobagem. Insanidade temporária ou apenas uma forte jogada de marketing para levar o público às salas de projeção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como saber. A única coisa que podemos ter certeza é de que As aventuras de Agamenon é algo para ser visto apenas por aqueles que querem se aventurar em coisas totalmente idiotas. Aqueles que, segundo Forrest, só fazem idiotices. E este filme com certeza é um belo exemplar deles. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-4115493757025399996?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/4115493757025399996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/as-aventuras-de-agamenon-o-reporter.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/4115493757025399996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/4115493757025399996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/as-aventuras-de-agamenon-o-reporter.html' title='AS AVENTURAS DE AGAMENON, O REPÓRTER (2011)'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-5579362313633234552</id><published>2012-01-24T14:57:00.000-08:00</published><updated>2012-01-25T02:27:06.284-08:00</updated><title type='text'>INDICADOS AO OSCAR 2012</title><content type='html'>Abaixo alista dos indicados de 2011. As maiores injustiças (ou tolices) foram a ausência de Leonardo DiCaprio, para ator, e As Aventuras de Tintim em animação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;MELHOR FILME&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Descendentes&lt;br /&gt;O Artista&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret&lt;br /&gt;Cavalo de Guerra&lt;br /&gt;Meia-Noite em Paris&lt;br /&gt;O Homem que mudou o jogo&lt;br /&gt;A Árvore da vida&lt;br /&gt;Histórias cruzadas&lt;br /&gt;Tão forte e tão perto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu colocaria Os Homens que não amavam as mulheres no lugar de Tão forte e tão perto. Drive merecia uma chance, e ainda bem que não ignoraram o filme de Malick.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;DIRETOR:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Michel Hazanavicius - &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;O Artista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores&lt;/span&gt;: 1º indicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Martin Scorcesse - &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;A Invenção de Hugo Cabret&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Prêmios anteriores:&lt;/span&gt; Diretor: Os Infiltrados (07).&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Indicações anteriores: Diretor:&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Taxi Driver (76); Touro Indomável (81); Gangues de Nova Iorque (02); O Aviador (05); Os Bons Companheiros (93); A Última Tentação de Cristo (89). &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Roteiro adaptado&lt;/span&gt;:&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt; Os Bons Companheiros (93); A Época da Inocência (94).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Alexander Payne -&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Os Descendentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Prêmios anteriores: Roteiro adaptado:&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Sideways - Entre umas e outras (05).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Indicações anteriores: Diretor:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;i&gt;Sideways - Entre umas e outras (05); &lt;/i&gt;&lt;b&gt;Roteiro adaptado:&lt;/b&gt;&lt;i&gt; Eleição (99).&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Woody Allen - &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Meia-Noite em Paris&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores:Diretor&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Noivo neurótico, noiva nervosa (77);&lt;/i&gt; &lt;b&gt;Roteiro:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Noivo neurótico, noiva nervosa (77); Hannah e suas irmãs (86); Tiros na Brodway (94). &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Ator:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Noivo neurótico, noiva nervosa (77)&lt;/i&gt;. &lt;b&gt;Diretor:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Interiores (78); Brodway Danny Rose (84); Hannah e suas irmãs (86); Crimes e pecados (89); Tiros na Brodway (94).&lt;/i&gt; &lt;b&gt;Roteiro&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Interiores (78); Manhattan (79); Brodway Danny Rose (84); A Rosa púrpura do Cairo (85); A Era do Rádio (87); Crimes e pecados (89); Simplesmente Alice (90); Maridos e esposas (92); Poderosa Afrodite (95); Desconstruindo Harry (97); Match Point (05).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Terence Mallick - &lt;i&gt;A Árvore da Vida&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores&lt;/b&gt;: &lt;b&gt;Diretor&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Além da linha vermelha (98).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seria um absurdo Malick ficar fora, talvez Fincher e Refn merecessem uma chance, mas a lista foi justa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ATOR:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;George Clooney - &lt;i&gt;Os Descendentes&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prêmios anteriores: Ator coadjuvante:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Siryana - A indústria do petróleo (05)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Indicações anteriores: Diretor&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Boa Noite e Boa sorte (05). Ator: Conduta de risco (07); Amor sem escalas (09).&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Jean Dujardin - &lt;i&gt;O Artista&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; 1ª indicação&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Brad Pitt -&lt;i&gt; O Homem que mudou o jogo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores: Ator coadjuvante&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Os Doze Macacos (95)&lt;/i&gt;.&lt;b&gt; Ator&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;O Curioso Caso de Benjamin Button (08).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Demian Bichir – A better life&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; 1ª indicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ignorar Leoardo DiCaprio prova que a Academia ainda tem seus preconceitos. Entretanto Oldman recebe uma merecida indicação por um 007 de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ATRIZ:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Meryl Streep -&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt; A Dama de Ferro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Prêmios anteriores: Atriz: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;A Escolha de Sofia (83)&lt;/i&gt;. &lt;b&gt;Atriz coadjuvante:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Kramer vs. Kramer (80).&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Indicações anteriores&lt;/b&gt;: &lt;b&gt;Atriz&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;A Mulher do tenente francês (82); O Retrato de uma coragem (84); Entre dois amores (86); Ironweed (88); Um grito no escuro (89); Lembranças de Hollywood (91); As pontes de Madison (96); Um amor verdadeiro (99); Música do coração (00); O Diabo veste Prada (07); Dúvida (09); Julie e Julia (10)&lt;/i&gt;.&lt;b&gt; Atriz coadjuvante:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;O Franco atirador (78); Adaptação (03).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Viola Davis - Histórias cruzadas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores: Atriz coadjuvante:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Dúvida (09).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Michelle Willians - &lt;i&gt;Sete dias com Marilyn&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores&lt;/b&gt;: &lt;b&gt;Atriz&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Namorados para sempre (2011)&lt;/i&gt;. &lt;b&gt;Atriz coadjuvante:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;O Segredo de Brokback Mountain (06).&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Rooney Mara - &lt;i&gt;Os homens que não amavam as mulheres&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; 1ª indicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Glenn Close - &lt;i&gt;Albert Nobbs&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores: Atriz:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Atração fatal (88); Ligações perigosas (93).&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Atriz coadjuvante:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;O mundo segundo Garp (83); O Reencontro (84); Um Homem fora de série (85).&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;- A exclusão de Tilda Swinton foi a grande surpresa, já que ela estava presente em quase todas as outras premiações. Glenn Close voltou a lista após quase duas décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ATOR COADJUVANTE:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Christopher Plummer - &lt;i&gt;Toda a forma de amor&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Ator coadjuvante:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;A Última estação (2011)&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Kenneth Branagh -&lt;i&gt; Sete dias com Marilyn&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores: Ator:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Henrique V (89)&lt;/i&gt;.&lt;b&gt; Diretor:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;Henrique V (89)&lt;/i&gt;. &lt;b&gt;Roteiro&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Hamlet (96).&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Curta de animação&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Swan song (92)&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Jonah Hill - &lt;i&gt;O Homem que mudou o jogo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; 1ª indicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;b&gt;Nick Nolte - &lt;i&gt;Warrior&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores: Ator:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;O Príncipe das marés (92); Temporada de caça (98).&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Max Von Sydow - &lt;i&gt;Tão forte, tão perto&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; 1ª indicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esperava por Von Sydow mesmo, é a chance da Academia de homenagear o veteraníssimo. A surpresa foi a exclusão de Albert Brooks (Drive), já que estava até cotado para vencer. Mas é bom mesmo vencer a volta de Branagh e o fôlego de Plummer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;ATRIZ COADJUVANTE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Octavia Spencer - &lt;i&gt;Histórias Cruzadas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; 1ª indicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Jessica Chastain - &lt;i&gt;Histórias Cruzadas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores&lt;/b&gt;: 1ª indicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Berenice Bejo - &lt;i&gt;O Artista&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; 1ª indicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Melissa McCarthy - &lt;i&gt;Missão madrinha de casamento&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; 1ª indicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Janet Mc Teer - &lt;i&gt;Albert Nobbs&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prêmios anteriores: -&lt;br /&gt;Indicações anteriores:&lt;/b&gt; 1ª indicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Melissa McCarthy roubou a cena da protagonista Kristen Wiig, mereceu sua indicação. As outras eram esperadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR ROTEIRO ORIGINAL&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Meia- Noite em Paris – Woody Allen&lt;br /&gt;O Artista – Michel Hazanavicius&lt;br /&gt;Margin Call – J. C. Chandor&lt;br /&gt;A Separação – Asghar Farhadi&lt;br /&gt;Missão Madrinha de Casamento – Kristen Wiig e Annie Mumulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR ROTEIRO ADAPTADO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Descendentes - Alexander Payne, Nat Faxon &amp;amp; Jim Rash&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret - John Logan&lt;br /&gt;O Espião que sabia demais - Bridget O’Connor &amp;amp; Peter Straughan&lt;br /&gt;O Homem que Mudou o Jogo – Aaron Sorkin e Steve Zaillian&lt;br /&gt;Tudo pelo poder - George Clooney &amp;amp; Grant Heslov&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR DIREÇÃO DE ARTE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret – Dante Ferretti&lt;br /&gt;O Artista – Laurence Bennet&lt;br /&gt;Harry Potter e as Relíquias da Morte parte II – Stuart Craig&lt;br /&gt;Cavalo de Guerra – Rick Carter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR FOTOGRAFIA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Árvore da Vida – Emmanuel Lubezki&lt;br /&gt;O Artista – Guillaume Schiffman&lt;br /&gt;Cavalo de Guerra – Janusz Kaminski&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret – Robert Richardson&lt;br /&gt;Os Homens que não Amavam as Mulheres - Jeff Cronenweth&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR FIGURINO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Artista&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret&lt;br /&gt;Jane Eyre&lt;br /&gt;W. E.&lt;br /&gt;Anônimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR MONTAGEM&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;O Artista - Anne-Sophie Bion &amp;amp; Michel Hazanavicius&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret – Thelma Schoonmaker&lt;br /&gt;Os Homens que não Amavam as Mulheres - Kirk Baxter &amp;amp; Angus Wall&lt;br /&gt;O Homem que Mudou o Jogo – Christopher Tellefsen&lt;br /&gt;Cavalo de Guerra – Michael Kahn&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR MAQUIAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;A Dama de Ferro&lt;br /&gt;Harry Potter e as Relíquias da Morte parte II&lt;br /&gt;Albert Nobbs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR FILME ESTRANGEIRO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bullhead - &lt;i&gt;Bélgica&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Separação - &lt;i&gt;Irã&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Monseiur Lazhar - &lt;i&gt;Canadá&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Footnote - &lt;i&gt;Israel&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;In Darkness - &lt;i&gt;Polônia&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Gato de Botas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Rango&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Chico &amp;amp; Rita&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um Gato em Paris&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Kung Fu Panda 2&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;MELHOR TRILHA SONORA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Artista – Ludovic Bource&lt;br /&gt;Cavalo de Guerra – John Willians&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret – Howard Shore&lt;br /&gt;As Aventuras de Tintim: O Segredo de Licorne – John Willians&lt;br /&gt;O Espião que sabia demais – Albert Iglesias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR MIXAGEM DE SOM&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Cavalo de Guerra&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret&lt;br /&gt;Transformes 3: O lado Oculto da Lua&lt;br /&gt;O s homens que não amavam as mulheres&lt;br /&gt;O homem que mudou o jogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR SOM&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cavalo de Guerra&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret&lt;br /&gt;Transformes 3: O lado Oculto da Lua&lt;br /&gt;Drive&lt;br /&gt;Os homens que não amavam as mulheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHORES EFEITOS VISUAIS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planeta dos Macacos&lt;br /&gt;Transformes 3: O lado Oculto da Lua&lt;br /&gt;A Invenção de Hugo Cabret&lt;br /&gt;Harry Potter e as Relíquias da Morte parte II&lt;br /&gt;Gigantes de aço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR CANÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Man or Muppet – Os Muppets&lt;br /&gt;Real in Rio – Rio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR CURTA METRAGEM&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pentencost&lt;br /&gt;Raju&lt;br /&gt;The shore&lt;br /&gt;Time freak&lt;br /&gt;Tuba Atantic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;MELHOR CURTA DE ANIMAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dimanche&lt;br /&gt;The fantastic flying books of mister Morris Lessmore&lt;br /&gt;La Luna&lt;br /&gt;A Morning stroll&lt;br /&gt;Wild life&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR DOCUMENTÁRIO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hell and back again&lt;br /&gt;Pina&lt;br /&gt;If a tree falls&lt;br /&gt;Paradise lost 3: Purgatory&lt;br /&gt;Undefeated&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MELHOR DOCUMENTÁRIO CURTA METRAGEM&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;God is the big Elvis&lt;br /&gt;The barber of Birmingham: Foot soldier of the civil rights moviments&lt;br /&gt;Incident in New Baghdah&lt;br /&gt;Saving face&lt;br /&gt;The tsunami and the cherry&lt;br /&gt;Blossom &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-5579362313633234552?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/5579362313633234552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/abaixo-alista-dos-indicados-de-2011.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5579362313633234552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5579362313633234552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/abaixo-alista-dos-indicados-de-2011.html' title='INDICADOS AO OSCAR 2012'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-8581511149179483364</id><published>2012-01-24T11:22:00.000-08:00</published><updated>2012-01-24T11:25:10.970-08:00</updated><title type='text'>Cavalo de Guerra (2011)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;War Horse, 2011. Dirigido por Steven Spielberg. Com Jeremy Irvine, Emily Watson, Tom Hiddlestone, David Twelis.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Cotação: ☻☻☻&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steven Spielberg é um mestre da história do cinema mundial, isso talvez faz com que cinéfilos considere sua obrigação fazer obras-primas toda vez que decide filmar. Mas a verdade é que o diretor também tem seu direito a criar algo que seja mais coração do que a razão que já o fez conquistar dezenas de prêmios durante toda sua carreira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez por isso seu Cavalo de Guerra seja o mais “mole” de seus filmes, por que é uma história que tocou seu coração em um teatro. Entretanto, engana-se que pensar que este não está à altura de sua cinematografia. Para fazer o público chorar, Spielberg recorreu à sua cancha em construir espetáculos e contou a trajetória do cavalo que venceu todas as adversidades, atravessou uma guerra, e mudou a vida de quem cruzou seu caminho, além de mostrar que nem só de monstros é constituída uma batalha de tal porte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O forte do longa é justamente onde o diretor não costuma acertar, a ministração das emoções, que neste caso vem de maneira controlada. Claro, em alguns casos chega a beirar o pieguismo, que pelo bem, sempre termina antes que tenhamos de recorrer à agua com açúcar. Com o simples método de “bater e depois assoprar”, o filme tem um equilíbrio que muitos não conseguem obter. Além de tudo isso, a forma de como trata a perda, recorrente em todos os mini episódios em que se divide, deixa claro que através da saga do cavalo Joey, pudéssemos enxergar que mesmo que amamos alguém, a qualquer momento, por qualquer motivo poderemos perde-lo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com uma trilha sonora formidável, uma das melhores de John Willians, é possível perceber os momentos de felicidade, compaixão e terror. Através dos olhos de Albie, da pequena Emilie, ou do jovem Gunther , o cavalo era apenas uma metáfora para o amor, algo em que acreditar em meio a tanta desgraça. O problema do longa é o pouco tempo em que a história de quem atravessa o caminho de Joey, há pouco tempo para se desenvolver seus dramas, o que prejudica o entendimento dos menos atentos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na parte técnica não há o que se esperar de diferente de Spielberg, desde a fotografia impecável de seu fiel Janusz Kaminski até a aplicação de seus recursos para criar um ambiente de guerra formidável, será sempre o melhor nesses aspectos. Talvez o filme não agrade os mais admiradores deste seu potencial em criar pirotecnias, e com certeza também é um fato de que não está no patamar de seus melhores filmes. Mas é Steven Spielberg, e por isso só já eleva Cavalo de Guerra à categoria de bom filme. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-8581511149179483364?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/8581511149179483364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/cavalo-de-guerra-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8581511149179483364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8581511149179483364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/cavalo-de-guerra-2011.html' title='Cavalo de Guerra (2011)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-554481870377930407</id><published>2012-01-23T02:58:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T03:00:52.712-08:00</updated><title type='text'>Drive (2011)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Drive, 2011. Dirigido por Nicolas Winding Refn. Roteiro de Hossein Amini baseado no livro de James Sallis. Com Ryan Gosling, Carey Mulligan, Albert Brooks, Ron Pearlman.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Cotação: ☻☻☻☻&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num ambiente soturno, tenso e por vezes aterrorizante, Nicolas Winding Refn conduz seu faroeste moderno com direito a um cavaleiro solitário como nos bons tempos do casamento Eastwood/Leoni. Ryan Gosling encarna o herói da história, um estranho sem nome na literalidade do termo, que trabalha em uma oficina mecânica e faz bicos como piloto de fuga em alguns assaltos. Entretanto seu talento para pilotar faz com que seu chefe e amigo Shannon aposte nele como uma promessa da Nascar, fazendo com que abandone a vida bandida. O fato de se relacionar com sua vizinha Irene (Carey Mulligan) e o filho dela, também o faz repensar a vida. Mas, quando tem de fazer um último trabalho para salvar a pele dos dois, mostrará que um verdadeiro herói não precisa necessariamente de superpoderes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme de Winding Refn é de uma dureza crua, como nos exemplares construídos pelos Irmãos Cohen, porém sem o humor negro e pertinente. O jogo de sombras deixa o clima tenso e por vezes sombrio, como a própria natureza do personagem, tudo intercalado pelo silêncio dos protagonistas e a trilha sonora bem constituída. A manipulação de planos nos coloca a par da visão do motorista, sem, claro, permitir uma invasão de sua personalidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As situações de violência extrema, mantidas por vezes em câmera lenta acentua o teor claustrofóbico, mas permite que o expectador perceba uma certa dualidade no personagem de Gosling, aliás, em todos é possível perceber. Talvez esse seja o triunfo do roteiro, diferentemente dos westerns, os vilões e os mocinhos não são formados por um maniqueísmo bem destacado, são compostos de lados opostos, tudo ao mesmo tempo. Fica ao público tirar as próprias conclusões.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gosling empresta ao longa sua melhor interpretação. Com o palito na boca extrai o que os errantes de Eastwood tinham de melhor, e os malvados de Lee Marvin, de pior e cria um herói diferente. Acompanhado de perto pela talentosa Mulligan, e por um Albert Brooks formidável, transformam Drive no melhor e mais surpreendente suspense do ano. Um belo feito para um diretor pouco rodado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-554481870377930407?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/554481870377930407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/drive-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/554481870377930407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/554481870377930407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/drive-2011.html' title='Drive (2011)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-3190979027885328753</id><published>2012-01-20T02:17:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T02:21:48.775-08:00</updated><title type='text'>Meia-Noite em Paris (2011)</title><content type='html'>&lt;em&gt;Midnight in Paris, 2011. Escrito e dirigido por Woody Allen. Com Owen Wilson, Marion Cotillard, Rachel McAdams, Adrien Brody, Kathy Bates e Michael Sheen.&lt;br /&gt;Cotação: &lt;strong&gt;☻☻☻☻☻&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Quando Woody Allen descreve algo de seus alteregos em seus filmes, os personagens são tão incríveis quanto à própria carreira do cineasta. Mas neste seu &lt;strong&gt;Meia-Noite em Paris&lt;/strong&gt; o diretor exagera na poesia e declara amor às cidade-luz e aos grandes mestres das artes, inspiradores de toda sua obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que a capital francesa é apaixonante, e a sentença fica mais verdadeira quando o puro Jazz toma conta dos primeiros minutos de apresentação da cidade. O ponto de início demarca a situação do roteirista hollywoodiano e escritor medíocre Gil (Owen Wilson), que não demonstra estar em sintonia com sua noiva Inez (Rachel McAdams). Quando decide passear sozinho pelos boulevards, encontra não apenas grandes nomes da história da arte mundial, mas também uma grande verdade sua própria natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém melhor que Allen para levar ao conhecimento do público escritores, pintores e músicos famosos. Roteirista de cunho tão grande quanto sua sensibilidade de direção era de se esperar que tivesse o mote perfeito para contar suas histórias se incluindo em meio aos conflitos. Em meio a tudo, o diretor cria um paralelo que mostra a insatisfação do ser humano com a vida, sempre desejando algo que jamais vai alcançar, felicidade plena. Aqui, imaginando que tudo seria diferente se tivesse vivido naquela época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse aspecto, o sentimento de espelhar sua própria sorte à de grandes ídolos não se distancia da jovem que tem um caso com um astro do cinema que sai das telas por corresponder ao amor da moça em &lt;strong&gt;A Rosa Púrpura do C airo (1985),&lt;/strong&gt; que é também um desejo latente de possuir o que não podemos. Mas Allen faz isso não da maneira convencional de comédias românticas e afins, transforma a ânsia do personagem de Wilson em uma epopeia fantástica e nostálgica, e mostrando que seu fetiche por Adriana (Marion Cotillard) não passa pela vontade de ser como os mestres dos quais a moça era amante.&lt;br /&gt;Terminada essa espécie de crise de identidade, se percebe que na verdade não é o amor do diretor pelas obras alheias o principal deu seu roteiro, como pode parecer desde o início, e sim sua fervorosidade pela sua própria arte. Simplesmente no fim de tudo deixa claro que jamais será um John Ford, Willian Wyler ou George Stevens, mas continuará a ser Woody Allen em seu brilhantismo e controvérsias. Um homem capaz de dar uma aula de arte, sob aspectos cinematográficos inebriantes e criar (mais uma) obra-prima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-3190979027885328753?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/3190979027885328753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/meia-noite-em-paris-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3190979027885328753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3190979027885328753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/meia-noite-em-paris-2011.html' title='Meia-Noite em Paris (2011)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6194323671397714542</id><published>2012-01-18T10:29:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T10:35:12.036-08:00</updated><title type='text'>QUANDO RIR NÃO É O MELHOR REMÉDIO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez em um programa de TV a humorista Maria Clara Gueiros falou da diferença entre se fazer drama e comédia. Analisando o grau de dificuldade de ambos, elegeu a comédia como algo mais difícil a se fazer. Segunda ela, o drama é estático, unilateral. Fazer chorar é algo inapelável, ou você arranca as lágrimas providenciais ou tem de conviver com o fato de que não consegue emocionar ninguém. Já a comédia, tem muitos apelos, nuances improviso, que te levam a vários caminhos. Esse é o problema. Ou você se transforma no centro catalizador do riso, ou vira a própria piada, e se pega rindo, você sozinho ou de você mesmo. Neste caso, a exposição é maior quando se necessita de uma aprovação imediata. A rejeição pode significar o fim de uma carreira promissora no humor. Diante destas situações, optar por um caminho mais fácil pode muitas das vezes transformar uma boa comédia em algo profundamente lamentável de se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tirada inteligente, um sarcasmo bem-vindo em momentos oportunos, uma ironia cética, são ferramentas indispensáveis na arte de se criar uma comédia saudável, as chamadas comédias cabeça. Mais do que fazer o público rir, elas têm como objetivo elevar o nível da condição, provocando uma satisfação bem-vinda que liga o humor à reflexão. Este tipo de comédia age objetivamente na capacidade de pensar, de usar mais a cabeça do que os olhos. Ou seja, não é necessário presenciar a situação, basta apenas imaginar como ela se realizaria. Este processo infelizmente é algo que tem perdido espaço para as comédias mais escrachadas e exageradamente apelativas. Rir de uma situação inusitada é o forte de uma boa piada, mas o que fazer diante de situações que fogem do controle chegando à beira do asco? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso ou o fracasso de uma piada depende da maneira que se interpreta seu contexto. E é inevitável se fazer humor sem usar os “elementos especiais.” As pessoas em suas relações sociais, bem como sexo e sexualidade. Nas relações vemos os grupos específicos de pessoas. Neles se encaixam os homossexuais, os negros, as loiras, os gordinhos, os imigrantes e judeus. São eles os protagonistas mais visados na hora de contar uma piada. A polêmica se instala quando boa parte dos defensores destes grupos não aceita a maneira como estes temas são abordados, acreditando ser um tipo de retaliação por parte das pessoas encarregadas do humor. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, cabe ao público ou até mesmo a estes grupos, interpretar o grau de insulto que estas piadas possam acarretar. E isto é pensar. Usar a cabeça para trabalhar em prol ou contra a um determinado estilo de achar ou não engraçada uma determinada situação. São estas as bases que sustentam, por exemplo, há mais de 20 anos, o humor irônico de &lt;strong&gt;Os Simpsons&lt;/strong&gt;. Apesar de em algumas vezes serem tachados de ofensivos, é inevitável não cair na gargalhada vendo que este tipo de ofensa vem de personagens tão infames que se tornam o centro do deboche de suas próprias piadas.&lt;br /&gt;Se você não consegue levar a sério o que Homer Simpson diz ou da maneira escrachada como age, está no grupo de pessoas que sabem aceitar que a origem da piada vem do próprio ser humano, onde por vezes se encontra rindo do preconceito em si e não do grupo a qual ele almeja. &lt;em&gt;“A piada é uma conversão de algo ruim em algo engraçado. O cerne da piada é sempre alguém que não seja você”&lt;/em&gt;, explica a humorista Natália Klein. Portanto, quando você tenta analisar, ou seja, dissecar a piada, não há mais razão dela existir e aí cai no limbo de sua mente. Bem como afirma o cartunista Laerte: &lt;em&gt;“Se em nome de analisá-la, você parte para a vivissecção, ela morre e daí não adianta continuar”.&lt;/em&gt; Este foi o motivo pelo qual a comédia &lt;strong&gt;Legalmente Loira&lt;/strong&gt; fez tanto sucesso. Além de colocar a atriz Reese Winsterpoom no hall das grandes estrelas de Hollywood, o filme começa como um insulto à capacidade intelectual da jovem e termina como uma resposta sadia a seus críticos numa grande reviravolta. Um êxito perfeito no que diz respeito ao sintoma e sua solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos grupos humanos, as conotações sexuais são as mais relevantes na hora de fazer rir. Este é um poderoso fio condutor das chamadas piadas de duplo sentido, aquelas que nos permitem uma interpretação subjetiva. Até aí tudo bem. Mas quando estas piadas ganham um corpo, ou seja, o ver se torna mais importante que o imaginar, as coisas fogem do controle e o que era para ser engraçado acaba provocando certo desconforto para quem assiste. Roberto Santucci, diretor da comédia nacional &lt;strong&gt;De Pernas Pro Ar&lt;/strong&gt;, analisa este elemento da forma mais racional quando se leva em consideração o contexto ao qual ele pode estar inserido. Pode servir tanto como a isca ou como o motivo de afastamento do público. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Coisas do tipo &lt;strong&gt;O Virgem de 40 Anos&lt;/strong&gt;, que nos viola com cenas insistentes de puro descarte, vimos uma moça vomitando em cima do protagonista dentro do carro após beber todas, ou o nacional Muita calma nessa hora, de um humor bobo sem pé nem cabeça, o rapaz tem que pegar seus objetos pessoais no vômito de uma das moças com quem saiu, é de dar náusea em qualquer um. É triste constatar que alguém pode ter achado alguma graça em uma das cenas de &lt;strong&gt;Quem vai ficar com Mary?&lt;/strong&gt; Aonde vimos uma chuva de esperma rompendo o ar. Todos tentando beber da fonte de &lt;strong&gt;American Pie&lt;/strong&gt;, o pioneiro do gênero. E o mais triste ainda é constatar que este tipo de comédia é algo que faz a “cabeça” do público jovem que lota as salas de projeção em busca de um humor descartável e nada saudável para a mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sociedade doente em que vivemos hoje, a comédia se torna cada vez mais uma válvula de escape para os inúmeros problemas que enfrentamos a cada momento. Rir é o melhor remédio para deixar de lado, nem que seja por alguns instantes, tantos absurdos que permeiam nossos noticiários todos os dias. Contudo, é preciso que saibamos exatamente de qual elemento é feito este remédio e que benefício extra ele pode gerar para o corpo e principalmente para a mente. Pois se não surtindo o efeito esperado, é provável que as contraindicações sejam as piores possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AMIZADE COLORIDA (Friends with benefits, 2011)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com Mila Kunis e Justin Timberlake&lt;br /&gt;Cotação: ☻☻☻&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é bem mais que uma chata comédia romântica. Primeiro, ele foge dos padrões estereotipados do gênero ao brincar ironicamente com filmes do mesmo. O amor aqui é colocado como um simples clichê superado pelo forte apelo sexual do casal de protagonistas que se veem desiludidos depois de terminarem seus relacionamentos amorosos. Mila Kunis vive uma headhunter nova-iorquina que tenta trazer para sua cidade um promissor editor de um blog em Los Angeles vivido por Justin Timberlake. De colegas profissionais eles passam a amigos ocasionais que resolvem superar suas frustações amorosas entre os lençóis. Tudo em comum acordo. O sexo sem compromisso os leva a descobrir os verdadeiros sentimentos que um nutre pelo outro à medida que o relacionamento passa a ir além do físico. As cenas de sexo entre a dupla de atores fogem da grosseria e vulgaridade dando um tom de leveza a um assunto tão complexo. E os diálogos desmistificam o tabu em torno disso. A química esfuziante entre a bela Kunis e o charmoso Timberlake é o estopim do êxito desta comédia, que junto com as participações mais que especiais do excêntrico Woody Harrelson, como o amigo gay do rapaz, e Patrícia Clarkson como a desinibida e confidente mãe da moça, fazem deste filme algo bem colorido de se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESPOSA DE MENTIRINHA (Just go with it , 2011)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com Adam Sandler e Jennifer Aniston&lt;br /&gt;Cotação: ☻&lt;br /&gt;Embora o filme tenha tido o mérito de reunir dois grandes nomes quando o assunto é comédia, não dá para aguentar uma sinopse tão machista permeada de piadas insossas dentro deste contexto. Sandler interpreta o mesmo personagem em todos seus filmes. Não há nenhum esboço que seja ínfimo de sinal que lembre uma interpretação de sua parte. Talvez ele já tenha percebido que suas caras e bocas são suficientes para arrecadar milhões em bilheterias. Chato e extremamente cansativo, o ator nem de longe consegue arrancar risadas sem ser débil ou infantil. Esta certamente é a explicação de suas melhores cenas serem na companhia de crianças. Vendo Sandler interpretar personagens tão generosamente valorizados em questão de relacionamentos, dá vontade de fazer um filme assim também. Leo Di Caprio e Brad Pitt não me escapariam! Aqui o vimos interpretando (mais uma vez) um conquistador que para “pegar” a mulher por quem se interessou, faz um acordo com sua assistente. Uma tímida e sonolenta profissional, que de repente dá lugar a um tremendo mulherão no corpo de Jennifer Aniston. Só mesmo um idiota para não querer ficar com a “esposa de mentirinha”, uma vez que Aniston é bem mais bonita e atraente que a tal que ele tenta conquistar. A mentira cresce em proporções colossais virando uma avalanche de erros. No final, ele descobre (finalmente!) que a esposa de mentirinha é a mulher ideal para ele. Algo que não necessitaria de quase duas para acontecer. Um humor idiota engrossando diálogos pobres em situações esquecíveis entre os personagens. Nem mesmo a participação da lindíssima Nicole Kidman como uma ex-colega de infância fútil da personagem de Jeniffer, ajuda a alavancar esta bobagem. De positivo, só mesmo a beleza e o carisma inigualável de Aniston. A única coisa no filme que não é de mentirinha.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6194323671397714542?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6194323671397714542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/quando-rir-nao-e-o-melhor-remedio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6194323671397714542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6194323671397714542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/quando-rir-nao-e-o-melhor-remedio.html' title='QUANDO RIR NÃO É O MELHOR REMÉDIO'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-2193578490402401127</id><published>2012-01-18T05:06:00.001-08:00</published><updated>2012-01-18T05:18:22.557-08:00</updated><title type='text'>Se Beber Não Case Parte II (2011)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The Hangover Part II, 2011. Dirigido por Todd Phillips. Com Bradley Cooper, Zach Galiafinakis, Ed Helms, Justin Bartha, Paul Giamatti.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Cotação: ☻&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investir em uma continuação é um risco absoluto, ficando em um meio termo de agradar aos fãs do primeiro e manter o sucesso, ou simplesmente se embrenhar por caminhos obscuros, provocando ojeriza em quem o ver. No caso das comédias, este risco aumenta muito pelo lado do fracasso, pois salvo longas que tem a comédia apenas como suporte, no caso de Piratas do Caribe e o mais recente &lt;strong&gt;Sherlock Holmes&lt;/strong&gt;, que nasceram ação e se constituíram de uma aura sarcástica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em &lt;strong&gt;Se Beber Não Case 2&lt;/strong&gt; podemos acompanhar o naufrágio de uma franquia que só teria condições de continuar caso se reformulasse, criasse novas situações, que fossem estapafúrdias como o primeiro, porém que não escapasse do aceitável por qualquer mente perturbada. Na trama, Stu (Ed Helms) decide se casar com uma bela jovem na terra natal de seus pais, a Tailândia. Sem querer as mesmas confusões que ocorreram em Lãs Vegas, decide não fazer uma despedida de solteiro. Entretanto, algo sai errado e eles acordam de ressaca em uma espelunca de Bangcoc sem se lembrarem de nada. Daí para frente terão pouco mais de um dia para achar o irmão da noiva desaparecido e chegar a tempo para o casório.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é uma sinopse do primeiro, mas é incrivelmete semelhante. Todd Phillips parece ter se preocupado apenas em fazer como um episódio de um siticom mal feito. Construiu todas situações da mesma forma do primeiro, só trocando personagens (Em alguns casos nem isso) e a modo absurdo de como as sequências se dão. Para provocar a sensação de novidade, insere um macaco traficante na história, o que só causa mesmo a fúria de ambientalistas. Até cada o momento em que os personagens desisitem, e de súbito descobrem o paradeiro do futuro cunhado, em um lugar óbvio como na parte I.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nem o carisma de Zach Galiafinakis e Bradley Cooper consegue reverter a péssima impressão e a sensação nauseante em seus minutos finais. Uma prova de que nem tudo merece continuação, ou seja, nem tudo pode ter uma continuação. Mais um exercício de falta de criatividade e estupidez da indústria cinematográfica americana, que não rende nem uma boa péssima crítica. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-2193578490402401127?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/2193578490402401127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/se-beber-nao-case-parte-ii-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2193578490402401127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2193578490402401127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/se-beber-nao-case-parte-ii-2011.html' title='Se Beber Não Case Parte II (2011)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-5794884744418517271</id><published>2012-01-16T03:14:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T03:50:32.857-08:00</updated><title type='text'>Vencedores do Globo de Ouro 2012: Cinema</title><content type='html'>Entregue o Globo de Ouro, rufam os tambores para o Oscar. Algumas categorias tem favoritíssimos também à estatuetas, em outras nem tanto. Mas eis aí os grandes vencedores, seguidos de comentários do blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme - Drama:&lt;br /&gt;"Os Descendentes" Vencedor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;''Histórias Cruzadas"&lt;br /&gt;''A Invenção de Hugo Cabret"&lt;br /&gt;''Tudo pelo Poder"&lt;br /&gt;''O Homem que Mudou o Jogo"&lt;br /&gt;''Cavalo de Guerra"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os votantes da Academia estavam totalmente perdidos. Acho o filme de Payne inferior aos seus adversários. Entretanto para o Oscar a disputa será entre O Artista, A Invenção de Hugo Cabret, Cavalo de Guerra e A Árvore da Vida, ignorado pela premiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme - Musical ou Comédia&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;''O Artista" Vencedor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"50/50"&lt;br /&gt;''Missão Madrinha de Casamento"&lt;br /&gt;''Meia-noite em Paris"&lt;br /&gt;''My Week With Marilyn."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O único adversário de O Artista era o filme Woody Allen. Entretanto o filme francês é franco favorito ao Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor ator - Drama:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;George Clooney, "Os Descendentes" Vencedor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Leonardo DiCaprio, "J. Edgar"&lt;br /&gt;Michael Fassbender, "Shame"&lt;br /&gt;Ryan Gosling, "Tudo pelo Poder"&lt;br /&gt;Brad Pitt, "O Homem que Mudou o Jogo"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A admiração dos votantes da imprensa internacional por George Clooney é incrível. Acho que DiCaprio e Pitt mais merecedores do ele., que se sai melhor atrás das câmeras. Para o Oscar, acredito que Dujardin sairá vencedor, já que a academia (injustamente) não premiará os bonitões de J. Edgar e Moneyball.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor atriz - Drama:&lt;br /&gt;Meryl Streep, "A Dama de Ferro" Vencedora&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Glenn Close, "Albert Nobbs"&lt;br /&gt;Viola Davis, "Histórias cruzadas"&lt;br /&gt;Rooney Mara, "O Homem que não Amava as Mulheres"&lt;br /&gt;Tilda Swinton, "Precisamos Falar Sobre o Kevin"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se Meryl Streep vence, nunca será injustiça, ainda mais incorporando Margareth Tatcher, aí é demais. Mas ainda acho que a disputa está aberta para o Oscar entre ela, Viola Davis e Michelle Willians.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diretor:&lt;br /&gt;Martin Scorsese, "A Invenção de Hugo Cabret" Vencedor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Woody Allen, "Meia-noite em Paris"&lt;br /&gt;George Clooney, "Tudo pelo Poder"&lt;br /&gt;Michel Hazanavicius, "O Artista"&lt;br /&gt;Alexander Payne, "Os Descendentes"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tenho a impressão de que Scorcesse ganhou mais pelo seu grande nome. Apesar de seu filme ser de um primor absoluto, é mais comercial e menos arte. Um equívoco. Mas para a Academia, a razão se sobrepõe ao coração, o que deixa Allen e Hazanavicius em vantagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor ator - Musical ou Comédia:&lt;br /&gt;Jean Dujardin, "O Artista" Vencedor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brendan Gleeson, "O Guarda"&lt;br /&gt;Joseph Gordon-Levitt, "50/50"&lt;br /&gt;Ryan Gosling, "Amor a Toda Prova"&lt;br /&gt;Owen Wilson, "Meia-Noite em Paris"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Com certeza é a melhor atuação dentre os indicados. Apesar do esforço de Gleeson, Levitt e Wilson, o resultado é justo. Gosling talvez vá ao Oscar por Drive. Agora o francês terá um páreo duro para conseguir levar a estatueta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor atriz - Musical ou Comédia:&lt;br /&gt;Michelle Williams, "My week with Marilyn" Vencedora&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Jodie Foster, "Carnage"&lt;br /&gt;Charlize Theron, "Jovens adultos"&lt;br /&gt;Kristen Wiig, "Missão Madrinha de Casamento"&lt;br /&gt;Kate Winslet, "Carnage"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Com certeza a disputa mais desigual. Era impossível que Willians perdesse, e é uma das favoritas ao Oscar ao lado de Viola Davis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor ator coadjuvante:&lt;br /&gt;Christopher Plummer, "Beginners" Vencedor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Kenneth Branagh, "My week with Marilyn"&lt;br /&gt;Albert Brooks, "Drive"&lt;br /&gt;Jonah Hill, "O Homem que Mudou o Jogo"&lt;br /&gt;Viggo Mortensen, "Um Método Perigoso"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Era esperada a vitória de Plummer, já que seu personagem é muito forte. Além de ser uma espécie de homenagem por toda sua carreira incrível. Também favoritíssimo ao Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor atriz coadjuvante:&lt;br /&gt;Octavia Spencer, "Histórias Cruzadas" Vencedor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Berenice Bejo, "O Artista"&lt;br /&gt;Jessica Chastain, "Histórias Cruzadas"&lt;br /&gt;Janet McTeer, "Albert Nobbs"&lt;br /&gt;Shailene Woodley, "Os Descendentes"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Com a atuação excepcional de Histórias Cruzadas, Spencer só teria sua companheira Jéssica Chastain como adversária. Parece inevitável sua vitória no Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme em língua estrangeira:&lt;br /&gt;''A Separação" Vencedor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;"The Flowers of War"&lt;br /&gt;''In The Land of Blood and Honey"&lt;br /&gt;''O Garoto da Bicicleta"&lt;br /&gt;''A Pele que Habito"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vencedor de tudo o que podia até agora, o filme que trata de um divórcio em um país como o Irã é no mínimo forte. O Garoto da Bicicleta, único que poderia vence-lo não vai ao Oscar. Separação esta com a estatueta nas mãos, azar para o nosso Tropa, se ele for indicado, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme de animação:&lt;br /&gt;"As Aventuras de Tintin: O Segredo de Licorne" Vencedor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;''Operação Presente"&lt;br /&gt;''Carros 2"&lt;br /&gt;''Gato de Botas"&lt;br /&gt;''Rango"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apesar de ser muito interessante a crise de identidade do camaleãozinho Rango, Spielberg unindo-se a Peter Jackson para adaptar um famoso quadrinho, ainda por cima com qualidade digital de primeira, é covardia. Também favoritíssimo ao Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor roteiro:&lt;br /&gt;Woody Allen, "Meia-noite em Paris" Vencedor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;George Clooney, Grand Heslov e Beau Willimon, "Tudo pelo poder"&lt;br /&gt;Michel Hazanavicius, "O Artista"&lt;br /&gt;Alexander Payne, Nat Faxwon e Jim Rash, "Os Descendentes"&lt;br /&gt;Steven Zaillian e Aaron Sorkin, "O Homem que Mudou o Jogo"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apesar da ousadia e poder do argumento de Hazanavicius em O Artista, não há como resistir à fantástica e melancólica epopéia de Allen com os grandes nomes da história da arte européia. Entretanto para o Oscar, acredito na vitória do francês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trilha sonora original&lt;br /&gt;Ludovic Bource, "O Artista" Vencedor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Abel Korzeniowski, "W.E."&lt;br /&gt;Trent Reznor e Atticus Ross, "Os Homens que Não Amavam as Mulheres"&lt;br /&gt;Howard Shore, "A Invenção de Hugo Cabret"&lt;br /&gt;John Williams, "Cavalo de Guerra"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em um filme em mudo, seria de grande importância que a trilha fosse especial. Com um trabalho bem feito, vitória merecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor canção original:&lt;br /&gt;“Masterpiece” (música e letra de Madonna, Julie Frost, Jimmy Harry), “W.E.” Vencedor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"Hello hello" (música de Elton John, letra de Bernie Taupin), "Gnomeu e Julieta"&lt;br /&gt;"The keeper" (música e letra de Chris Cornell), "Redenção"&lt;br /&gt;"Lay your head down" (música de Brian Byrne, letra de Glenn Close), "Albert Nobbs"&lt;br /&gt;"The living proof" (música de Mary J. Blige, Thomas Newman, Harvey Mason Jr., letra de Mary J. Blige, Harvey Mason Jr., Damon Thomas), "Histórias cruzadas"&lt;br /&gt;- Estranha esta vitória. Apesar de ser uma bela canção, não era a melhor. Talvez nem para a lista do Oscar vá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-5794884744418517271?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/5794884744418517271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/vencedores-do-globo-de-ouro-2012-cinema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5794884744418517271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5794884744418517271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/vencedores-do-globo-de-ouro-2012-cinema.html' title='Vencedores do Globo de Ouro 2012: Cinema'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-5567451896892444093</id><published>2012-01-12T10:42:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T10:45:08.215-08:00</updated><title type='text'>A nova era do Cinema brasileiro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cinema nacional vem em uma parábola crescente - mesmo que as produções “novelizadas” ainda sejam a maioria – trazendo reconhecimento internacional digno ao Cinema que já foi reverenciado e aplaudido pelo mundo a fora na época das epopéias paradoxais de Glauber Rocha e cia. com o movimento do &lt;em&gt;Cinema Novo&lt;/em&gt;. A década que terminou a menos de um mês trouxe uma nova cara para nossas produções, batendo forte aonde dói nos brasileiros, traz um choque de realidade que traduz, de fato, o que muitos brasileiros enfrentam todos os dias para se manterem vivos.&lt;br /&gt;Filmes como &lt;strong&gt;Caminho das Nuvens&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Abril despedaçado&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Linha de Passe&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;5x Favela – Agora por nós mesmos&lt;/strong&gt;, preocuparam em fazer cinema real, em cada um deles focando os diferentes problemas enfrentados por brasileiros em diferentes regiões do país. Porém &lt;strong&gt;Cidade de Deus&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Tropa de Elite 1 e 2&lt;/strong&gt; vieram criar novos parâmetros. Fernando Meirelles e José Padilha foram além e mesclarem “cinemão” à lá Hollywood, com a precisão de um roteiro bem construído e preocupado em ser arte. Reforçaram o mote e não se preocuparam em “ofender” as autoridades públicas, com o choque de realismo que faz até os mais céticos às mazelas de nossos governantes sair das sessões se sentindo traído por eles.&lt;br /&gt;Esse papo de “queimar nosso filme lá fora” é demagogia barata de político que acha a população totalmente imbecil. Claro, a grande parte dela é carente de informações e vivem à mercê de uma monocultura televisiva que prega a manutenção deste ou aquele poder estável. Por isso a dificuldade de se assimilar a dura realidade desses longas, e não é de se estranhar alguém falar que o estado de caos na cidade de São Paulo mostrado no mediano &lt;strong&gt;Salve Geral&lt;/strong&gt; de Sérgio Rezende é um grande exagero. Para estas pessoas, isto é sensacionalismo barato da imprensa marrom, já que somos a sexta economia do mundo.&lt;br /&gt;Ainda é cedo para elevar este momento de hiper-realismo de nosso cinema será algo que influenciará nosso meio cultural, como fez o &lt;em&gt;Cinema Novo&lt;/em&gt;. Mas o fato é que seu enriquecimento quantitativo e qualitativo não pode ficar despercebido. Além disso, outras produções com discurso menos político, mas não menos contemporâneo, acena para o fim da desconfiança de que nosso cinema apela à violência para conseguir bons resultados. Os maiores exemplos são o bom &lt;strong&gt;As Melhores Coisas do Mundo&lt;/strong&gt; de Laís Bodanzky, e o excelente sucesso de público e crítica &lt;strong&gt;O Palhaço&lt;/strong&gt; de Selton Mello.&lt;br /&gt;Talvez essa fase não seja uma reedição da época de ouro de Rocha e cia. e sim a criação de um novo estilo, algo com mais apelo comercial, mas também com maior liberdade que os antepassados não tiveram. É a oportunidade de crescimento real, a chance de mostrar que o Brasil não é apenas o país do futebol. Daqui há algum tempo podemos chama-la de Cinema Novíssimo ou Neo-Realismo Brasileiro. Mas primeiro, o bom momento deve persistir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-5567451896892444093?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/5567451896892444093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/nova-era-do-cinema-brasileiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5567451896892444093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5567451896892444093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/nova-era-do-cinema-brasileiro.html' title='A nova era do Cinema brasileiro'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-190307994368368007</id><published>2012-01-10T05:56:00.000-08:00</published><updated>2012-01-10T06:02:29.937-08:00</updated><title type='text'>HISTÓRIAS CRUZADAS (The Help, 2011)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The Help, 2011. Dirigido por Tate Taylor. Com Emma Stone, Viola Davis, Octavia Spencer,Jessica Chastain, Bryce Dallas Howard e Sissy Spacek.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Cotação: ☻☻☻&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Com um roteiro que funde os ideais femininos de uma época desigual, o filme é um forte candidato a estar entre os “oscarizáveis” de 2011, principalmente pelas atuações de suas atrizes. Um fabuloso e divertido conto sobre coragem, respeito e humanidade. &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Paulo Silva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser mulher num mundo povoado de preconceitos e preceitos infundados muitas das vezes nos cala perante situações inócuas recheadas de inadequações aos princípios de humanidade. Uma mulher que nasce com a coragem suficiente para se fazer ouvir e, mais especialmente, se entender neste mundo, em qualquer época que seja, merece ser lembrada com carinho e admiração através dos tempos. Mulheres que ousaram desafiar os padrões impostos pela sociedade maniqueísta a qual deveriam silenciosamente pertencer. São as chamadas mulheres a frente de seu tempo. Ou seja, aquelas que nasceram na hora certa e no tempo errado. Será mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003, o diretor Mike Newell dirigiu o excelente &lt;strong&gt;O Sorriso de Monalisa&lt;/strong&gt; em que Julia Roberts encabeçando um elenco de jovens estrelas, interpretava uma professora recém-chegada a um tradicional e ultraconservador colégio para moças. Katherine Watson fazia mais que lecionar história da arte. Com suas ideias liberais, aos poucos ela foi se tornando uma espécie de mentora para além dos muros da escola, interferindo beneficamente na vida de suas alunas de Wellesley. Seu comportamento, como era de se esperar, causou um profundo impacto moral para a maioria das conservadoras do lugar. Atraída pelas possíveis mudanças daquela época, Katherine se deixou iludir pelo chafariz de promessas na formação de mulheres fortes e independentes que seriam futuramente o modelo de um futuro promissor, uma vez que ali se encontrava as mulheres mais inteligentes do país. Contudo, ela aprendeu que as mudanças que tanto ansiava viriam de forma gradativa e isso fez com que optasse em derrubar outros muros do preconceito fora dali. “Uma escola de boas maneiras disfarçada de colégio”, conclui melancolicamente em uma das passagens do filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em &lt;strong&gt;Histórias Cruzadas&lt;/strong&gt; (The Help), a jornalista Skeeter Phelan (Emma Stone) não teve o mérito de fazer ouvir. Ela foi mais além. Foi a mão que conduziu um grupo de empregadas negras do estado do Mississipi a desafiar os limites comportamentais da época. Domésticas que ousaram contar em alto e bom som suas próprias histórias. Com coragem, a jovem Skeeter que foi nascida e criada para desempenhar os papéis que toda moça de boa família da cidade nascera para desempenhar. Quando foge deste padrão, a jornalista é tachada de “diferente” por todos e até mesmo por sua mãe, que chega a sugerir um “remédio especial para tratar seus problemas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Skeeter era realmente especial. Uma mulher que se preocupava com o amor em sua forma mais universal, e não apenas canalizado entre maridos e filhos. Uma mulher que viu o casamento como opção, não uma solução. Foi este princípio inflamado pelo amor universal que a fez enxergar em sua babá negra um espelho para sua vida. Impulsionada por estes ideais, a jornalista decide se unir às corajosas Aibileen (Viola Davis) e Minny (Octavia Spencer) e imortalizar suas histórias através de um livro. Nele, ambas puderam fazer o que legalmente era impossível naquela época. Ter voz e vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas histórias, contavam todo e qualquer detalhe dos mais curiosos aos escabrosos da vida de seus patrões através de suas visões de subordinadas. Ao optar por uma ótica diferente, Skeeter realiza seus desejos de aceitação quanto mulheres e mães. Isso se dava por conta de um poderoso vínculo maternal com os filhos de suas patroas. No entanto, com a segregação racial que ditava o modelo comportamental daquele tempo, era impossível de se integrar formalmente ao núcleo familiar ao qual serviam. E para as crianças, discernir entre a mãe biológica e a mãe de fato, se tornava uma tarefa confusa e difícil. Em suma, podiam limpar as fraldas das crianças, mas não frequentar o mesmo banheiro dos patrões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí surge as esposas caricatas como Hilly Hollbrook (Bryce Dallas Howard). Uma exímia representante de moças formadas pelo colégio onde Katherine lecionava e seus papéis que teriam nascido para desempenhar, conseguem fracassar nos dois níveis por meio de uma série de equívocos alimentados pelo preconceito que comodamente molda sua personalidade. O de esposa e de mãe. Estes parâmetros regiam as relações estabelecidas entre as mulheres brancas e negras até que a jovem Skeeter cruza o caminho de Aibileen e Minny estendendo suas duas mãos para as súplicas quase asfixiantes. Mãos que serviram como mecanismo de libertação para ambas por meio das palavras orais e escritas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto em &lt;strong&gt;O Sorriso de Monalisa&lt;/strong&gt; quanto em &lt;strong&gt;Histórias Cruzadas&lt;/strong&gt;, vimos que a expressão mulheres a frente de seu tempo não deviam definir as personagens de Julia e Emma diante da postura admiravelmente corajosa de ambas. Elas não foram e nem são mulheres a frente de seu tempo. São mulheres a frente de todos os tempos. Mulheres que se não tivessem ousado em um tempo onde a ousadia era uma palavra abstrata, não teriam sido tão especiais por nascer na hora e no tempo certo. Tempo que necessitava de uma mão para derrubar seus preceitos estúpidos. De uma ajuda fortuita como exemplos edificantes de formação moral e acadêmica. Não teriam ajudado suas alunas e amigas a se libertarem do espartilho de uma sociedade com valores obsoletos que só faz diminuir a mulher em si. Seja ela branca ou negra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez este seja o maior mérito do filme de Tate Taylor, que com certeza é um dos melhores lançamentos de 2011. Através de suas personagens magistralmente interpretadas por um grande elenco, ele unifica modelos heterogêneos de mulher em suas relações, bem como seus dramas e histórias. No final, todas nós pertencemos a este mundo. Em qualquer tempo, hora, lugar temos que estar sempre a frente de tudo. Sempre procurando provar o nosso valor. Sempre procurando derrubar os muros que nos separam da aceitação e autoafirmação. Sempre oferecendo uma mão para soltar os reprimidos das amarras do silêncio. Dar voz a quem não pode se fazer ouvir é certamente uma ajuda que liberta e que faz sorrir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-190307994368368007?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/190307994368368007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/historias-cruzadas-help-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/190307994368368007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/190307994368368007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/historias-cruzadas-help-2011.html' title='HISTÓRIAS CRUZADAS (The Help, 2011)'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-775223553243907959</id><published>2012-01-06T07:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-06T07:07:42.678-08:00</updated><title type='text'>BEN-HUR</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DOIS CONTOS DO CRISTO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Um drama rico e glamoroso, que transcende os limites do espetáculo”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;The New York Times&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro sucesso do cinema a faturar 11 Oscar, &lt;strong&gt;Ben-Hur&lt;/strong&gt; conta como a história do Cristo se fundamentou no embate antigo da linha tênue entre o ódio e o amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um conto do Cristo.” Assim são abertos os créditos iniciais de Ben-Hur, um épico grandioso que traça um paralelo interessante entre dois personagens inesquecíveis dentro da história, cada qual a seu modo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Judah Ben-Hur (Charlton Heston), um aristocrata judeu de grande influência econômica na Região, viu sua vida desmoronar após um incidente com o novo Governador do Estado da Judéia. Viu sua mãe e sua irmã serem condenadas injustamente a uma vida sub-humana nas masmorras romanas. Viu a desesperança transformar seu coração em uma rocha sólida à procura de justiça contra um inimigo inesperado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O romano Messala (Stephen Boyd), após uma bem sucedida campanha pelo Império Romano, volta a sua Terra Natal ostentando um posto considerável. Para fortalecer a dominação romana no território, Messala faz uma proposta ao amigo de infância. Ben-Hur teria de ajudá-lo na missão de restabelecer a ordem na região judaica que transpirava fanatismo religioso à espera do Messias. O romano rogava em nome da velha amizade para sustentar as muitas questões políticas da época. No entanto, o amigo não concordava com os métodos nada ortodoxos do Império Romano para estabelecer esta ordem. Diante da recusa do judeu, o oficial romano usa um incidente com o Governador da Judéia como represaria contra uma possível rebelião. Assim, Ben-Hur e sua família são condenados a um destino insólito, que inclui as masmorras e a escravização nos navios de Guerra. Mas antes de partir, jura a Messala que irá retornar para fazer justiça.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Enquanto isso, o Império Romano continuava sua saga de escravização e punições contra seu povo. A situação se tonara insustentável na Região e rebeliões dispersas eram facilmente sufocadas. Até que surgiu um filho de carpinteiro da região da Galileia, chamada Nazaré, que teria a missão de reunir o povo e marchar para a tão sonhada liberdade. Jesus conduzia uma multidão de seguidores por todos os lados, proclamando o Evangelho com base no amor incondicional ao próximo em meio a muitos milagres. Seu nome ecoou tão forte que rapidamente foi denominado o Messias, ou seja, aquele que libertaria os filhos de Israel da opressão. Como consequência, tornou-se uma ameaça em potencial ao Sistema que imperava. O mesmo sistema que condenou Ben-Hur.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O judeu retornou à sua Terra como o filho de um Cônsul romano a quem salvou a vida, com a oportunidade de recuperar a sua e a Honra de todo seu povo por meio de uma tradicional corrida de Bigas. Assim, se faz. Ben-Hur vence a corrida, recupera a dignidade e ainda descobre pelo amigo quase desfalecido o paradeiro de sua família.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Após o duro golpe de saber que sua família contraiu uma doença incurável nas prisões romanas, nele se desencadeia um sentimento que desconhecia até então. Um desejo de vingança contra aqueles que julgava serem responsáveis por tudo que passara até aquele momento. O Império Romano, entre tantos outros crimes, teria corrompido a alma de seu amigo. Sua sede de justiça só seria saciada com a queda do mesmo. O Império teria de sofrer o mesmo golpe que endureceu seu coração. A estas alturas, Ben-Hur era considerado o Redentor de seu povo depois de vencer Messala na corrida. O povo judeu o aclamava entre louros e aplausos. Naquela época, derrotar um romano na arena significava mostrar todo o poder dos outros homens. A fama e o poder consequente fortaleceram suas ambições de liberdade pelo poder da espada. Liderar uma rebelião a fim de terminar com a tirania em seu país. É neste momento que o filme ganha contornos espirituais com bases na figura de outro Redentor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dá para imaginar Jesus de Nazaré como apenas um coadjuvante numa história? Esta certamente foi a maior proeza do filme de William Wyler. Jesus não resplandece sua face na tela e muito menos menciona uma palavra sequer. Um relance de imagem é o suficiente para transcender sua presença no filme. Sua silhueta surge como o carpinteiro que se abaixa, humildemente, para saciar a sede de Ben-Hur caminhando na escravidão dos desertos. Um segundo encontro se faz quando o judeu retribui o gesto de caridade ao Cristo no caminho do Calvário.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sem entender o porquê de aquele Homem Bom ter sido condenado à morte, Ben-Hur se viu na mesma situação tempos atrás. Ambos foram vítimas da injustiça. A diferença foi que enquanto o aristocrata pensou em usar seu ódio como arma, o carpinteiro pregou incessantemente o Amor como a única arma da verdadeira liberdade. Até mesmo nas horas de desespero, suas palavras serviram como alento a todos que ansiavam por esperança. O embate moral de Ben-Hur chega ao limite da condição humana, quando o lado obscuro de sua alma se esvai diante do milagre das últimas palavras proferidas por Cristo na cruz. “Pai, perdoai-lhes, pois eles não sabem o que fazem”. “Eles” a quem se refere é diretamente ao sistema que o condenou à morte. O mesmo sistema que assolava seu povo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sentindo o poder das palavras de Cristo, a redenção de Ben-Hur salva as vidas de sua mãe e irmã curadas pela fé. “E senti a sua voz tomar a espada de minha mão”. A jornada de Ben-Hur não é apenas marcada por vingança. Este não foi o principal propósito que alimentou sua alma. A busca por justiça para com ele e sua família o impulsionou a cumprir seus desígnios, até mesmo nos momentos de total desesperança. Ele não via em Messala um inimigo em potencial. A inimizade entre eles foi circunstancial em virtude de uma incompatibilidade de ideais. Será que estamos preparados para conhecer e traçar a linha tênue que separa o ódio do que mais possa nos levar a outro caminho? Sentir dentro de nós a grandeza espiritual destes dois Cristos?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Conhecido por interpretar personagens reais, Heston surpreende num papel fictício e ao mesmo tempo tão real que lhe deu o Oscar de Melhor Ator. Tão surpreendente quanto ver um Jesus com tamanha onipotência somente pelo poder de sua presença subjetiva. Tão surpreendente quanto um filme de ação tratar com tanta humanidade um tema relevante a qualquer época. Sentimentos que ditam os caminhos pela alma humana e obriga cada ser humano a escolher qual curva seguir. Como uma corrida de Bigas, tomar as rédeas de seu próprio destino. Este é o ideal da verdadeira liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a força de Ben-Hur e o espírito de Cristo estejam sempre conosco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-775223553243907959?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/775223553243907959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/ben-hur.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/775223553243907959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/775223553243907959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/ben-hur.html' title='BEN-HUR'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-5972327277597003735</id><published>2012-01-04T06:32:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T06:34:32.195-08:00</updated><title type='text'>Uma Rua Chamada Pecado (1952)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(A Streetcar Named Desired, 1952).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Dirigido por Elia Kazan, adaptado da peça de Tennesee Willians por ele mesmo. Com Vivien Leigh, Marlon Brando, Kim Hunter, Karl Malden.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Cotação: ☺☺☺☺&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tennesee Willians foi um dos mais cultuados autores do teatro americano e um dos que tiveram suas obras mais vezes adaptadas para o cinema. Suas obras tratavam sempre de conflitos intensos de família, com discussões sobre a condição humana latente em todos seus atos e aspectos. Um dos raros a tratar infidelidade, alcoolismo, homossexualismo, ou seja, peculiaridades humanas censuradas pela sociedade moralista da época. Em seu mais brilhante trabalho, &lt;strong&gt;Um Bonde Chamado Desejo&lt;/strong&gt;, Willians discute a luxúria, e de certo modo, uma mudança de condição da mulher submissa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao se juntar a Elia Kazan e adaptá-la para o cinema, revolucionaram os parâmetros cinematográficos da censura, e mesmo tendo varias restrições, soube arquitetar o roteiro de modo a deixar claras as intenções. O moralismo americano, conseguido após a 2ª Guerra Mundial, que fortaleceu a ideologia do american way life, não foi o suficiente para impedir o sucesso do filme. Hoje, o cinema talvez não fosse o mesmo sem a coragem da dupla.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em &lt;strong&gt;Uma Rua Chamada Pecado&lt;/strong&gt;, a trama se desenvolve em torno de quatro personagens, como de costume nas obras Tennesee, um número bem reduzido. A chegada de Blanche Dubois (Vivien Leigh) desestabiliza a vida de sua irmã Stella Kowalski (Kim Hunter) e Stanley Kowalski (Marlon Brando) em um cortiço de Nova Orleans. Seu evidente desequilíbrio mental afeta não só a relação com o casal, mas também a relação com Mitch (Karl Malden), com quem tinha começado um romance.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As vertentes das histórias se tornam um mesmo caminho. Criam uma miscelânea de manifestações que põe sob teste as atitudes humanas, e é conduzido pela personagem de Leigh. O diretor faz do público o júri de Blanche, cabendo a nós classificá-la como uma depravada, louca e dissimulada ou se é apenas uma mulher que vive sob um regime moralista e machista. Por que um homem poderia deitar com muitas mulheres e uma mulher, viúva, não poderia sair em busca de saciar seus desejos? Além disso, questiona a superioridade do homem sobre a mulher, através de Stanley e Stella. Caracteriza o sexo masculino como um ser bruto e desprezível. No combate ao predomínio machista, Blanche Dubois também tem papel importantíssimo ao influenciar sua irmã a não aceitar mais as humilhações do marido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vencedor de quatro Oscar e indicado para mais sete, o filme conta com atuações incríveis de Marlon Brando, Kim Hunter, e Karl Malden, este dois últimos vencedores na categoria coadjuvante, que conseguiram montar com perfeição o espiral de emoções planejado pelo roteirista. Porém, o destaque maior é Vivien Leigh, também vencedora do prêmio da Academia, com uma atuação que exala sedução e insanidade, fez de Blanche Dubois uma das melhores interpretações que o cinema já viu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma obra-prima, tanto no que diz respeito ao conteúdo criado e adaptado com ínfima categoria por Willians, quanto à categoria cinematográfica de Kazan. Combinação perfeita que abriu as portas para que o cinema não ficasse preso ao tacanho método de censura, que tentaram evitar as mensagens impregnadas em cada quadro da película, mas que pelo bem da sétima arte, fracassaram.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-5972327277597003735?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/5972327277597003735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/uma-rua-chamada-pecado-1952.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5972327277597003735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5972327277597003735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2012/01/uma-rua-chamada-pecado-1952.html' title='Uma Rua Chamada Pecado (1952)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7439115267942747177</id><published>2011-12-30T03:56:00.000-08:00</published><updated>2011-12-30T04:03:33.304-08:00</updated><title type='text'>A MAIOR DAS RELÍQUIAS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ela nasceu de uma família de pais trouxas e desde criança já sofria uma espécie de bulling por ser diferente da maioria dos bruxos de Hogwarts. Pequenina, se encolhia num mundo permeado de livros, poções, e tudo mais que se possa existir para fazer de uma criança superdotada uma bruxa de verdade. Era tida como esquisita pela maioria dos colegas por justamente andar na contramão. De personalidade forte, nunca se deixou intimidar com as represarias. Sentia-se e de fato era, a mais brilhante aluna da Escola de Magia, deixando por algumas vezes emergir um ar de superioridade, até certo ponto de arrogância nas salas de aula. Ao optar por um isolamento de escapismo, a sensação de invulnerabilidade criou uma armadura de defesa em seu espírito. De toda esta matéria, fez-se Hermione Jean Granger (Emma Watson), a heroína da saga Harry Potter, e uma das maiores personagens da literatura e do cinema mundial.&lt;br /&gt;A arte de defesa contra as trevas da ignorância e do preconceito foi sua aliada durante um bom tempo. E embora pudesse parecer que estava no caminho certo em se dedicar inteiramente aos estudos, no fundo de seu exílio particular, lhe faltava algo. A paixão não correspondida pelo colega Ronald Weasley (Rupert Grint) colocava em xeque toda sua onipotência. Desta paixão fez-se uma fissura na armadura, deixando-a irritantemente vulnerável. Com a chegada do famoso Harry Potter (Daniel Radcliffe) a Hogwarts, parte de suas necessidades foram supridas. A relação com Ron Weasley mudou de sentido, passando a se conhecerem melhor mediante os perigos que uma amizade com Harry possa acarretar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o garoto que sobreviveu ao Lorde das trevas, desenvolveu uma mística parceria imprescindível para esta batalha. Uma parceria tão perfeita que traduz com exatidão a máxima de que para todo grande Herói existe aquele aliado fundamental. A pessoa que o ajuda a carregar o fardo que sua posição obriga. Clark Kent e Chloe Sullivan de Smallville e Frodo Bolseiro e Sam Wise Gandhi de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, são exemplos atuais do sucesso do entrosamento entre o Herói e seu chamado braço direito. Inclusive, Frodo e Sam seriam os personagens de J.R.R.Tolkien que teriam influenciado J.K.Rowlling a difundir os laços de amizade entre os poderosos bruxos, uma vez que a autora parece ter bebido da fonte de O senhor dos Anéis em algumas passagens de sua saga. Hermione estaria para Harry assim como Sam para Frodo. Contudo, para os fãs, não importa de onde veio a inspiração, pois o importante é o que esta inspiração trouxe de benéfico para eles. Hermione mostrou ter muito mais em comum com Harry que a inicial do nome, chegando a se equiparar, ou superá-lo em alguns aspectos por vezes. Harry dizia que Hermione seria uma bruxa muito melhor que ele, e ela, para retribuir a gentileza não se cansava de exaltar sua coragem. “Eu, livros e inteligência. Mas há coisas mais importantes. Amizade e coragem”, disse ao amigo certa vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, Ron seguia à margem, relutando em ouvir a voz de seu coração, mesmo diante de cada façanha realizada por ela. De estranha em primeiro instante, Hermione passou a ser brilhante perante seus olhos do rapaz a cada vez que exibia suas “mágicas soluções” a fim de escaparem das inúmeras enrascadas que se envolviam. Com seu vasto conhecimento do mundo dos trouxas arquitetou fugas oportunas de um local para outro em frações de segundos. O que para a maioria dos bruxos seria uma fraqueza (não ser de sangue puro), para ela definia sua personalidade e deixava sua força mais evidente. É aí que se fundamenta a importância em ser diferente. Poder contribuir a seu modo na luta contra o Mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coragem do menino Potter e o altruísmo do menino Weasley, só ganharam altivez com as qualidades latentes de Granger. Em cada desafio, a amizade entre eles se cristalizava. A jovem bruxa era o eixo principal que os unia. Ela estava sempre apostos toda vez que o perigo rondava seus amigos. Sua lógica perspicaz, sua notória inteligência, coragem onipresente, dedicação inflexível aos estudos, força de caráter singular, se acentuaram consideravelmente com o passar dos anos. Tudo isso mediante a um propósito: tornar-se o pilar inabalável de Harry Potter em sua Guerra contra Voldemort. Foi os olhos do amigo, guiando-o pelas mãos por diversas vezes em cada sequencia. O escudo que o protegeu de um terrível destino. Se tivessem sido criados por J.R.R.Tolkien, se veriam juntos numa jornada igualmente perigosa, com o menino bruxo afirmando: “Harry não teria chegado tão longe sem a Hermione”. Como reafirmou Ron Weasley de J.K.Rowlling, “A gente não ia durar dois dias sem ela”. E o ruivinho nenhum dia a mais sem ela. O casal fofo da saga finalmente se acertou mediante ao perigo eminente do fim do mundo. Conseguiram fundir a admiração dele para com ela, e o amor dela para com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que uma peça fundamental na batalha do Bem contra o Mal em Hogwarts, Hermione Granger é um típico modelo de heroína atípica, dotada de qualidades notáveis e defeitos aceitáveis. Uma personificação mais que perfeita da amizade incondicional, lealdade catedrática e do amor sublime. Três das maiores Relíquias da Vida de Hermione Granger. A maior das relíquias de Harry Potter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A OITAVA HORCRUX NO CAMINHO DE HARRY POTTER&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É ingrata e perigosamente propensa a erros a missão de adaptar uma obra literária. Perante este desafio, diretores e produtores de cinema tendem a ter cautela e discernimento a obter o mesmo êxito dos livros. É preciso fazer com que o público virgem das páginas, tenha acesso à sua história por meio das telas, mesmo que na forma adaptada. Impedir que todos sintam a necessidade de sair dos cinemas para uma biblioteca mais próxima a fim de entender o que viram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sucessos de público e crítica nos últimos tempos, filmes como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Código da Vinci&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; são exemplos extraordinários de que uma boa adaptação literária pode também se tornar um grande sucesso cinematográfico. Ambos transpuseram para as telas a mesma emoção dos livros, criando uma forma de entretenimento bem acessível àqueles que não se dispõem a se enveredar pelos caminhos das páginas. É possível apreciar a estes filmes sem nem sequer ter ouvido falar em Dan Brow ou J.R.R.Tolkien. Este é o chamado público leigo, ou seja, aqueles que apenas desejam assistir a um bom entretenimento, sem a obrigação de conhecer a fundo suas origens. Uma fórmula que costuma funcionar bem quando a preocupação em realizar obras de qualidade supera o fato de ter que repetir a qualquer custo (lê-se: lucrar) o sucesso dos filmes anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fenômeno criado pela escritora J.K.Rowlling, Harry Potter parecia deitar eternamente em berço esplêndido desde seu primeiro longa até que o passar dos anos trouxeram um sucesso tão imenso que o poder das telas mutilou o poder das páginas. Nestes quase 10 anos o fenômeno atingiu as salas de projeção tão rapidamente quanto aparatar de um local para outro. E foi justamente isto que fez com que as últimas sequências deixassem a desejar. A pressão dos grandes estúdios com contratos sumariamente assinados culminou com a falta de tempo hábil para realizar com mais “capricho” os filmes que viriam a fechar as lacunas deixadas pelos antecessores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os protestos dos fãs tornaram-se constantes, diante de uma adaptação equivocada ou de um proeminente adiamento da data do último filme. Além disso, detalhes primordiais para o fechamento da saga se perderam em meio a roteiros condensados, muitas cenas de ação e de pouca relevância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma adaptação não condizente com as páginas dos livros é um fato bem aceito, pois se trata de licença poética ou pura necessidade dos produtores. Mas quando forças maiores do que a arte interferem de maneira nociva no bom andamento de uma obra é de se lamentar. Assim, a fase mais madura da vida de Harry Potter e seus amigos (certamente a mais interessante), permaneceram na penumbra de um emaranhado de “como assim?” e “porquês” para quem leu os livros. Já para quem nunca tiveram em mãos as aventuras literárias do menino bruxo, sentiu-se perdido em alguns momentos assistindo aos capítulos derradeiros da maior franquia do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ápice da saga, o mais esperado, aquele que finalmente traria as respostas almejadas, decepcionou seu vasto público depois de tanto tempo de espera. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 2&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; já nasceu com a expectativa de ser o melhor de todos eles. Aquele que fecharia magistralmente a fascinante história de K.Rowlling. No entanto, as muitas sequências infundadas do thriller, a desvalorização de alguns dos personagens relevantes da saga, a confusão em relação à associação das Relíquias da Morte com as chamadas Horcruxes, transformaram toda a expectativa em frustração. Equívocos que respingaram até no embate final entre Harry e Voldemort. O poder do personagem soberbamente interpretado por Ralph Fiennes se esvaiu bem antes do esperado confronto, como ressalta Preview: “O personagem de Ralph Fiennes amedronta menos que sua cobra gigante assustadora”. Uma pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a última sequência do Lorde das Trevas foi sonolenta e sem empolgação, então o que dizer do fim da tresloucada Bellatrix Lestrànge (Helena Bonham Carter)? Uma das grandes vilãs da trama, a perversa prima de Sirius Black (Gary Oldmam), não merecia um fim tão patético. Vamos precisar do feitiço de Obliviate para esquecer a cena brindada com um erro de continuidade gritante! No fim de tudo, mais surpresas. Ruins, claro. A sequência final do trio de Heróis bruxos, regada a casamentos e herdeiros, transformou o filme em uma boa novela.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 2&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; só não foi uma decepção maior por conta da esplêndida atuação de Alan Hickman como o indecifrável Severus Snape. O intérprete do rabugento professor de Hogwarts roubou merecidamente, todos os holofotes para si, equilibrando perfeitamente as forças de seu personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja por meio dos livros ou pelas telas do cinema, o público que aprecia uma boa forma de entretenimento, busca sempre pelo melhor. E merece o melhor. Obras adaptadas devem ter a missão de antes de tudo, agradar o espectador em todos os níveis. Esta missão só se dá com exatidão quando se preocupam em fazê-lo com paixão pela arte e não visando apenas os enormes frutos que contratos milionários podem gerar. Uma Horcrux poderosa, onde se oculta a parte mais soturna da alma do cinema. Tão poderosa que nem o famoso Harry Potter pôde destruir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7439115267942747177?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7439115267942747177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/maior-das-reliquias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7439115267942747177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7439115267942747177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/maior-das-reliquias.html' title='A MAIOR DAS RELÍQUIAS'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1836648765948034564</id><published>2011-12-23T07:18:00.000-08:00</published><updated>2011-12-23T07:19:52.765-08:00</updated><title type='text'>DE PRIMEIRA CLASSE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;X-MEN Primeira Classe supera a trilogia morna e inconsistente dos mutantes de Xavier e dá o &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;pontapé inicial para uma nova era dos filmes de ação baseados nos quadrinhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando se pensa em fazer um filme sobre Heróis, os envolvidos no processo geralmente não se dão conta do excelente material que se tem em mãos. A fusão entre o humano e o heroico, o embate entre o Bem e o Mal, a formação e cristalização de propósitos de ambos os lados e claro, os imprescindíveis efeitos visuais. Assim, se molda com sucesso um filme deste gênero. Nos últimos tempos, estes quesitos, com exceção do último, foram inseridos de modo superficial nestas produções, obrigando o público a se contentar com um entretenimento voltado a um único propósito: faturar milhões em bilheterias sem se preocupar com a qualidade contextual destas produções. Um dos maiores exemplos disso foi a trilogia X-MEN lançada em 2000. Sob a batuta de Bryan Singer, as três sequências tinham como base o universo dos mutantes da Marvel em suas conhecidas e aclamadas caracterizações. Contudo, um roteiro vago e impreciso, minimizou as chances de se fazer uma bela homenagem a estes amados heróis. E este é o diferencial entre a primeira trilogia e o que se vê em &lt;strong&gt;X-MEN – Primeira Classe&lt;/strong&gt;. O filme de Mathew Vaughn nem de longe lembra a bagunça dos filmes de Singer com seu inchaço desnecessário de mutantes numa história sem um padrão definido e uma linha de raciocínio a se seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vaughn entra na contramão de Singer ao recomeçar a história com um roteiro consistente, personagens centrais bem homogeneizados aqui representados por três modelos indispensáveis para a série. A Guerra novamente serve como pano de fundo para a inserção de valores como a intolerância e auto aceitação, os carros-chefes do enredo mutante. O início se dá com o pequeno Erik Lensher (Bill Milner) num campo de concentração durante a Segunda Guerra. Ao usar seus poderes, ele chama atenção de Sebastian Shaw (Kevin Bacon), um importante oficial nazista, que deseja recrutar mutantes para lutar contra a ameaça humana num futuro próximo. Assim sendo, o menino que futuramente seria conhecido como Magneto, se transformaria em uma poderosa arma para este propósito. Contudo, a morte brutal de sua mãe, redireciona as prioridades de Erik (Michael Fassbender), já adulto, passando a caçar o algoz de sua família. Sua jornada em busca de vingança termina quando ele consegue seu objetivo. Matar o oficial, que também mostra ter poderes mutantes. Este episódio marcaria para sempre seus ideais na Guerra entre humanos e mutantes. Ideais que seriam o ponto de discórdia entre ele e seu melhor amigo o Professor Charles Xavier (James McAvoy).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme parece caminhar tranquilamente para contar como Erik Lensher transformou-se no poderoso Magneto, como em &lt;strong&gt;X-Men origens: Wolverine (2009),&lt;/strong&gt; mas em Primeira Classe isso não ocorre dada a importância primordial no filme de seu amigo telepata e de uma das mais instigantes mutantes, em toda sua acepção da palavra, a sensual Mística (Jennifer Lawrence). Juntos, formam o fio condutor da história, com interpretações seguras dentro de um contexto coerente e linear. Assim somos apresentados a cada um de modo particular com suas inquietações tipicamente humanas e ideais formulados durante o filme. Vimos como a amizade entre os dois mutantes se disseminou com o conflito latente em relação à Guerra. E o que levou a jovem Haven a optar pela militância ao lado do mutante com poderes magnéticos. Tópicos que ficaram obscuros em todas as outras sequencias da série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X-Men Primeira Classe apaga todos os equívocos da primeira trilogia e reescreve a história ao elevar o filme a algo visto em &lt;strong&gt;Batman - o cavaleiro das trevas (2008&lt;/strong&gt;). Cinema de primeira linha, mesmo que o objetivo seja apenas entreter. Quando estes objetivos ultrapassam nossas expectativas, torna-se uma agradável surpresa. E como é prazeroso assistir a um ótimo entretenimento quando se tem plena consciência ao o que se está assistindo! Que daqui pra frente os profissionais envolvidos neste processo tenham consciência de que não basta apenas vestir o Herói com uniforme e máscara. É preciso ter inteligência e criatividade para criar e conduzir outros filmes como o de Vaughn. Para que haja outras produções de primeira classe.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1836648765948034564?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1836648765948034564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/de-primeira-classe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1836648765948034564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1836648765948034564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/de-primeira-classe.html' title='DE PRIMEIRA CLASSE'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-5961756547005211517</id><published>2011-12-19T03:02:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T03:30:09.167-08:00</updated><title type='text'>Globo De Ouro 2012</title><content type='html'>Prévia do Oscar? Nem tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a lista dos indicados ao Globo de Ouro para cinema. Dizem que é uma prévia do Oscar, o que discordo, já que muitos filmes ganham força na Academia por questões técnicas. Apresentarei os candidatos, minhas apostas e quem talvez sobreviva para o Oscar. São eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme - Drama:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"Os descendentes"&lt;br /&gt;''Histórias cruzadas"&lt;br /&gt;''A invenção de Hugo Cabret"&lt;br /&gt;''Tudo pelo poder"&lt;br /&gt;''O homem que mudou o jogo"&lt;br /&gt;''Cavalo de guerra"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desses, acho que o prêmio vai para o independente Os Descendentes de Alexander Payne. Estranhamente ignoraram A Árvore da Vida de Terrence Malick , O Espião que Sabia Demais, de David Fincher e Tão Forte e Tão Perto de Stephen Daldry. Porém, são muitas regras que moldam a lista, além de não levarem em consideração aspectos técnicos. Por isso, nem sempre quem ganha o Globo de Ouro é favorito ao Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme - Musical ou Comédia:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"50/50"&lt;br /&gt;''O Artista"&lt;br /&gt;''Missão Madrinha de Casamento"&lt;br /&gt;''Meia-noite em Paris"&lt;br /&gt;''My week with Marilyn."&lt;br /&gt;- Considero uma categoria estúpida. Era melhor colocar dez candidatos em uma só categoria, isso evitaria que O Artista, postulante a obra-prima do ano, Meia-Noite em Paris e My week with Marilyn, se desvalorizem concorrendo com filmes inferiores. Dos três, o filme de Hazanavicius vence, mas os outros dois provavelmente estão na lista da Academia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor ator - Drama:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;George Clooney, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Os descendentes"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Leonardo DiCaprio, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"J. Edgar"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Michael Fassbender, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Shame"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Ryan Gosling, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Tudo pelo poder"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Brad Pitt, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O homem que mudou o jogo"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Nessa categoria, é difícil um prognóstico, mas a disputa fica entre Clooney, DiCaprio e Pitt. Aposto em DiCaprio. Ryan Gosling e Michael Fassbender disputam uma vaga para a lista do Oscar, apesar de o primeiro poder entrar por outro filme, Drive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor atriz - Drama:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Glenn Close, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Albert Nobbs"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Viola Davis, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Histórias cruzadas"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rooney Mara, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O homem que não amava as mulheres"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Meryl Streep, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A dama de ferro"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Tilda Swinton, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Precisamos falar sobre o Kevin"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Briga de cachorra (no bom sentido) grande nessa categoria. Glenn Close e Meryl Streep são favoritas. Mas Viola Davis é uma ameaça a ser considerada. Fico com Glenn Close. Acho que na bacia das almas Rooney Mara entrará no Oscar, Tilda Swinton sairá para a entrada de Michelle Willians, é serão assombradas por Kirsten Dunst (Melancolia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diretor:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Woody Allen, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Meia-noite em Paris"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;George Clooney, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Tudo pelo poder"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Michel Hazanavicius, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O Artista"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Alexander Payne,&lt;strong&gt;&lt;em&gt; "Os descendentes"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Martin Scorsese, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A invenção de Hugo Cabret"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Parece ser barbada a vitória de Michel Hazanavicius, e aposto nele. Alexander Payne corre por fora,e Scorcesse está na lista por seu prestígio (não desmerecendo seu filme, que não vi). Allen não ficará para a lista do Oscar, assim como Clooney. Perderão lugar para Steven Spielberg (Cavalo de Guerra) e Terrence Malick (A Árvore da Vida). Stephen Daldry (Tão Forte e Tão Perto) e David Fincher (O Homem que não Amava as Mulheres), também tem chances.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor ator - Musical ou Comédia:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Jean Dujardin, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O Artista"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Brendan Gleeson,&lt;strong&gt;&lt;em&gt; "O Guarda"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Joseph Gordon-Levitt, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"50/50"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Ryan Gosling, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Amor a toda prova"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Owen Wilson, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Meia-noite em Paris"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- É quase certa a vitória de Dujardim. Mas sabe-se o que se passa na cabeça da imprensa internacional. Deles, só ele mesmo para o Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Melhor atriz - Musical ou Comédia:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Jodie Foster, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Carnage"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Charlize Theron, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Jovens adultos"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Kristen Wiig, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Missão Madrinha de Casamento"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Michelle Williams, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"My week with Marilyn"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Kate Winslet, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Carnage"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Michelle Willians é minha aposta. Mas Charlize Theron tem força, assim como Forster e Winslet. Mas para a lista da Academia, só a loirinha incorporada por Marilyn Monroe mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor ator coadjuvante:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Kenneth Branagh, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"My week with Marilyn"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Albert Brooks, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Drive"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Jonah Hill, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O homem que mudou o jogo"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Viggo Mortensen, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Um método perigoso"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Christopher Plummer,&lt;strong&gt;&lt;em&gt; "Beginners"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Plummer não se cansa e é provável que vença. Mas aposto na volta do Shakespeareano Branagh. São dois nomes certos no Oscar. Acredito que Viggo Mortensen como Sigmund Freud vai encher os olhos dos acadêmicos. Hill e Brooks dependerão da força de seus filmes até janeiro, já que Tom Hanks e Max Von Sydow (Tão Forte e Tão Perto), e Paul Giamatti (Tudo pelo Poder) estão no páreo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor atriz coadjuvante:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Berenice Bejo, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O Artista"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Jessica Chastain, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Histórias cruzadas"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Janet McTeer, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Albert Nobbs"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Octavia Spencer, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Histórias cruzadas"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Shailene Woodley,&lt;strong&gt;&lt;em&gt; "Os descendentes"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- O duelo será entre Bejo e Spencer, aposto na primeira. As duas juntamente com Jéssica Chastain são quase certeza no Oscar. Já as outras sairão para a entrada de Vanessa Redgrave (Coriolanus) e Judy Denchi (J. Edgar). Emma Watson (Cavalo de Guerra) espera a repercussão de seu filme para abocanhar uma vaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme em língua estrangeira:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;"The flowers of war"&lt;br /&gt;''In the land of blood and honey"&lt;br /&gt;''O Garoto da Bicicleta"&lt;br /&gt;''A Separação"&lt;br /&gt;''A Pele que Habito"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gostaria que O Garoto da Bicicleta dos irmãos Dardenne vencesse, entretanto, o iraniano A Separação é minha aposta. Por questões de regulamento, Tropa de Elite 2 ficou de fora da seleção. O interessante é que para o Oscar, só o representante do Irã e The Flowers of War estão na disputa por uma vaga. Poderão ter a companhia de Miss Bala (México), Pa Negre (Espanha) e O Porto (Finlândia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme de animação:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;"As Aventuras de Tintin: O segredo do Licorne"&lt;br /&gt;''Operação Presente"&lt;br /&gt;''Carros 2"&lt;br /&gt;''Gato de Botas"&lt;br /&gt;''Rango"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A animação de Spielberg vence. Não acho que O Gato de Botas e Carros 2 sobrevivam na lista da Academia. Rio e Happy Feet 2, assim como Kung Fu Panda 2 podem pintar até janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor roteiro:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Woody Allen, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Meia-noite em Paris"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;George Clooney, Grand Heslov e Beau Willimon, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Tudo pelo poder"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Michel Hazanavicius,&lt;strong&gt;&lt;em&gt; "O Artista"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Alexander Payne, Nat Faxwon e Jim Rash, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Os descendentes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;Steven Zaillian e Aaron Sorkin, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O homem que mudou o jogo"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Vence o roteiro de Hazanavicius. Lembrando que para o Oscar a categoria se divide em original e adaptado. Todos provavelmente estarão na listagem, assim como Tão Forte e Tão Perto, Cavalo de Guerra e O Espião que Sabia Demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trilha sonora original&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ludovic Bource, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O Artista"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Abel Korzeniowski, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"W.E."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Trent Reznor e Atticus Ross, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"O homem que não amava as mulheres&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;Howard Shore, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"A invenção de Hugo Cabret"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;John Williams, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Cavalo de guerra"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Aposta no bi da dupla Reznor/Ross. É bem provável que só eles Willians e Shore continuem para o Oscar. Mas tudo sempre pode mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor canção original:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;"Hello hello" (música de Elton John, letra de Bernie Taupin), &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Gnomeu e Julieta"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;"The keeper" (música e letra de Chris Cornell), &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Redenção"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;"Lay your head down" (música de Brian Byrne, letra de Glenn Close), &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Albert Nobbs"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;"The living proof" (música de Mary J. Blige, Thomas Newman, Harvey Mason Jr., letra de Mary J. Blige, Harvey Mason Jr., Damon Thomas), &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Histórias cruzadas"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;“Masterpiece” (música e letra de Madonna, Julie Frost, Jimmy Harry), &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“W.E.”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Não conheço as canções. Mas aposto na força do filme Histórias Cruzadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-5961756547005211517?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/5961756547005211517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/previa-do-oscar-nem-tanto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5961756547005211517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5961756547005211517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/previa-do-oscar-nem-tanto.html' title='Globo De Ouro 2012'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-8226628769125649139</id><published>2011-12-14T08:39:00.000-08:00</published><updated>2011-12-14T08:41:05.990-08:00</updated><title type='text'>TOM HANKS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ele vale o quanto pesa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;“Um astro que vale o que recebe”. A frase atribuída a Antony J. Hanks, ou simplesmente, Tom Hanks é de uma reciprocidade tão grande quanto o talento deste ator californiano que se tornou rapidamente um dos mais dignos modelos de astros cinematográficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em Oakland (Califórnia, EUA), ele passou a infância entre mudanças e separações. Após o divórcio dos pais, aos 5 anos de idade foi morar com o progenitor em Nova Iorque. Enquanto seus outros dois irmãos ficariam com a mãe por certo tempo. Anos mais tarde, a união definitiva da família Hanks mudou radicalmente sua vida. Na época de colegial, notava-se que não teria muita aptidão para os estudos acadêmicos. Assim sendo, dedicou seu tempo, entre a inadimplência nas aulas e as colas, à sua maior paixão: o teatro. Depois de diplomado, foi convidado pelo diretor Vincent Dowling para estagiar no Teatro Shakespeare de Great Lakes, em Cleveland. Bastou apenas um único verão para impressioná-lo e faturar seu primeiro prêmio como ator pela peça &lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Two Gentleman of Verona&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. No entanto, nem mesmo com este inicio arrasador na carreira, não o impediu de passar por problemas financeiros. As dificuldades se estenderam de forma pessoal e profissional até encontrar um agente e participar de peças off- Broadway. Neste tempo teve de implorar por um papel de 90 dólares em Ele sabe que você está só. Neste mesmo ano (1980), estreou na TV com uma variação do clássico &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quanto mais quente melhor&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, o seriado Bosom Buddies, que durou duas temporadas. O talento de Hanks ao se travestir de mulher no papel de Jack Lemon no cinema, chamou a atenção de Ron Howard e em 1984, estrelava ao lado de Daryl Hannah, a comédia romântica Splash – uma sereia em minha vida. O filme foi o boom que precisava para sua ascensão. Depois vieram Voluntários da fuzarca (1985) e um dos filmes que ele mais apreciou em fazer, Nada em Comum (1986).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ser grande se encaixou perfeitamente como o lema de sua carreira. A aspiração de um ator de talento notório em busca de reconhecimento. E foi exatamente neste filme de Penny Marshall que ele veio. Hanks recebeu sua primeira indicação ao Oscar no papel de garoto no corpo de um adulto. E não foi para menos, afinal, teve de substituir ninguém menos que Robert De Niro no papel. Para isso, Hanks se dedicou inteiramente ao personagem, interagindo com crianças para estudar seus comportamentos e gestos. Algo parecido ele usou nos palcos em sua fase de comediante nos clubes de Nova Iorque no Palco das Ilusões. Uma experiência que se tornou uma grande lição de vida. “Só depois de esgotar seu repertório em dois minutos e ter de passar o resto do tempo sem saber como entreter o público é que se descobre como o fracasso é deprimente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fracasso é uma palavra que deveria ser banida do dicionário de um ator que aspira competência e exala um carisma inebriante. Porém nem mesmo estes valiosos atributos o impediram de errar feio na escolha de alguns trabalhos. Dragnet - desafiando o perigo (1987); Meus vizinhos são em terror; Uma dupla quase perfeita (1989), onde dá uma de Dr. Doolitle contracenando com um cão horroroso e Joe vs. The Volcano (1990).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto o início dos anos 90 marcou definitivamente o início de uma nova era em sua carreira. Os fracassos ficariam para trás, e o nome Tom Hanks se tornaria sinônimo de reconhecimento. A grande virada ocorreu mais precisamente em 1990 como protagonista de A fogueira das vaidades de Brian de Palma. O sucesso o levou até Filadélfia (1992). Sua soberba interpretação de um advogado aidético que tenta limpar seu nome maculado pelos patrões da firma onde trabalhava, comoveu o público e impressionou a crítica, que não teve dúvidas em lhe dar seu primeiro Oscar. E para reafirmar seu enorme talento, no ano seguinte repetiu a dose em Forrest Gump, O Contador de Histórias, tornando-se o único ator a ganhar consecutivamente o prêmio. Dali em diante, seu nome foi parar no anfiteatro chinês de Los Angeles, bem como na calçada da fama em Hollywood. Já era um astro consagrado quando aceitou embarcar outro empreendimento. Em 1995 ele emprestou sua voz a um dos personagens mais amados do cinema atual. O cowboy Woody da franquia Toy Story. Para ele, um trabalho tão prazeroso quanto os que interpreta fisicamente nas telas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tom Hanks seria indicado mais duas vezes ao Oscar. O Resgate do Soldado Ryan (1998) de Steven Spielberg foi muito mais que um filme para ele, uma vez que decidiu militar ativamente na preservação da memória de homens e mulheres na Segunda Guerra. Em Náufrago (2000), ele novamente reencontraria o diretor Robert Zemeckis (o mesmo de Forrest Gump), numa das melhores e mais curiosas interpretações da história onde tabela com uma bola de vôlei (coisas de Hanks!). Neste trabalho ele une com uma perfeição ímpar, seu inestimável humor com o talento dramático. À Espera de Um Milagre (1999), Estrada Para a Perdição (2002), também de Zemeckis e a comédia romântica Mensagem para você foram outros bons trabalhos. Em 2004, Matadores de Velhinhas, O Expresso Polar e O terminal seria o ponto de contraposto entre o fracasso e o sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sucesso é a palavra que mais resume sua carreira apesar dos equívocos. Foi assim que levou para as telas um dos maiores heróis da literatura moderna. Robert Langdon é uma espécie de Sherlock Holmes do best-seller O Código Da Vinci do polêmico Dan Brown e pelas mãos de Hanks foi sucesso instantâneo também nas telas. As bilheterias estouraram em 2006, fazendo com que voltasse a interpretá-lo em 2007 na sequencia Anjos e Demônios. No mesmo ano viu seu filho Colin Hanks estrear no cinema em A Mente que Mente; co-produziu Jogos do Poder, onde atuou ao lado de Julia Roberts, que se transformou em uma de suas maiores fãs e amigas. Em Larry Crowe – O Amor está de volta (2011) a parceria se repetiu com Hanks na direção. “Trabalhar ao lado dele não pode ser considerado como trabalho. É pura diversão”, declarou a estrela. Como se vê, o talento de Hanks não se resume apenas à frente das câmeras. Uma nova parceria com o genial Spielberg renderia outros bons frutos pela premiada minissérie The Pacific.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do anonimato ao estrelato, podemos definir em uma palavra o que representa o cinema pela visão de um dos mais amados e aclamados astros de Hollywood. Paixão. A mesma que desperta em todos os cinéfilos a cada papel que representa com segurança e autoridade. Uma carreira consagrada pelo talento, reconhecimento e valorização, sendo um dos astros mais bem pagos atualmente. Valor que nenhum dos estúdios titubeia em arcar, pois sabem que o astro vale ouro como figura humana e profissional. Sabem que ele vale o quanto pesa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-8226628769125649139?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/8226628769125649139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/tom-hanks.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8226628769125649139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8226628769125649139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/tom-hanks.html' title='TOM HANKS'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6382265388711621539</id><published>2011-12-06T11:05:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T11:08:33.453-08:00</updated><title type='text'>Terrence Mallick discute relações humanas em A Árvore da Vida</title><content type='html'>Muitos se assustam quando se deparam com a narrativa não-linear, com simbolismos e alegorias que pipocam a todo momento nas pouco mais de duas horas do filme &lt;strong&gt;A Árvore da Vida&lt;/strong&gt;, escrito e dirigido por Terrence Mallick. E não para menos, o diretor destila todo seu potencial e cria uma obra de sensibilidade única, inspirada em grandes mestres, para contar uma história que vai da agonia da culpa ao extase da expiação. Com fotografia incrível, o filme carrega apenas um defeito, ser direcionado a olhos sensíveis a um cinema fora do comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Além da Linha Vermelha (1998)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Mallick trabalhou com elementos mais comuns ao cinema americana "convencional", com o diferencial de montar um filme com uma linguagem mais lírica e lenta para um exemplar de guerra, retratando os temores e terrores de quem viveu a terrível experiência nos campos das ilhas da indonésia. Se tornou cult movie e bateu de frente com &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Resgate do Soldado Ryan (1998)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de Steven Spielberg. Nesse longa, o diretor buscou os conflitos internos que atormentavam os combatentes, sob uma ótica contrastantes com o show pirotécnico, e excepcional, do filme de Spielberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem pretende entender a expansão alegórica de &lt;strong&gt;A Árvore da Vida&lt;/strong&gt;, tem de se ao menos ter aguentado a lentidão de seu filme anterior. Apesar de assemelhar-se em condução, a construção filmica se tornou muito mais tênue e complexa. Em um primeiro ato, o texto direciona o expectador para a reflexão maniqueísta do equilíbrio humano, emendando à questões transcendentais quanto ao temor a Deus. Poucas palavras salpicam e resumem a agonia que consome o personagem, e começam a desenrolar a trama no que seria seu ápice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento mais extraordinário, e um tanto subjetivo, do filme é sua analogia temporal, que leva o público através dos tempos na busca por uma explicação para as questões levantadas nas sequências anteriores. Talvez só o próprio Mallick compreendesse essa sequência, ou então fosse sua intenção deixar cada um tirar suas próprias conclusões. O mesmo Stanley Kubrick havia feito em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;2001: Uma Odisséia no Espaço (1968),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; só que as ferramentas que ele utilizou durante todo o filme, do recorte temporal no início ao infinito na sequência final, proporcionou um entendimento menos nebuloso quanto ao de Mallick.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ousada, o mecanismo de "viagem no tempo" não é nenhuma novidade. Este estilo pode ser visto em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Adaptação (2002)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de Philip Kauffman, onde sua narrativa também engloba dramas existenciais, porém com um concepção mais humor-negro, e bem menos complicada. Mas o que torna &lt;strong&gt;A Árvore da Vida&lt;/strong&gt; uma obra com requintes de prima, é o teor intimista, Com uma fotografia impressionante, possivelmente vencedora do próximo Oscar, e que arranca de Brad Pitt sua melhor interpretação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sobre Pitt, quanto mais sua imagem se distancia de um deus helênico, mais seu talento ganha destaque. Sua atuação como o pai rígido e depois arrependido, emana antipatia e compaixão, o que prova a competência com que incorporou o personagem. Sua companheira, Jessica Chastain, pinta como a grande sensação do ano, já que além da boa atuação nesse longa, emplaca outra excelente participação em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Histórias Cruzadas (Help, 2011)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. A ruiva, além de ser fisicamente semelhante a australiana Cate Blanchett, seu início mostra que tem talento para um dia ser como ela atuando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, não nada de mais no filme de Terrence Mallick. É apenas uma discussão intrínseca, muitas vezes transcendental, do ser humano. Uma visão lírica de um assunto comum a qualquer um. Para quem não consegue entender o contexto, é só experimentar assistir novamente, e ao contrário do que dizem a respeito, não se trata de uma produção voltada para quem se acha culto e com uma capacidade maior que os outros. É apenas um filme que exige atenção, em todos os elementos que compõe o cenário, para só assim poder se identificar com a trama, e então, entendê-la.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6382265388711621539?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6382265388711621539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/terrence-mallick-discute-relacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6382265388711621539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6382265388711621539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/12/terrence-mallick-discute-relacoes.html' title='Terrence Mallick discute relações humanas em A Árvore da Vida'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-3476876319005009921</id><published>2011-11-09T06:43:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T06:44:59.965-08:00</updated><title type='text'>Uma nova projeção</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A amizade entre um velho projecionista e um garoto apaixonado por cinema é o mais brilhante cartaz de Cinema Paradiso. Uma obra inesquecível dedicada a todos que fazem da missão de ensinar um aprendizado contínuo e apreciam a arte de recriar os sonhos através das telas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;nsinar é um verbo transitivo direto que nos acompanha sempre em cada jornada de nossa vida. Da infância, passando pela adolescência e chegando a fase adulta, sempre precisamos de alguém que o carregue consigo e que esteja comprometido em usá-lo a fim de nos apoiar em cada passo. Foi assim que Alfredo, o projecionista do Cinema Paradiso da cidade de Giancaldo se destacou na vida do menino Totó. Passivamente, Totó foi conduzido com dedicação e considerável afeição por seu mestre nas mais fantásticas obras que realçavam seus sonhos. Por meio deles, Alfredo se tornou seu professor munido com o diploma na arte de ensinar. Assim, conseguiu se tornar um elo familiar importante na vida de Totó. Ativamente, o menino aprendeu a carregar suas diversas lições e com a mesma afeição e dedicação para quem delas necessitava. O elo criado desta troca de afeto então se fortaleceu como uma base sólida para vida de ambos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;este caso não importa o grau de escolaridade a que Alfredo venha possuir. Aliás, isto ele nem mesmo tinha por ser analfabeto. Bastou que tivesse no coração o dom de ensinar e se comprometer em se tornar parte de algo familiar na vida de seu pupilo. Ser um bom professor muitas das vezes é superar seus próprios limites. É inventar, se reinventar como forma de interação. É ter sensibilidade de observar tudo que se passa dentro e fora dos muros do colégio. É ter a capacidade de estar ciente das veracidades destas lições, interagindo de forma uniforme com seu aluno. O professor da vida é alguém a quem devemos confiar como Alfredo ganhou a confiança de Totó através do carinho e idoneidade. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;omando as inspirações de mestre e discípulo, obtemos algo mais valioso que ensinar e aprender. A amizade. O professor é um amigo professor e o amigo é o professor. Esqueçamos as datas, semestres, trabalhos, notas, diários. Amigos necessitam apenas de compreensão e paciência para entender uns aos outros. Entrar em cada mundo, conhecer a fundo, e ainda assim, continuar sendo amigo na esperança de que um dia você nele se inspire e também possa fazer a diferença na vida de outras pessoas. Expandir conhecimentos adquiridos pelo mundo afora sem medo de enfrentar os inúmeros percalços adiante. Esta foi a mais poderosa e, com certeza a mais dolorosa, lição que Alfredo ensinou para o rapaz Salvatore, no diálogo derradeiro de ambos na estação de trem, quando o jovem deixou a cidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;I&lt;/strong&gt;nsistentemente o menino sonhador foi levado por seu mentor através de caminhos menos tortuosos toda vez que se deparava com a dura realidade de sua vida na cidade. Numa passagem, Alfredo descreve o pai do garoto como uma artista. “Ele tinha o bigode do Clark Gable.” Ao saber que perdera o pai em combate, Totó, que caminha com sua inconsolável mãe, fixa seus olhos num pôster do filme E o vento levou. Logo, ele se lembra das palavras do velho amigo. Assim, graças à magia do cinema, o pai permaneceria vivo por toda eternidade. O professor torna-se um mágico que encanta e fascina quem dele se espera respostas surpreendentes para difíceis questões.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;o mundo real não é permitido sonhos nem mágicas. Mas o importante é saber que sempre que tentarmos viajar por nosso mundo de fantasia ou empunhar nossas varinhas encantadas, há de sempre nos lembrar de quem um dia nos ensinou os grandes truques. Com uma incrível habilidade, Alfredo ensina Totó como recriar na praça o filme que era exibido do lado de dentro do cinema lotado. Satisfazendo assim, a multidão que não conseguiu entrar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;qui ou ali, lá ou cá. Não importam em qual direção nossos rumos irão nos levar. Nós sempre acabamos voltando as nossas raízes. O início personificado por alguém que nos ensinou a moldar nosso caráter e que nos deu força por meio de sua força para projetar nossos próprios sonhos pelas telas da vida. Salvatore retornou a cidade no intuito de enterrar seu velho amigo. Mas acabou por desenterrar suas velhas lembranças. Ele retornou ao início da história como uma revisão de cartilha. O clima de nostalgia voltou a alimentar seus sonhos perdidos pelo tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;ir e chorar tornaram-se verbos diretamente transitivos no Cinema Paradiso. Um local onde surgiu uma das mais poderosas alianças da vida. Onde foi atado um laço indestrutível de amor e amizade que nem mesmo uma implosão pôde desfazer. Um local onde eram aniquiladas as diferenças sociais. Onde cada pessoa sabia o que a definia. Onde sonhos eram alimentados e a realidade ficava do lado de fora. Um local de beleza inigualável que testemunhou uma nova projeção da palavra professor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-3476876319005009921?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/3476876319005009921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/11/uma-nova-projecao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3476876319005009921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3476876319005009921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/11/uma-nova-projecao.html' title='Uma nova projeção'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-8465231091336635013</id><published>2011-11-01T07:04:00.000-07:00</published><updated>2011-11-01T07:06:37.155-07:00</updated><title type='text'>Mais que uma história de brinquedos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Toy story 3&lt;/strong&gt; fecha uma das melhores trilogias do cinema com um filme feito para entreter, mas que acaba emocionando até mesmo aqueles que não esperavam possuir sentimentos&lt;/em&gt;“Toy Story ficará pra sempre na memória.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crescer muitas das vezes é um processo que requer muitos sacrifícios. Deixar pra trás tudo que possa lembrar um tempo onde à inocência de pensamentos povoavam o imaginário de seu mundo de aventuras, amizades, brincadeiras e em alguns casos, solidão. Um universo todo especial preenchido com a presença de amigos menos incisivos e mais dispostos a aceitar melhor qualquer proposta de diversão que possa ter em mente. Estes amigos inanimados pela natureza industrial receberam o nome de brinquedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada vez que a solidão tomava conta do seu dia-a-dia, a saída era uma velha caixa de papelão, cuidadosamente guardada por sua mãe, aos berros em atos de repressão. Não importa o quanto você necessitasse ou sofresse, lá estariam eles. Sempre apostos, leais, prontos para se tornarem por algumas horas seus companheiros fiéis de muitas aventuras. Porém, a mesma fidelidade implícita pelos brinquedos não tem a mesma reciprocidade quando o crescer se faz um processo natural da vida de qualquer criança. Ainda mais eloquente nos últimos tempos em que as crianças crescem em progressão geométrica e as brincadeiras tornaram-se, graças ao progresso tecnológico, permeadas de aparelhos eletrônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, o destino de seus velhos e leais amigos é selado por novas prioridades de sua vida. Aquela velha caixa de papelão muda de lugar e vai parar onde não possa mais incomodar. Do quarto para um porão, sótão ou uma garagem. Recostada num canto qualquer, se fazendo um exemplo palpável de amadurecimento. Um ato de praticidade ou uma terrível demonstração de insensibilidade, abandono e ingratidão para com aqueles que tanto nos deram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta poderosa questão impulsionou &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Toy story 3&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; a fazer história. O filme é o mais emocionante das histórias de animação do cinema. Este sucesso se reflete nos números quando arrecadou mais de um bilhão de dólares nas bilheterias de todo mundo. Por consequência, foi indicado ao Oscar de melhor filme este ano. Mesmo com o inchaço desnecessário na corrida pelo prêmio é impossível, para quem acompanhou e se emocionou com a terceira aventura do garoto Andy e de seus amigos de infância, não afirmar que certamente estaria entre os finalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O longa da Pixar tornou-se um dos melhores filmes de todos os tempos por possuir o maior dos atributos da sétima arte. Emocionar. Durante mais de 15 anos, podemos acompanhar o amadurecimento da criança aficionada em criar aventuras dentro de seu próprio mundo a um jovem adulto como qualquer outro tentando cortar o cordão umbilical com a infância. O grande trunfo do filme foi apresentar o crescimento de Andy como o crescimento de muitos garotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As histórias se fundiram quando com o protagonista eles se identificaram desde a primeira sequencia. Tornou-se familiar a de milhões de crianças por todo mundo. A relação com os brinquedos vai da adoração, do apego sentimental ao descaso e abandono com o cruel passar do tempo. E é aí que entra o ponto chave de Toy story 3. Aqueles seres mudos por natureza, agora clamam, mesmo que no silêncio de nosso mundo, por uma última tentativa de fazer parte do mundo cruel que aprenderam a amar tanto quanto seu dono. A história dos brinquedos contada paralelamente aos dois mundos traça uma visão inquietante sobre o que fazer quando não se é mais essencial na vida dos entes queridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solidão que tanto ajudaram a suprimir agora se encontrava onipresente na vida de cada um deles. Com isso, a decisão sobre que caminho seguir depois de uma inevitável separação entre amigos de longa data, é um paralelo interessante entre as decisões que devemos tomar a partir deste ponto específico de nossa jornada. E o que mais dói é que estas decisões são bem mais dolorosas do que se possa imaginar para qualquer uma das partes. Desapegar das brincadeiras inocentes e encarar a vida de forma mais real abre uma lacuna entre as duas realidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para fechá-la é imprescindível que não deixemos de lado valores captados de nossos amigos incondicionais. Não devemos deixar que se percam na mudança e sejam esquecidos num sótão qualquer, pois são eles que irão reger nossa vida até o fim da jornada. Uma lição que Andy aprendeu na última e mais emocionante sequencia do filme quando ele concretiza o que Woody, Buzz e Cia. almejam durante todo filme. Uma última valsa de diversão numa despedida merecidamente digna àqueles com quem compartilhou os melhores momentos de sua vida até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso, &lt;strong&gt;Toy story 3&lt;/strong&gt; foi apontado por vários críticos como o melhor filme do ano. Sensível, singelo, engraçado e emocionante, é mais que uma história de brinquedos. É a história de nossa própria vida como uma fundamental lição de respeito e lealdade para com amigos de todo sempre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-8465231091336635013?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/8465231091336635013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/11/mais-que-uma-historia-de-brinquedos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8465231091336635013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8465231091336635013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/11/mais-que-uma-historia-de-brinquedos.html' title='Mais que uma história de brinquedos'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-5415098270220531530</id><published>2011-10-19T09:10:00.000-07:00</published><updated>2011-10-19T09:12:59.579-07:00</updated><title type='text'>AMANDA SEYFRIED</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Amor imenso pela arte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela bem que poderia ser uma das meninas malvadas do filme que coo estrelou ao lado de Lindsay Lohan. Mas Amanda Michelle Seyfried optou por trilhar caminhos menos tortuosos que a sua colega de profissão. “É muito fácil evitar a Imprensa marrom. Simplesmente viva sua vida e não saia com gente que seja da Imprensa marrom. Não há nada que possa criar controvérsia se você for uma pessoa normal. Consiga um trabalho e siga trabalhando.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascida em Allentown, na Pensilvânia (EUA), desde cedo descobriu o valor de sua profissão. Aos 11 anos já fazia parte da Agência de modelos Whilelmina Models. A careira de modelo lhe proporcionou todos os benefícios possíveis da profissão, e logo Seyfried já estampava capas de revistas e estrelava anúncios. A paixão pela dança, pintura e canto fizeram dela uma exímia soprano e a levou para Broadway. Ainda participou de várias obras de teatro. Chegou a se aventurar também por detrás das câmeras, trabalhando por algum tempo como camareira. Seus passos rumo ao estrelato começaram em 1999 na soap opera &lt;em&gt;&lt;strong&gt;As The World Turns&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Porém somente em 2004 Hollywood vislumbrou pela primeira vez o rosto daquela que seria sua mais nova queridinha. No papel de uma das Poderosas do filme adolescente Meninas Malvadas, a loirinha estereotipada conseguiu se equiparar a Lindsay Lohan ao interpretar uma personagem que encantou por ser tão malvada quanto divertida. Ingressou no elenco da série Veronica Mars vivendo uma amiga morta que só aparecia em flashbacks. Com o filme &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nove Vidas (2005)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; veio o precoce reconhecimento profissional quando foi premiada no Festival Internacional de Cinema em Locarno.&lt;br /&gt;Mas foi como Sarah Henrickson, uma das filhas de Bill Paxton em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Amor Imenso&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; que ela, durante cinco anos, se firmou na profissão. A série da HBO lhe abriu definitivamente as portas para o sucesso, quando neste período estrelou vários longas. Entre eles, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Chloe (2006),&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ao lado de Liam Neesom e Juliane Moore e o musical&lt;strong&gt;&lt;em&gt; Mamma mia (2010),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; onde dividiu os aplausos com a lendária Meryl Streeep. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Querido John&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cartas para Julieta (2010)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a consolidou merecidamente no posto de o maior ícone teen do momento, fechando a lacuna deixada por Lohan. Recentemente a atriz usou e abusou de seu lado meigo e sensual em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A garota da capa vermelha (2011).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Um filme que reinventou de maneira ousada a fabula do Chapeuzinho Vermelho.&lt;br /&gt;Amanda Seyfried é um dos raros exemplos de jovens estrelas que não se deixam levar pelo brilho descomunal dos holofotes e acabam se perdendo pelos bosques da vida a mercê do Lobo Mau. Uma linda menina, que soube com muita paixão, garra e determinação adormecer seu lado malvada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-5415098270220531530?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/5415098270220531530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/10/amanda-seyfried.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5415098270220531530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5415098270220531530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/10/amanda-seyfried.html' title='AMANDA SEYFRIED'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6751212272599751148</id><published>2011-10-14T04:40:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T10:08:07.933-07:00</updated><title type='text'>Previsões Oscar 2012 (Parte 2)</title><content type='html'>Estão aí o restante das especulações do Oscar feita pelo blog. Algumas Categorias achei melhor não fazer nada devido a grande dificulde de previsões. Em jneiro publicarei minhas previsões definitivas. Comentem.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor roteiro original&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Meia-noite em Paris (Woody Allen)&lt;br /&gt;2- J. Edgar (Dustin Lance Black)&lt;br /&gt;3- O Artista (Michel Hazanavicius)&lt;br /&gt;4- Martha Marcy may Marlene (Sean Durkin)&lt;br /&gt;5- A Árvore da vida (Terence Mallick)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Like Crazy (Drake Doremus; Ben York Jones)&lt;br /&gt;2- Jovem Adulto (Diablo Cody)&lt;br /&gt;3- Scott Z. Burns (Contágio)&lt;br /&gt;4- ADama de Ferro (Abi Morgan)&lt;br /&gt;5- Minha Semana com Merilyn (Adrian Hodges)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor Roteiro Adaptado &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Cavalo de Guerra (Lee Hall e Richard Curtis)&lt;br /&gt;2- Os Descendentes (Alexander Payne, Nat Faxon &amp;amp; Jim Rash)&lt;br /&gt;3- Extremely loud and Incredibly Close (Eric Roth)&lt;br /&gt;4- Moneyball (Aaron Sorkin e Steve Zaillian)&lt;br /&gt;5- O Espião que Sabia Demais (Bridget O’Connor &amp;amp; Peter Straughan)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem Entrar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Carnage (Roman Polanski)&lt;br /&gt;2- A Garota com a Tatuagem do Dragão (Steven Zaillian)&lt;br /&gt;3- Coriolanus (John Logan)&lt;br /&gt;4- The Rum Diaries (Bruce Robinson)&lt;br /&gt;5- A Ajuda (Taylor Tate)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Montagem&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Cavalo de Guerra (Michael Kahn)&lt;br /&gt;2- A Garota com a tatuagem do Dragão (Angus Wall)&lt;br /&gt;3- O Espião que Sabia Demais (Dino Jonsater)&lt;br /&gt;4- O Artista (Anne Sophie-Bion)&lt;br /&gt;5- J. Edgar (Joel Cox e Gary Roach)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Extremely Loud and Incredibily Close (Claire Simpson)&lt;br /&gt;2- Os Idos de Março (Stephen Mirrione)&lt;br /&gt;3- Moneyball (Christopher Tellefsen)&lt;br /&gt;4- A Árvore da Vida (Vários)&lt;br /&gt;5- Hugo (Thelma Schoomaker)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor fotografia:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- J. Edgar (Tom Stern)&lt;br /&gt;2- A Árvore da Vida (Emmanuel Lubezki)&lt;br /&gt;3- O Artista (Guillaume Schiffmamm)&lt;br /&gt;4- Cavalo de Guerra (Janusz Kaminski)&lt;br /&gt;5- O Espião que Sabia Demais (Hoyt Van Hoytema)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Hugo (Robert Richardson)&lt;br /&gt;2- Os Descendentes (Phedom Papamichael)&lt;br /&gt;3- A Garota com a Tatuagem do Dragão (Fredrik Backar)&lt;br /&gt;4- Extremely Loud and Incredibly Close (Chris Menges)&lt;br /&gt;5- Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II (Eduardo Serra)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor direção de arte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- J. Edgar (James Murakami)&lt;br /&gt;2- Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II (Stuart Craig)&lt;br /&gt;3- O Artista (Laurence Bennett)&lt;br /&gt;4- Hugo (Dante Ferretti)&lt;br /&gt;5- Cavalo de Guerra (Rick Carter)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- The Help (Mark Ricker)&lt;br /&gt;2- Contágio (Martin Childs)&lt;br /&gt;3- A Árvore da Vida (Jack Fish)&lt;br /&gt;4- Jane Eyre (Will Hughes)&lt;br /&gt;5- O Espião que Sabia Demais (Maria Djurokovic)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Melhor figurino&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Jane Eyre (Michael O'Connor)&lt;br /&gt;2- J. Edgar (Deborah Hopper)&lt;br /&gt;3- O Artista (Mark Bridges)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- A Dama de Ferro (Consolata Boyle)&lt;br /&gt;2- The Help (Shanen Davis)&lt;br /&gt;3- A Dangerous Method (Denise Cronenberg)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor maquiagem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- A Dama de Ferro&lt;br /&gt;2- Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II&lt;br /&gt;3- J. Edgar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Hugo&lt;br /&gt;2- Piratas do Caribe: Navegando por Águas Misteriosas&lt;br /&gt;3- Minha Semana com Merilyn&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Melhor Som&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Cavalo de Guerra&lt;br /&gt;2- Transformers 3: O lado escuro da lua&lt;br /&gt;3- Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Capitão América&lt;br /&gt;2- O Artista&lt;br /&gt;3- Super 8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor mixagem de som&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Transformers 3: O lado escuro da lua&lt;br /&gt;2- Cavalo de Guerra&lt;br /&gt;3- Planeta dos Macacos: A Origem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Capitão América&lt;br /&gt;2- Super 8&lt;br /&gt;3- Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhores efeitos visuais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Planeta dos Macacos: A Origem&lt;br /&gt;2- Transformers 3: O lado escuro da lua&lt;br /&gt;3- Cavalo de Guerra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Capitão América&lt;br /&gt;2- Cawboys e Aliens&lt;br /&gt;3- Hugo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Melhor Filme de animação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Rio&lt;br /&gt;2- Rango&lt;br /&gt;3- Carros 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Arthur Christmas&lt;br /&gt;2- Happ Feet 2&lt;br /&gt;3- Kung Fu Panda 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme estrangeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Pina (Alemanha)&lt;br /&gt;2- Tropa de Elite 2 (Brasil)&lt;br /&gt;3- A Separation (Irã)&lt;br /&gt;4- Terraferma (Itália)&lt;br /&gt;5- Attenberg (Grécia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- O Porto (Finlândia)&lt;br /&gt;2- Pa Negre (Espanha)&lt;br /&gt;3- Where do We Go Now? (Líbano)&lt;br /&gt;4- A Guerra está Declarada (França)&lt;br /&gt;5- Bullhead (Bélgica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor trilha sonora&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Cavalo de Guerra (John Willians)&lt;br /&gt;2- O Artista (Ludovic Bource)&lt;br /&gt;3- Os Idos de Março (Alexandre Desplat)&lt;br /&gt;4- Rango (Hans Zimmer)&lt;br /&gt;5- Hugo (Howard Shore)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Super 8 (Michael Giacchino)&lt;br /&gt;2- Extremely Loud and Incridibly (Nico Muhly)&lt;br /&gt;3- The Help (Thomas Newton)&lt;br /&gt;4- Jane Eyre (Dario Marianelli)&lt;br /&gt;5- A Garota com a Tatuagem do Dragão (Trent Reznor e Acctious Ross)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6751212272599751148?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6751212272599751148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/10/melhor-roteiro-original-1-meia-noite-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6751212272599751148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6751212272599751148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/10/melhor-roteiro-original-1-meia-noite-em.html' title='Previsões Oscar 2012 (Parte 2)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7520349372364994600</id><published>2011-10-03T08:12:00.000-07:00</published><updated>2011-10-03T08:48:46.309-07:00</updated><title type='text'>DEZ FILMES PARA NÃO ESQUECER</title><content type='html'>Dramas, romances, comédias, musicais... Tem para todos os gostos. Todos os elementos artísticos mesclados às muitas preferências de cada um dos fãs da sétima arte através dos tempos. Não importa qual gênero você escolha, pois mais importante que seguir um padrão, é seguir a voz de seu coração. Ainda mais quando ele insiste em falar alto e de bom tom da beleza universal da arte do cinema. Aqui apresentamos uma lista de DEZ filmes que marcaram a minha, a sua, ou talvez, por coincidência, a nossa história. Uma lista pequena considerando a grandeza de algumas das maiores obras-primas da história deste fascinante universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E o vento levou &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gone with the Wind, 1940)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;“Um dos mais populares filmes da América. Completamente sem rivais. Um colosso em todos os tempos.”&lt;br /&gt;Los Angeles Times&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_kNCF5lKPLs/TonTr-ws4VI/AAAAAAAAABE/DWlqOt0zhmA/s1600/images%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 264px; DISPLAY: block; HEIGHT: 191px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659287159302840658" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-_kNCF5lKPLs/TonTr-ws4VI/AAAAAAAAABE/DWlqOt0zhmA/s320/images%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dez foi o número de estatuetas que E o vento levou no Oscar. Cem é o número de vezes que cada amante do cinema deveria assisti-lo. Mil é o número de anos que se passará até que apareça outro romance tão arrebatador quanto o dos impetuosos Rhett Butlher (Clark Gable) e Scarlett O’ Hara (Vivian Leigh).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Lançado num ano de grandes obras-primas como O Morro dos ventos uivantes e O Mágico de OZ, o filme dirigido por Victor Fleming, foi um festival de recordes da época tanto no orçamento quanto em popularidade e premiação. Uma produção colossal para contar com exímia perfeição uma história de amor nada convencional. Primeiro pela personalidade do casal de protagonistas. O capitão da Guarda Sulista e a mimada dama da aristocracia americana, nem de longe lembram os heróis românticos, ingênuos e virtuosos dos conhecidos romances. Rhett era sínico, arrogante, oportunista, um bom vivant que não possuía as exaltadas características que se assemelhavam aos respeitosos cavalheiros da época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Scarlett, a moça ambiciosa, temperamental, egoísta, manipuladora, não possuía as admiráveis características de uma mocinha romancista. No entanto isso não os impediu de entrar na galeria dos maiores protagonistas do cinema quando juntos formaram um casal perfeito. O casal que se beneficiou do oportunismo imediato para ver florescer tardiamente um amor que nem a Guerra pôde conter. Um romance que nasceu sob os pilares do ódio, até hoje exerce sobre nós um eterno fascínio ao se sustentar pela imortal força do amor. Algo que dificilmente o vento vai conseguir levar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: a imortal cena da transformação da moça mimada em uma mulher forte e determinada a vencer as adversidades pós-guerra. Com a terra por entre os dedos, Scarlett brada em tom de promessa: “Com Deus por testemunha, nunca mais passarei fome!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cidadão Kane &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Citzen Kane, 1941&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma obra-prima.”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MONET&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-01drDIYouXU/TonU_QnkBTI/AAAAAAAAABU/46_ZhWpoZBk/s1600/images%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 187px; DISPLAY: block; HEIGHT: 269px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659288590025491762" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-01drDIYouXU/TonU_QnkBTI/AAAAAAAAABU/46_ZhWpoZBk/s320/images%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apontado por vários críticos de cinema como o maior filme de todos os tempos, Cidadão Kane entrou na história pelo fato de ser o primeiro filme a utilizar recursos originais em sua produção. O responsável por este feito atendia pelo nome de Orson Welles, o jovem de 25 anos que teve uma ousadia singular para a época. Dirigiu, produziu e protagonizou o filme. O roteiro original se inspirou na história de um poderoso magnata americano. O filme já começa intrigante e prendendo a atenção do público quando se inicia pelo fim, num recurso criativo da montagem alternativa copiada exaustivamente nas produções posteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história era simples para os padrões de hoje, algo que se contrapõe a grandeza de um filme tecnicamente perfeito. Charles Foster Kane (Welles) era apenas menino pobre quando foi adotado por um famoso banqueiro. Rico, torna-se um dos maiores nomes das indústrias de comunicações do país. Engaja-se no meio político e cria um verdadeiro império megalomaníaco. Uma vida de conquistas profissionais que termina com ele, solitário em sua mansão paradisíaca, balbuciando sua última palavra. Rosebud torna-se então, o grande mistério para quem está do lado de fora e de dentro do filme, uma vez que os personagens não conseguem descobrir que a misteriosa palavra resume o que foi a vida do magnata. A busca pela síntese de sua infância. O tempo aonde à pureza de espírito conduzia à felicidade. Sentimentos que todos nós devemos buscar nos atribulados dias de nossa época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer:&lt;/em&gt; a impactante cena final em que é revelado o significado da palavra Rosebud. Que nada mais era que um pequeno trenó, objeto de valor inestimável do menino Charles. Ao se misturar a outros artigos dispensáveis da grande mansão, acabou sendo queimado como todos eles. À medida que o fogo consumia aquela madeira velha, se esvaía o espírito indômito de seu antigo dono. Sensacional!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Casablanca, 1944&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O maior mito do cinema romântico hollywoodiano.”&lt;br /&gt;SET especial – 1000 vídeos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0-3iYkLM0vk/TonVbDsfygI/AAAAAAAAABc/mP-2ruVNj4o/s1600/images%255B2%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 176px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659289067592862210" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-0-3iYkLM0vk/TonVbDsfygI/AAAAAAAAABc/mP-2ruVNj4o/s320/images%255B2%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o romance de Rhett e Scarlett de E o vento levou teve como cenário uma Guerra, esta adaptação homônima de uma peça teatral também teve como pano de fundo um triste capítulo de nossa historia. Ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, Casablanca é o nome da cidade que serviu de refúgio pra políticos ou civis envolvidos no conflito. No enredo, Humprey Bogart vive Rick Blane, um diplomata que herda uma casa de shows na cidade e a transforma numa espécie de QG para as forças aliadas. Sua atitude quase que totalmente altruísta conquistou o coração da bela Ilsa (Ingrid Bergman), sua ex-amante, que se envolvera na Guerra por meio do líder da resistência com quem havia se desposado. Forma-se assim um instigante triângulo amoroso, algo imprescindível para a popularidade de qualquer bom romance que se preze.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme marcou o mundo do cinema não apenas pelos suspiros românticos que causou e nem pela famosa música tema que os embalou. Casablanca marcou a história pela época em que foi lançado. Uma época de trevas marcada pelo ódio insano que povoava o planeta. O filme foi como uma tomada de fôlego quando o mundo mergulhava em águas revoltas. Um romance inesquecível onde o amor à humanidade pediu passagem só de ida para todas as cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer&lt;/em&gt;: “As time goes by”, a canção-tema do filme se eternizou como a maior da história do cinema. Tanto que é relembrada por todas as obras seja no cinema ou em qualquer outro tipo de segmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A MALVADA &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;All about Eve, 1950&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Duas das maiores interpretações da história do cinema.”&lt;br /&gt;SET&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZgoBQp3zUlk/TonVszqK8YI/AAAAAAAAABk/j7KcwWJl1NU/s1600/images%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 189px; DISPLAY: block; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659289372525785474" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZgoBQp3zUlk/TonVszqK8YI/AAAAAAAAABk/j7KcwWJl1NU/s320/images%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das obras mais conhecidas do cinema, A malvada chegou a confundir algumas pessoas em relação a qual personagem pertencia o título do filme. Acostumada a encarnar várias malvadas nas telas, a atriz Bette Davis, é o primeiro nome que nos vem à mente. Embora interprete, diga-se de passagem, magistralmente, uma egocêntrica estrela de teatro, não é à sua divina Margo Channing que atribuímos este adjetivo. A malvada em questão atendia pelo nome de Eve Harrington (Anne Baxter, extraordinária), vivendo uma jovem atriz impulsionada pela ambição desmedida que começa a usar de qualquer recurso para se tornar uma estrela. Para isso, se aproxima de seu alvo valendo-se da condição de sua maior admiradora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco tempo, a aspirante toma por completo a vida da estrela com seu raro talento de representar. O incomparável padrão de cinismo somado a uma enorme capacidade para manipulação faz da malvada Eve uma das maiores vilãs da história. Além disso, o charme glamoroso das estrelas de teatro da época e o enorme fascínio que este status exercia sobre os homens, contribuem e muito para o êxito de seus planos. Ao entrar em choque com a personalidade temperamental de Margo, que em nenhum momento se deixa resignar em cada tropeço de sua vida, temos um imperdível embate entre criadora e criatura, nos brindando com sequencias memoráveis. Um verdadeiro deleite para os aficionados por grandes interpretações. Uma triunfante história escrita por Joseph L. Mankiewicz que concorreu a 14 indicações no Oscar pela originalidade do roteiro, diálogos com textos impecáveis e as poderosas interpretações de suas protagonistas. Tudo isso faz deste clássico um filme brilhante do início ao fim. Uma obra-prima que não poupa ninguém. Nem mocinhos nem vilões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer&lt;/em&gt;: a primeira sequencia do filme. A história começa já no final com o êxito de Eve e depois nos remete a uma rápida apresentação dos personagens e a um flashback de como ela chegou até ali. Tudo narrado pelo oportunista jornalista que se tornou seu importante aliado durante o processo. Ali começávamos, a saber, verdadeiramente, tudo sobre Eve. Brilhante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cantando na chuva &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Singing’ in the rain, 1952&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A mais gostosa aula de como se fazer um musical.”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vídeo 1993&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gpsCis8MD5s/TonWAn6g-8I/AAAAAAAAABs/gelXKbpJ-O4/s1600/images%255B2%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 198px; DISPLAY: block; HEIGHT: 254px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659289712970496962" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-gpsCis8MD5s/TonWAn6g-8I/AAAAAAAAABs/gelXKbpJ-O4/s320/images%255B2%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dignidade. Dignidade sempre.” A frase proferida pelo protagonista nos primeiros minutos deste clássico musical traduz bem o que significa a arte de se fazer cinema. O filme, ou melhor, o show de coreografias em ritmo alucinantes, traz uma mensagem relevante sobre o inebriante mundo do cinema e suas estrelas egocêntricas. No filme, atores tentam se reinventar com o fim do cinema mudo. Na era das palavras, as expressões faciais dão lugar às vozes e ao verdadeiro talento de representar. Porém, este chamariz não nos prende a um filme carregado que o tema poderia conduzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo contrário, Cantando na chuva é sem dúvida, o musical mais alegre e divertido de todos os tempos. Uma história que mescla romantismo e comédia com uma perfeição antológica. Entre os inesquecíveis passos de dança do protagonista Don Lockwood (sensacional Gene Kelly) e de seu inseparável companheiro, vemos uma talentosa atriz Kathy Selden (a bela Debbie Reynolds) e a mais cômica de todas as vilãs do cinema. Jean Hagen interpreta com maestria Lina Lamont, a estereotipada “loira-burra”, que brilha entre uma piada e outra. Um filme que traduz a alegria do cinema e que dificilmente será esquecido por todos os tempos. Faça Sol, ou faça chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer:&lt;/em&gt; sem dúvida nenhuma a cena que traduz literalmente a proposta do filme quando Kelly canta e dança na chuva. Uma cena perfeita que sintetiza a alegria que emana de um musical tão bem feito. De tão antológica certamente é uma das mais lembradas e copiadas por todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BONEQUINHA DE LUXO &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;Breakfast at Tiffany’s, 1961&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hepburn está perfeita no papel de Holly Colightly, sofisticada, mas ingênua.”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vídeo 1993&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mt6eufXnONY/TonWRVAVLqI/AAAAAAAAAB0/Y3BKfgelBoA/s1600/images%255B3%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 259px; DISPLAY: block; HEIGHT: 194px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659289999952391842" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-mt6eufXnONY/TonWRVAVLqI/AAAAAAAAAB0/Y3BKfgelBoA/s320/images%255B3%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta deliciosa comédia romântica entrou para a história ao transportar com sucessos para o cinema uma das maiores e mais influentes personagens femininas de todos os tempos. Criada por Trumam Capote, Holly Colightly se tornou sinônimo de sofisticação e ícone de beleza para todas as mulheres. A moça se fundiu perfeitamente com sua intérprete, pois este, sem dúvida, é um dos melhores papéis da fantástica Audrey Hepburn. Juntas foram responsáveis por fazer deste clássico uma obra imperdível. A jovem interiorana que foge de um casamento infeliz para se libertar na cidade grande, é com certeza, um exemplo da liberação feminina de todas as épocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Nova Iorque, ela traça uma espécie de vingança pessoal contra o amor, arriscando-se em relacionamentos superficiais com bons partidos da sociedade nova-iorquina. Seu objetivo era encontrar um marido milionário. Tudo transcorria muito bem até ela se envolver com o escritor Paul (George Peppard), seu vizinho. A relação foi da amizade ao amor, algo que se tornou benéfico para ambos. Ela como sua musa inspiradora e ele o responsável por recuperar a razão de sua musa em lutar pela felicidade. Bonequinha de luxo é um clássico que ultrapassa as fronteiras do tempo e é até hoje, um dos mais admiráveis trabalhos do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer&lt;/em&gt;: o figurino, os acessórios de Holly Colightly que ajudaram a compor a personagem. Eles ficaram tão eternizados que um dos vestidos foi leiloado há pouco tempo pela bagatela de 900 mil dólares, sendo o dinheiro revestido para obras de caridade na Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;My fair Lady &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;Minha bela dama, 1964&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Audrey Hepburn nunca esteve tão maravilhosa!”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Flávia Cristina, uma das muitas admiradoras do trabalho da atriz, e coloboradora do blog&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dgAVFs_wTYQ/TonWiiRhYRI/AAAAAAAAAB8/Gv2UvrJszxk/s1600/images%255B3%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 225px; DISPLAY: block; HEIGHT: 225px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659290295571931410" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-dgAVFs_wTYQ/TonWiiRhYRI/AAAAAAAAAB8/Gv2UvrJszxk/s320/images%255B3%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todos os grandes musicais do cinema, My fair Lady é com certeza que obteve maior êxito em todos os níveis. Vencedor de 8 Oscar, o filme é uma adaptação de uma das mais famosas peças da Broadway. Uma história de amor e aceitação entre personagens de dois mundos totalmente distintos. Henry Higgins, um machista professor de fonética aceita o desafio de transformar a jovem Eliza Doolitle, uma pobre florista em uma grande dama da sociedade londrina. À medida que passa a conhecer este novo mundo, Eliza se apaixona pelo homem que a despreza como ser humano. Mantendo a essência de sua personalidade, a bela dama ensina ao professor uma lição que dificilmente ele iria encontrar nas páginas dos livros. O respeito pelo próximo e principalmente pela representante do sexo que não tem nada de frágil e insignificante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio de adaptar este sucesso para o cinema levou o roteirista Alan Jay Lerner a se aventurar por caminhos seguros quando escalou o mesmo ator da peça para o papel principal. Coube ao veterano Rex Harrison demostrar nos sets a mesma desenvoltura dos palcos. O resultado foi o Oscar de melhor ator. E junto com uma deslumbrante e escandalosamente talentosa Audrey Hepburn formou um par mais que perfeito neste delicioso musical, que encantou plateias de todo mundo com um roteiro apaixonante, uma trilha inesquecível e um visual de tirar o fôlego. Uma vitória da arte em todos os níveis ao conciliar de forma exuberante o realismo do teatro com a fábrica de sonhos do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer&lt;/em&gt;: a cena no clube de jóquei, onde Higgins resolve testar em público sua “criação”. Hilária, exalta o extraordinário talento de Hepburn. Vestida como uma dama ela age por meio de palavras como a florista que nunca deixou de ser. Chocando alguns representantes da elite. Uma cena de rara beleza visualmente quanto tecnicamente, sendo copiada por autores de outros segmentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A NOVIÇA REBELDE &lt;/strong&gt;(&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The sound of Music, 1965&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9TNvs0RQKVQ/TonXAizpQVI/AAAAAAAAACE/74vDc3XOFGs/s1600/images%255B2%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; DISPLAY: block; HEIGHT: 277px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659290811111129426" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-9TNvs0RQKVQ/TonXAizpQVI/AAAAAAAAACE/74vDc3XOFGs/s320/images%255B2%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Meu coração será abençoado com a música.” Estes versos decantados pela protagonista nos primeiros minutos do filme sintetizam o indescritível poder da música. Nunca um musical se valeu tão literalmente deste poder. Através da música, a jovem Maria levou a alegria de volta à casa da Família Von Trapp. Foi o poder da música que uniu os corações apaixonados da noviça rebelde e do patriarca da Família, o Capitão Georg Von Trapp. Foi o poder da música que fez com que ela conquistasse os indomáveis filhos do Capitão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o poder da música que salvou a Família de um destino insólito durante a Segunda Guerra. Dirigido pelo premiado Robert Wise, A Noviça Rebelde se tornou um dos maiores musicais da história e fez de sua protagonista, a atriz-cantora Julie Andrews, uma grande estrela. Uma obra de arte que conquistou plateias de todo o mundo ao unir de maneira interessante fé e música. Duas das mais importantes armas para se sobreviver em tempos difíceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer:&lt;/em&gt; as clássicas canções que marcaram cada capítulo deste irresistível musical. É impossível não se deixar levar pela exuberância das imagens e o som que vem do coração da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LARANJA MECÂNICA &lt;/strong&gt;(&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Clockwork Orange, 1971&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na época existia certo burburinho em torno da história, ou seria estória, de Laranja mecânica.”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kid Vinil para SET&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8xobjm_2Vhk/TonXKHvTuXI/AAAAAAAAACM/EtBRIeSwF3w/s1600/images%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 281px; DISPLAY: block; HEIGHT: 179px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659290975643875698" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-8xobjm_2Vhk/TonXKHvTuXI/AAAAAAAAACM/EtBRIeSwF3w/s320/images%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca desejou pegar um bandido de alta periculosidade e transformá-lo em um cidadão exemplar? Esta foi a proposta do bombástico filme que o brilhante diretor Stanley Kubrick adaptou para o cinema. Laranja mecânica teve tanto no livro de Anthony Burgess, quanto no cinema um mecanismo perfeito entre ficção- realidade, música-cinema. Classificado como ficção, o filme retrata um grupo de cientistas do Governo que tem a missão de fazer com que Alex (Malcolm McDowell), um jovem extremamente violento tenha uma segunda chance no convívio com a sociedade vítima de seus atos puramente insanos. Mas também podemos classificá-lo como algo real quando passamos a refletir a respeito de um assunto relevante nos dias de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A violência exacerbada, quase insuportável do filme chocou muita gente na época. Hoje, esta mesma violência nos mostra a cada dia que não é apenas coisa de cinema, tornando-se onipresente na sociedade atual. Usar métodos científicos de “cura” pode também ser visto como uma violência, uma vez que tirar do ser humano sua própria humanidade levanta uma questão milenar do livre arbítrio entre os homens, destacados em uma das polêmicas cenas do filme. Mas não foram somente estes elementos que marcaram a obra-prima de Kubrick. As imagens impressionantes, a música arrebatadora de Beethoven, a moda e a linguagem usada pelos Drugs (o grupo de amigos violentos) ainda exerce uma inexplicável atração no público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer&lt;/em&gt;: a assombrosa atuação do ator Malcolm McDowell como o jovem Alex. Seus gestos e expressões faciais tonaram imortais as sequencias do personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AS PATRICINHAS DE BERVERLEY HILLS &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Clueless, 1995&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma das coisas mais legais deste filme foi a atração que ele exerceu sobre pessoas de diferentes idades. Foi um clássico.”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Britany Murphy, atriz do filme&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CpDtFb9FJZ8/TonXcf49NrI/AAAAAAAAACU/_PDm5Ksz2v8/s1600/images%255B2%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659291291364439730" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-CpDtFb9FJZ8/TonXcf49NrI/AAAAAAAAACU/_PDm5Ksz2v8/s320/images%255B2%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem que ele não concorreu a nenhum Oscar, não teve um personagem na galeria dos mais lembrados do cinema, muito menos está na lista das grandes obras-primas da história. Mas As Patricinhas de Beverlly Hills marcou a história da minha vida e certamente a de milhares da minha época. Inteligente, espirituoso, charmoso e engraçado, o filme que lançou a saudosa Britany Murphy ao estrelato, poderia ser mais um filme adolescente se não fosse pela ideia original de mostrar com mais sensibilidade um até então misterioso universo de paqueras, romances, festas e badalação. Lideradas por uma Alicia Silverstone em ascensão, as patricinhas era um grupo de garotas populares que só queriam viver da melhor maneira possível às aventuras de sua farta juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bela Cher Hamilton (Silverstone), a garota mais popular de seu colégio, era uma destas garotas que só se interessavam por questões superficiais como festas e paqueras. Paralelos a isso exalavam um carisma tão hipnotizante quanto os raros acessórios que desejavam possuir. Tudo em nome da mais pura diversão. Nada mais. O filme ainda carrega traços de um tempo ufanista alimentado por ideais de justiça e igualdade social. “Você não vai para a escola e veem brancos e negros juntos e todos tendo dinheiro suficiente para comprar belas roupas. Não é o mundo real, mas seria o mundo legal.” Amy Heckerling (diretora). Legal demais foi acompanhar uma história com altas doses de um humor ingênuo raramente visto hoje em dia em filmes voltados para adolescentes. Um belo exemplo de que para fazer rir não é preciso diminuir a capacidade intelectual de nossos jovens e usufruir de muita vulgaridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para jamais esquecer&lt;/em&gt;: Alicia, Britany e sua turma protagonizando diálogos criativos recheados de tiradas inteligentes que sempre nos faziam cair na gargalhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7520349372364994600?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7520349372364994600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/10/dez-filmes-para-nao-esquecer.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7520349372364994600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7520349372364994600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/10/dez-filmes-para-nao-esquecer.html' title='DEZ FILMES PARA NÃO ESQUECER'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_kNCF5lKPLs/TonTr-ws4VI/AAAAAAAAABE/DWlqOt0zhmA/s72-c/images%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1663906322294549417</id><published>2011-09-26T08:31:00.000-07:00</published><updated>2011-09-28T08:27:41.698-07:00</updated><title type='text'>Oscar 2012 – Previsões (Parte 1)</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Apesar de faltar alguns meses para a entrega do Oscar, cinéfilo gosta de dar uma de sabe tudo e tentar prever quem serão os indicados antes de todos, até mesmo antes dos membros da Academia. Bom, mesmo sabendo que o prêmio não é garantia de que o filme é bom, também não é somente lobby. Às vezes ganha um bom, outras vezes não, mas na maioria dos casos, quem esta lá, estão entre os melhores do ano. Uma pena mais filmes europeus não terem destaque, porém isso é outro assunto. Vamos aos (prováveis) indicados às principais categorias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor Filme:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- J. Edgar&lt;br /&gt;2- Cavalo de Guerra&lt;br /&gt;3- Os Descendentes&lt;br /&gt;4- A Árvore da Vida&lt;br /&gt;5- Os Idos de Março&lt;br /&gt;6- A Menina com a tatuagem do Dragão&lt;br /&gt;7- Hugo&lt;br /&gt;8- Extremely Loud and Incredibly Close&lt;br /&gt;9- Marta Marcy maio Marlene&lt;br /&gt;10- O Artista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Moneyball&lt;br /&gt;2- Coriolano&lt;/div&gt;3- A Ajuda&lt;br /&gt;4- Melancolia&lt;br /&gt;5- A Dama de Ferro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor Diretor:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Clint Eastwood (J. Edgar)&lt;br /&gt;2- Steven Spielberg (Cavalo de Guerra)&lt;br /&gt;3- Stephen Daldry (Extremely Loud and Incredibly Close)&lt;br /&gt;4- Terence Mallick (A Árvore da Vida)&lt;br /&gt;5- George Clooney (Os Idos de Março)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Podem entrar:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1- David Fincher (A Garota com a Tatuagem do Dragão)&lt;br /&gt;2- Alexander Payne (Os Descendentes)&lt;br /&gt;3- Martin Scorcesse (Hugo)&lt;br /&gt;4- Sean Durkin (Marta Marcy maio Marlene)&lt;br /&gt;5- Michel Hazanavicius (O Artista)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor Ator:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Brad Pitt (Moneyball)&lt;br /&gt;2- Leonardo DiCaprio (J. Edgar)&lt;br /&gt;3- Ryan Gosling (Os Idos de Março)&lt;br /&gt;4- Daniel Craig (A Garota com a Tatuagem do Dragão)&lt;br /&gt;5- Jean Dujardin (O Artista)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Podem entrar:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1- Asa Butterfield (Hugo Cabret)&lt;br /&gt;2- Wagner Moura (Tropa de Elite 2)&lt;br /&gt;3- Martin Sheen (O Caminho)&lt;br /&gt;4- George Clooney (Os Descendentes)&lt;br /&gt;5- Christopher Waltz (Carnage)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor Atriz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Meryl Streep (A Dama de Ferro)&lt;br /&gt;2- Kirsten Dunst (Melancolia)&lt;br /&gt;3- Michelle Willians (Minha Semana com Merilyn)&lt;br /&gt;4- Elizabeth Olsen (Marta Marcy maio Marlene)&lt;br /&gt;5- Rooney Mara (A Garota com a Tatuagem do Dragão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Podem entrar:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;1- Glenn Close (Albert Nobbs)&lt;br /&gt;2- Emma Stone (A Ajuda)&lt;br /&gt;3- Anne Hathaway (One Day)&lt;br /&gt;4- Liana Liberato (Confiar)&lt;br /&gt;5- Kristin Scott Thomas (Sarah’s Keys)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor Ator Coadjuvante:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Phillip Seymour Hoffmam (Moneyball)&lt;br /&gt;2- Tom Hanks (Extremely Loud and Incredibly Close)&lt;br /&gt;3- Jim Broadbent (A Dama de Ferro)&lt;br /&gt;4- Kenneth Brannagh (Minha Semana com Marilyn)&lt;br /&gt;5- Paul Giamatti (Os Idos de Março)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Podem entrar:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1- George Clooney (Os Idos de Março)&lt;br /&gt;2- Ben Kingsley (Hugo Cabret)&lt;br /&gt;3- Paul Ostwalt (Jovem Adulto)&lt;br /&gt;4- Arnnie Hammer (J. Edgar)&lt;br /&gt;5- Christopher Plummer (Novatos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor Atriz Coadjuvante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1- Judi Denchi (J. Edgar)&lt;br /&gt;2- Marisa Tomei (Os Idos de Março)&lt;br /&gt;3- Amy Adams (On The Road)&lt;br /&gt;4- Jessica Chastain (A Árvore da Vida)&lt;br /&gt;5- Naomi Watts (J. Edgar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Podem Entrar:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1- Vanessa Redgrave (Coriolano)&lt;br /&gt;2- Charlotte Rampling (Melancolia)&lt;br /&gt;3- Emily Watson (Cavalo de Guerra)&lt;br /&gt;4- Anna Kendrick (50/50)&lt;br /&gt;5- Amara Miller (Os Descendentes) &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1663906322294549417?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1663906322294549417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/oscar-2012-previsoes-parte-1.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1663906322294549417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1663906322294549417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/oscar-2012-previsoes-parte-1.html' title='Oscar 2012 – Previsões (Parte 1)'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7713845142837303676</id><published>2011-09-19T08:43:00.000-07:00</published><updated>2011-09-19T08:51:59.143-07:00</updated><title type='text'>Cantar, cantar e dançar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há 50 anos o cinema conhecia a sua mais completa obra-prima dos musicais.&lt;strong&gt;&lt;em&gt; Amor Sublime Amor&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; consagrou a técnica e a preocupação com as coreografias, que tradicionalmente se perdiam em meio a cantoria dos atores e atrizes. A história de Romeu e Julieta de Shakespeare serviu de inspiração para que Arthur Laurentis transportasse para a Broadway um luta interracial em uma parte da Nova Iorque da década de 50.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com passos milimetricamente dirigidos por Jerome Robbins, responsável por este atributo enquanto Robert Wise se responsabilizava pelo resto, o filme conduz a história de amor de Maria, descendente de porto-riquenhos, e Tony, de italianos. Mas com o racismo imperante da época, a relação se tornava perigosa e explosiva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É com certeza a maior realização do cinema musical, não devido a história em si, mas pelo esplendor visual adicionado a impecável trilha sonora e aos passos incrivelmente perfeitos. Nenhum outro conseguiu tal proeza. Foi um grande absurdo cinematográfico que surpreende até hoje, principalmente por esse gênero, ultimamente, ter tido muito pouco espaço nas telonas.&lt;br /&gt;Encabeçada pela fabulosa obra de Wise e Robbins, o Cineposforrest destaca os dez maiores musicais de todos os tempos:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2 – Cantando na Chuva &lt;em&gt;(Singing in The Rain, 1952):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Estrelado e dirigido por Gene Kelly, é o mais divertido de todos da lista. Um feito metalinguístico extraordinário e imortal do cinema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3 – My Fair Lady &lt;em&gt;(Idem, 1964&lt;/em&gt;):&lt;/strong&gt; Com uma atuação esplendida do casca grossa Rex Harrison, o filme ainda conta com o talento de Audrey Hepburn, que mesmo sendo dublada, dá show.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;4 – O Mágico de Oz &lt;em&gt;(The Wizard of Oz, 1939):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Apaixonante clássico do cinema, traz a juvenil Judy Garland dando um uma aula de interpretação em canções inesquecíveis como Over the Rainbow.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;5 –&lt;/em&gt; A Noviça Rebelde&lt;em&gt; (The Sound of Music, 1965):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Romantismo e competência em uma das melhores trilhas sonoras de todos musicais. Robert Wise sabia mesmo dirigir musicais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;6 – Chicago &lt;em&gt;(Chicago, 2002):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Fantástica adaptação dos palcos para as telas, traz um conteúdo técnico formidável conduzido por Rob Marshall. Catherine Zetta-Jones tem uma das melhores atuações musicais que o cinema já viu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;7 – Gigi &lt;em&gt;(Gigi, 1958):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Um dos últimos grandes musicais da Metro, fez um sucesso absoluto principalmente na voz de Maurice Chevalier que está inesquecível interpretando Thank Heaven for Little.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;8 – Cabaret &lt;em&gt;(Cabaret, 1972):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Um dos mais famosos entre os listados, tem um roteiro formidável sobre a Berlim da década de 30, além de contar com uma lindíssima e afinada Liza Minnelli. Obra-prima.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;9 – Mary Poppins &lt;em&gt;(Idem, 1964):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Uma mescla de musica, amor e fantasia, se tornou um clássico grandioso e transformou Julie Andrews em um mito. Um feito brilhante dirigido ao público de todas as idades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;10 – Sweenwy Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet &lt;em&gt;(Sweeney Todd, 2007):&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Merece destaque pela incrível atmosfera lúgubre de uma trama de humor ácido e fotografia sensacional. Johnny Deep se firma como um dos melhores da atualidade por sua versatilidade, ao dar vida ao vingativo barbeiro. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7713845142837303676?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7713845142837303676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/cantar-cantar-e-dancar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7713845142837303676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7713845142837303676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/cantar-cantar-e-dancar.html' title='Cantar, cantar e dançar'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-8312469608270648580</id><published>2011-09-17T06:02:00.000-07:00</published><updated>2011-09-17T06:09:18.897-07:00</updated><title type='text'>No limite da intolerância</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O filme de Haggis dá ênfase a histórias entrelaçadas em situações inevitáveis que acabam por desencadear uma série de acontecimentos com consequências surpreendentes para cada uma destas pessoas. De todas, destaque para a dupla de policiais formados pelos atores Matt Dillon e Ryan Philippe. O primeiro é um policial racista que tenta sobreviver na cidade com as armas que possui. A autoridade e intolerância. Enquanto seu jovem parceiro tenta tomar o caminho contrário, acreditando nos seus ideais em qualquer situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas no decorrer da história, seus papeis mudam de lado significativamente, trazendo a tona indagações subjetivas que marcam a personalidade de cada um deles. Ryan (Dilon) intercepta um carro de um casal de negros e na ação usa de sua autoridade para constranger a mulher diante do marido submisso. Uma situação constrangedora observada com asco por seu parceiro Hanson (Philippe). Imediatamente, Hanson pede transferência e deixa de trabalhar com o parceiro a quem considera uma pessoa nociva a sociedade por seus métodos nada confiáveis para um policial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas horas depois, enquanto Ryan salvava a vida da mesma mulher que havia constrangido, Hanson se vê numa situação tensa e depois complicada após dar carona para um jovem negro. Impulsionado pelo medo, ele acredita que será atacado pelo jovem quando este leva a mão no bolso. Então o policial exemplar age por impulso atirando na cabeça do seu possível algoz. Sua convicção de princípios cai por terra quando percebe que o jovem trazia consigo não era uma arma de fogo e sim uma imagem de São Cristóvão, o padroeiro dos viajantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de seu julgamento precipitado se encontrou o corpo inerte daquele jovem devoto que fora estigmatizado pela cor de sua pele. Seus olhos que antes julgaram com tanta severidade os atos de seu parceiro, agora teriam de julgar seu próprio crime. Depois disso, toda aquela segurança se esvaiu junto com o sangue do jovem negro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas as situações retratam com exatidão o que chamamos de preconceito. Ou seja, julgar com antecedência o que você desconhece. Este tipo de atitude nos transforma em juízes implacáveis sobre as vidas das pessoas. Para não cometer certos equívocos, é preciso ter a consciência de que antes de julgar alguém, é importante que conheçamos a nós mesmos. Os limites de nossa intolerância. Que enfrentemos qualquer tipo de situação tentando sempre fazer o certo, mas preparados para lidar com o errado. Subjugar um grupo de pessoas pelos erros de outros não é algo que nos faz superiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa história nos mostra que quando a intolerância e o medo pelo desconhecido se fizeram presente, seus capítulos foram escritos de forma desprezível. Antes de rotular aleatoriamente mocinhos e vilões, que tenhamos a sensibilidade de conhecer um pouco mais da história de cada um destes grupos. Pois sabemos que todos estão no mesmo patamar quando o assunto é relações humanas. Pertencer a um grupo étnico de pessoas é algo que pode nos definir, não nos estigmatizar, uma vez que em todo grupo há sempre representantes dos dois lados da história. Ser mulçumano não significa ser terrorista, assim como ser negro não significa ser um bandido inconsequente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns acreditam que o que aconteceu em 11 de Setembro é uma lamentável consequência da falta de respeito de uma grande nação que sempre se julgou superior a qualquer outra do planeta. Uma nação que exclui imigrantes com leis intoleráveis de segurança nacional. Uma nação que traçou um limite absurdo de tolerância a outros povos e se esqueceu da origem dos pilares pelos quais edificou sua história. O que acontece do lado de baixo da fronteira é coisa de outro mundo, ou melhor, coisa de terceiro mundo. O 11 de Setembro provou para o mundo o quanto esta nação pode ser tão vulnerável quanto aquelas que costuma subjugar. E esta vulnerabilidade se transpareceu após o atentado que deixou abertas muitas feridas, na maioria das vezes quase impossíveis de se cicatrizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, de repente nos vem uma triste sensação do aqui se faz aqui se paga. Falta de humanidade de nossa parte ou apenas uma profunda reflexão a respeito dos princípios básicos de convivência e seus pré-conceitos? A resposta certamente se encontra em cada um de nós. Mas será que estamos preparados para responder e aceitar as consequências de cada resposta a esta questão? Afinal, até que ponto você se conhece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crash – no limite (Crash, 2006), &lt;/strong&gt;dirigipor por Paul Haggis.&lt;br /&gt;Com Sandra Bullock, Brendan Fraser, Matt Dillon, Terence Howard e Ryan Phillipe.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-8312469608270648580?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/8312469608270648580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/no-limite-da-intolerancia_17.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8312469608270648580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8312469608270648580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/no-limite-da-intolerancia_17.html' title='No limite da intolerância'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-2043664411345317791</id><published>2011-09-09T20:38:00.000-07:00</published><updated>2011-09-10T06:27:32.177-07:00</updated><title type='text'>Na Natureza Selvagem e o paradoxo da felicidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“A Promessa” (2001), &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Sean Penn decidiu se enveredar nas questões de comportamento humano, o fez bem. Apesar de não ter se tornado um grande sucesso, o filme foi bom. Porém, o ator∕diretor não desistiria de fazer seu estudo. Em seu &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Na Natureza Selvagem (2007), &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;dirige um road movie que narra a magnifica saga de Christopher Mccandless, um jovem que procurou a felicidade na solidão de uma vida dedicada a liberdade da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem Mccandless é um refém da sociedade americana do eixo 80 ∕ 90, onde as principais aspirações são formalidades cotidianas, que valorizam futilidades, e também uma casa devidamente mobiliada, uma carreira bem definida, e filhos compondo o arcabouço da família supostamente feliz. Tudo isso, bem representado pela excelente atuação de Emile Hirsch.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instigado por uma sede intensa de liberdade, Chris bota o pé na estrada e como um beatnik da época de Jack Keruoc se embrenha na vida e no autoconhecimento. Uma viagem que tem o ritmo conduzido pela excelente trilha sonora sensível e emotiva composta pelo ex-vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder e na ótima fotografia de Eric Gautier, que fazem uma aliança quase felinnistica de som e imagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que toca na história de Chris, é o grito oculto de uma insatisfação visível em todos os personagens do longa. Desde a irmã até o amigo septuagenário (ótimo Hal Holbrook), todos são vítimas de um sistema aprisionador de almas. É um relato de uma revolução de um homem só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, quando as coisas ficam ruins para o protagonista, percebemos que o modo de vida escolhido por McCandless e admirado por muita gente, acaba tendo um contraponto importante. Não há felicidade na solidão. Sempre será incompleta a conquista de uma montanha ou o fundo de um abismo se não haver quem compartilhe dessa euforia. Talvez ele tenha percebido tarde demais que para encontrar a sua alegria de viver, teve de provocar a tristeza de outras pessoas que o amava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, Sean Penn conseguiu uma análise, ou nos permitiu uma, perfeita que não havia conseguido em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Promessa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. A avaliação intrínseca de um ser humano sobre o maniqueísmo que o cerca. E com isso, mostra que seu talento atrás das câmeras pode ficar tão bom quanto aquele que o fez reconhecido frente elas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-2043664411345317791?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/2043664411345317791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/na-natureza-selvagem-e-o-paradoxo-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2043664411345317791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2043664411345317791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/na-natureza-selvagem-e-o-paradoxo-da.html' title='Na Natureza Selvagem e o paradoxo da felicidade'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6309577153008901329</id><published>2011-09-04T18:34:00.000-07:00</published><updated>2011-09-04T18:39:33.976-07:00</updated><title type='text'>CRISTHOPHER REEVE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Homem por detrás do Mito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um pássaro? Um avião? Não. É apenas um ator que vestia a roupa de um dos maiores Heróis da história dos quadrinhos. Seu nome não era Clark e muito menos era um herói cheio de superpoderes. Seu nome era Christopher Reeve e seus poderes não tinham origens extraterrestres. Pelo contrário, o verdadeiro poder deste encantador ator tem raízes bem humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele nasceu em Nova York em 25 de Setembro de 1952 numa família totalmente leiga em assuntos cinematográficos. No entanto, nem por isso, seus pais deixaram de estimular sua paixão pela sétima arte. Ainda na adolescência, frequentava o Williamstown Playhouse e logo já atuava profissionalmente sem deixar de lado os prazeres da própria idade. Ele vivia intensamente cada paixão de uma vida humana normal. Hóquei sobre o gelo, corais e música estavam entre elas, mas foi o teatro que despertou no jovem ator um desejo mais eloquente. Esta paixão o levou a Inglaterra num trabalho de pesquisa sobre as companhias teatrais inglesas numa espécie de dever de casa. Porém nunca deixou de se aperfeiçoar no mundo artístico ao estudar na Juilliard School paralelo ao papel que fez na TV no seriado &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Love of Life&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Uma premissa do que aconteceria em 1978 quando conseguiu seu maior papel no cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Christopher não imaginava que vestir aquele uniforme azul-grená lhe transformaria num dos maiores ícones do cinema. Seus belíssimos olhos azuis, seu físico invejável e expressão honesta foram feitos sob medida para dar vida ao Herói de Krypton. Christopher deixou transparecer com exímia perfeição toda energia positiva que emanava daquele personagem mitológico. E logo, o homem apaixonado se tornaria o herói apaixonante de milhares de fãs pelo mundo inteiro. O sucesso avassalador do filme rendeu um contrato para outras três continuações, ou seja, cada vez que usasse seu uniforme sua estrela certamente brilharia mais intensamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A postura de galã o levou a aturar no romântico&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Em algum lugar do passado (1980)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; despertando as mais variadas paixões, principalmente das brasileiras, onde o filme alcançou um grande sucesso. Depois vieram &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Monsenhor&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Armadilha mortal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, ambos em 1982. Dois anos depois estava em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os Bostonianos &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(que isso!?), &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dinossauro (1985)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Troca de maridos (1988).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No teatro, sua paixão da adolescência, realizou o sonho de onze em cada dez atores. Trabalhar ao lado da diva Katherine Hepburn em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Matter of Gravity&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. “Eu aprendi com ela a ser simples. Quando ela chegava ao teatro para os ensaios, abria a porta do palco para arejar o ambiente. Não mandava ninguém fazer isso. Ela é o exemplo vivo de que o sucesso não tem que ser sinônimo de afetação ou egocentrismo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta simplicidade transformou Reeve em um extraordinário humano. Basta pensar na ONG que fundou após um terrível acidente que o deixou tetraplégico. Mesmo diante de suas limitações físicas, o eterno Herói nunca deixou que os enormes obstáculos por sua condição fizesse dele um ser mesquinho e revoltado com as mazelas de sua vida humana. Com a Fundação Christopher Reeve, que auxilia pessoas com as mesmas limitações, o ator nos mostrou o quão extraordinário o ser humano pode ser diante as dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se agigantou, foi o Herói que cansou de interpretar no cinema. Antes de sua partida definitiva para os céus, recebeu uma homenagem tão grandiosa quanto ele. O ator participou de dois episódios da série Smallville como Dr. Virgill Swann, o astrônomo responsável por revelar ao jovem Clark sua origem no episódio Respostas da segunda temporada. Por si só, o episódio se tornou o maior de toda a série, onde o Herói do passado se encontrou com o Herói do presente. O personagem ainda apareceria em &lt;em&gt;Legado&lt;/em&gt; da terceira temporada. Fazendo o que nunca se cansou de fazer. Sendo exemplo de Herói protetor para Clark representando os jovens de todo mundo. E mesmo diante de sua partida em 2004, exemplificou de forma mais enfática seu próprio adjetivo sintetizado nos créditos finais do episódio Devoção da quarta temporada de Smallville. “Ele nos fez acreditar que o Homem podia voar.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6309577153008901329?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6309577153008901329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/cristhopher-reeve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6309577153008901329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6309577153008901329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/09/cristhopher-reeve.html' title='CRISTHOPHER REEVE'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-2868243506218344213</id><published>2011-08-30T08:23:00.000-07:00</published><updated>2011-08-30T08:30:01.051-07:00</updated><title type='text'>A difícil arte de entender Glauber Rocha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No último dia 22, fez 30 anos de morte de um dos maiores artistas da nossa história. Glauber Rocha, cineasta revolucionário, criou uma linguagem única, uma mescla de crítica social e alegorias literárias. Tornou-se um ícone da cinematografia mundial, inspiração para obras de cineastas de importância singular para a criação do cinema ao qual conhecemos atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fato é inquestionável. A originalidade de sua temática revolucionou, porém muita gente torceu o nariz para sua obra. Se bem que seus filmes são de difícil entendimento, principalmente para os olhos menos críticos. A linguagem tensa e lírica, de sequencias formidáveis (principalmente em &lt;strong&gt;Deus e o Diabo na Terra do Sol, 1964&lt;/strong&gt;), se tornaram uma vanguarda brasileira. Foi o expoente de uma época em que nosso cinema era respeitado mundo afora, o chamado Cinema Novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender a obra de Glauber vai muito além de perder finais de semana à frente da TV assistindo filmes da Nouvelle Vague, ou se remoendo em tentar compreender a obscuridade lenta e aterradora de Bergman. É diferente, pois o baiano se tornou um avatar de uma era de hibernação forçada da cultura popular. Criou-se de uma necessidade de expressão de uma sociedade refém de um regime que censura e deportava. Viveu uma fantasia realística, aonde entender sua ideologia depende do entendimento do mundo em que viu em sua época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julgá-lo chato e psicótico, criador de non senses teóricos, é válido e perdoável para quem assiste a algum de seus exemplares. É difícil para qualquer especialista em cinema compreender Glauber. Sendo assim fica muito mais fácil odiá-lo. Um filme como seu derradeiro &lt;strong&gt;A Idade da Terra (1980), &lt;/strong&gt;pode ser considerado seu pior trabalho pelo teor claustrofóbico que carrega nos discursos escalafobéticos. Entretanto, se lermos uma biografia, ou abrirmos o Google para ver diversos pontos de sua vida e obra, percebe-se que pode ser simplesmente um testamento melancólico de um artista a frente de seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mesmos que dão de ombros para o diretor, são os mesmos que babam pelos exageros brilhantes e nostálgicos de Truffaut, ou batem palmas para a arrebatadora realidade em que trabalha Martin Scorcesse e nem param para pensar que tem muito de Glauber em suas obras. Podem até não gostar de seus filmes, mas diminuir seus feitos e contribuições para o nosso cinema é de fato inaceitável. Se hoje exaltam a habilidade de criar absurdos inebriantes de Von Trier, é por que não conhecem Rocha, ou simplesmente por que brasileiro tem mania de não reconhecer o talento de seus conterrâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-2868243506218344213?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/2868243506218344213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/dificil-arte-de-entender-glauber-rocha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2868243506218344213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2868243506218344213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/dificil-arte-de-entender-glauber-rocha.html' title='A difícil arte de entender Glauber Rocha'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1560025251466082762</id><published>2011-08-29T08:17:00.000-07:00</published><updated>2011-08-29T08:34:51.207-07:00</updated><title type='text'>OS PODERES E AS FRAQUEZAS DE UMA ADAPTAÇÃO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Voar, correr na velocidade da luz, escalar paredes, ter uma força sobre-humana e um corpo invulnerável. Quem quando criança não sonhou em ter, pelo menos, uma vez na vida estes poderes? Pois bem, estes poderes sintetizam a força de todo grande super-herói que se preza. Os poderes físicos aliados à força do caráter e a inclinação para valores do Bem e da Justiça, fazem do homem um herói. Eles sempre aparecem no momento que a humanidade mais necessita. Foi assim, assim vem sendo e assim será até os fins dos tempos. É uma resposta ao clamor de uma sociedade fragmentada por valores opostos. Um poder que se originou dos quadrinhos e se estendeu pelas telas do cinema. Desde a primeira adaptação modesta até os catatônicos efeitos visuais de hoje, os heróis mascarados e sobre-humanos são presença constante na grade de produções cinematográficas anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro grande filme de um ícone dos quadrinhos aconteceu em1978. No papel do Super-Homem, o ator Christopher Reeve, se firmou como um ídolo do cinema em todos os tempos. O ator conseguiu imprimir uma fusão perfeita entre o atrapalhado repórter do Planeta Diário e o incrível Herói por detrás de seus óculos. &lt;strong&gt;Super-Man, o filme&lt;/strong&gt;, contou além de um elenco estelar, com um premiado roteirista. Gene Hackman (Lex Luthor), Margot Rider (Lois Lane) e Marlon Brando (Jor-El) receberam o suporte de Mário Puzzo, de &lt;strong&gt;O Poderoso Chefão&lt;/strong&gt;. A história é tradicional: um menino exilado pelos pais que salvam sua vida após a explosão de seu planeta de origem. Na Terra, ele tenta se adaptar a vida humana. Tudo sob aval dos responsáveis pelos efeitos visuais de Guerra nas estrelas. Eles fizeram o homem voar aos olhos extasiados dos fãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamanho investimento não teria outro resultado além de um sucesso de bilheteria e o fato de entrar definitivamente na galeria dos filmes mais importantes da história cinematográfica. Depois vieram outras três sequências totalmente dispensáveis. Ele retornou as salas de cinema em 2006 com &lt;strong&gt;Superman, o retorno&lt;/strong&gt;. O filme, com a assinatura de Bryan Singer, nem de longe lembra do original, trazendo agora o introspectivo Brandon Houth no papel principal. A história se constituiu fraca ao mostrar a vida de todos na Terra sem a presença do Herói cinco anos exilado. De volta, ele descobre que sua amada Lois Lane está casada e é mãe de um lindo menino, fruto de sua relação com ele. Nem a presença do extraordinário Kevin Spacey como o vilão Luthor, tirou a impressão de estarmos assistindo a uma novela mexicana das piores sem a necessidade da Kryptonita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro homem capaz de voar, só que com o auxílio de suas poderosas teias também ganhou sua adaptação. Em 2001 quando o tímido Tobey Maguire vestiu a roupa do Homem-Aranha, ele direcionou suas teias para o sucesso. No filme, Peter Parker, um adolescente tímido que quase não é percebido por seus colegas de classe e pelo grande amor de sua vida Mary Jane (Kirsten Dunst), torna-se, através da mordida de uma aranha radioativa, o Herói alpinista que hoje conhecemos. A mutação não só afeta seu lado físico como também o emocional. E coube ao ator Wiliam Dafoe a missão de fazer do doentio Duende Verde seu terrível antagonista nesta primeira aventura. Missão que seria dois anos depois passada para Alfred Molina como o Dr. Octopus. Se o primeiro longa foi um sucesso de público, o segundo foi de crítica, baseando-se num roteiro bem definido e em cenas de ação impecáveis. Seguindo no embalo do sucesso, prometeram fazer de sua sequência a melhor da trilogia. No entanto, o aguardado &lt;strong&gt;Homem Aranha 3&lt;/strong&gt;, não passou de promessa e marketing bem feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme foi um fracasso em todos os sentidos. Quem viu não entendeu a natureza de um roteiro rocambolesco recheado de vilões mal aproveitados para todos os lados. Harry Osborne (James Franco) herdou do pai a prancha voadora e partiu para vingar sua morte tornando-se o Duende Macabro. Enquanto isso O Homem de Areia aterrorizava a cidade depois de se tornar o responsável pela morte de Tio Ben e ganhar os poderes acidentalmente. Mais tarde, o próprio Homem Aranha. Graças a um estranho material químico alienígena que em contato com o corpo humano desperta nos homens seus mais primitivos e nocivos instintos. Cheio de autoconfiança, o contido Peter Parker se transforma num conquistador inveterado ao mesmo tempo em que o Herói se torna Venon, sua outra personalidade, considerado por nove entre dez fãs do aracnídeo como seu maior rival. Uma vez que a ambiguidade do Herói torna sua história espetacular pelo menos nos quadrinhos. Todos estes vilões se chocaram num filme curto demais para contar de forma mais crível suas histórias. Assim podemos afirmar que todos renderiam, separadamente, inesquecíveis sequencias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as portas da Escola Xavier para superdotados se abriram em 2000, causou uma grande expectativa em torno de seus fãs. Afinal, adaptar para o cinema as histórias dos famosos mutantes seria uma tarefa nada fácil. Uma trilogia da saga já estava confirmada. E ao julgar pelos três filmes, melhor seria que as portas tivessem fechadas. &lt;strong&gt;X-Men&lt;/strong&gt; de Bryan Singer mostrou como o cotidiano da Escola foi abalado com a chegada de novos mutantes. Destaque para o truculento Wolverine incorporado com uma competência assustadora pelo australiano Hugh Jackman e a mutante Vampira, papel da vencedora do Oscar Anna Paquin. Como não poderia deixar de ser, o imponente Magneto de Sir Ian McKellen foi o líder antagonista da história da Guerra entre humanos e mutantes. O gênio da revolução mutante tentou usar os poderes da jovem novata com o objetivo de transformar toda humanidade em mutantes. Nem mesmo a presença da estrela e também vencedora do Oscar Hally Berry, diga-se de passagem, apagadíssima como a mutante Tempestade, conseguiu suprir o desejo dos fãs. O filme até foi uma boa sequencia de ação para os leigos, ou seja, quem nunca esteve a par da história dos mutantes. Já para seus verdadeiros fãs, foi uma tremenda decepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;X-Men 2&lt;/strong&gt; é a síntese dos filmes do gênero com muita ação, efeitos especiais e pouquíssimo conteúdo. Uma confusão de personagens e histórias tão dispensáveis quanto à interpretação de seu bom elenco. No final de nada, a morte de Jean Gray anuncia o nascimento da Fênix, um dos maiores e mais temidos vilões da saga. Assim como Venon, a Fênix também muda a personalidade de sua persona. A diferença é que enquanto o primeiro tem uma fonte física, a outra é emocional e se encontra na psique de Gray. E assim como Venon, sua história foi decepcionante. Em &lt;strong&gt;X-Men 3&lt;/strong&gt; a poderosa mutante classe 5 foi reduzida a um mero capanga de Magneto em sua luta megalomaníaca contra os homens. E como isso já não bastasse para tornar o filme ultrajante, ainda criaram uma vacina, uma espécie de “cura” para a mutação genética, aniquilando o verdadeiro propósito da saga X-Men.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O suporte de apoio às diversidades humanas. Além de vitimar nomes de suma importância para a causa como Mística, Vampira e Magneto. Sem falar no inchaço de personagens que deixou muita gente que acompanhou a história desejando ter superpoderes de escrever algo menos repulsivo. Mas nada se compara a falta maior de não ter inserido, nem ao menos em menção, o maior de todos os mutantes, o quase invencível Apocalipse. Algo que, no universo X-MEN é mais que ultrajante, é inadmissível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a trilogia tenha deixado e muito a desejar, devemos considerar o nível de complexidade de se adaptar para as telas a história dos mutantes, dada a complexidade dos próprios personagens. Algo que está para ser corrigido com a promessa de mais uma trilogia da saga. Então o que fica desta trilogia mutante são filmes bem feitos voltados ao entretenimento de quem nunca teve nas mãos uma revista em quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais humano dos heróis também teve sua presença inserida no mundo do cinema. Em cada sequencia o vigilante noturno mais querido dos quadrinhos teve de enfrentar seus mais terríveis inimigos. Em &lt;strong&gt;Batman&lt;/strong&gt; ele combateu o esplêndido Coringa de Jack Nicholson. O multifacetado ator ofuscou tanto a estrela do protagonista, vivido por Michael Keaton, que acabou sendo indicado ao Globo de Ouro naquele ano. &lt;strong&gt;Batman, o retorno &lt;/strong&gt;marcou o retorno de Keaton ao papel principal, mas não ao sucesso. O filme foi um fracasso ao trazer a gata Michelle Pfeiffer como Mulher- Gato e um deformado e repugnante Dany De Vilto como Pinguim. Deixando todos literalmente numa gelada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois veio &lt;strong&gt;Batman Eternamente &lt;/strong&gt;que trouxe Val Kilmer no papel principal. Aqui ele ganhava um parceiro na luta contra o crime. O queridinho do momento Cris O’ Donnell assumiu o papel do malabarista Robin enquanto o veterano Tommy Lee Jones emprestou seu rosto ao vilão Duas Caras. O espevitado Jim Carrey se esbaldava como Charada enquanto a bela Nicole Kidman sofria em suas mãos como a mocinha da trama. Com uma produção amadora, roteiro obsoleto e um elenco recheado de estrelas no auge da canastrice, o filme se eternizou como um dos piores da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Batman e Robin &lt;/strong&gt;trouxe novamente O’Donnell e seu colam no elenco agora ao lado do então Rei da Canastra George Clooney como seu eterno parceiro. O valentão Arnold Schwarzenegger numa atuação tão risível quanto o filme no papel do vilão Mr. Frese. Uma Turmam e Alicia Silverstone lideraram o elenco feminino. A primeira como a sensual Era Venenosa e a segunda no papel da sobrinha do mordomo Alfred que decide se juntar a dupla de heróis no combate ao crime. Difícil mesmo foi combater o maior vilão do longa, a péssima qualidade do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente para o bem de todos amantes do cinema, estas tristes páginas da história se encerraram quando em 2005 o diretor Christopher Nolan decidiu homenagear o herói de capa preta de uma maneira mais condizente a seus fãs. Veio &lt;strong&gt;Batman Begins&lt;/strong&gt;, que contou a história de como o menino órfão se transformou no Homem Morcego. Para viver o "Herói solitário" Nolan convocou o talentoso Cristian Bale, que vestiria novamente a capa e o cinto de utilidades em 2009 com o aguardado &lt;strong&gt;Batman – o cavaleiro das trevas&lt;/strong&gt;. Em ambas as produções o diretor esqueceu os percalços das anteriores e transformou suas sequencias em cinema de verdade ao tratar com seriedade suas histórias. Ao começar pelo elenco de atores tarimbados emanando credibilidade a cada cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Begins trazia Michael Caine como o mordomo Alfred, Cavaleiro das trevas o substituiu por Morgan Freemam e nos apresentou um dos maiores algozes da história do cinema atual. Heath Ledger incorporou de maneira assombrosa o vilão Coringa, trucidando a interpretação de Nicholson no mesmo papel anteriormente. Tanto que Ledger levou para casa o Oscar. Batman – o cavaleiro das trevas foi a prova de que quando se leva o cinema a sério, independente de qual história ou gênero que possa pertencer, o reconhecimento é uma consequência mais que positiva. O filme de Nolan é o melhor já feito para homenagear um ícone dos quadrinhos ao tratar o Herói da capa preta como ele é. Um homem despido do Herói sobre-humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, a missão de adaptar para as telas uma história que nos quadrinhos se torna imutável por uma legião de fãs, é algo que exige uma séria e mais contundente reflexão da parte de quem tenta levar adiante este projeto. A inovação só é uma coisa positiva quando se tem comprometimento de contar uma boa história por meio de uma boa produção. Ou então teremos de assistir a coisas dispensáveis do gênero como Quarteto fantástico e o Surfista prateado ou um Lanterna Verde totalmente fora de suas raízes negras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se no universo dos quadrinhos, heróis e vilões tem um lado definido, na vida real e no mundo do cinema esta escolha fica a cargo do espectador, já que existe espaço suficiente para agradar a dois tipos de público. Aos que preferem o cinema de entretenimento ou aqueles que optam pelo cinema de reflexão. Não importa o lado que você venha a escolher desde que seus valores morais tenham como base os destes importantes personagens fictícios que a tanto nos fascinam incondicionalmente. Que possamos nos valer de seus poderes e esquecer suas fraquezas. Pra isso você nem precisa voar, correr na velocidade da luz ou escalar paredes. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1560025251466082762?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1560025251466082762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/os-poderes-e-as-fraquezas-de-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1560025251466082762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1560025251466082762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/os-poderes-e-as-fraquezas-de-uma.html' title='OS PODERES E AS FRAQUEZAS DE UMA ADAPTAÇÃO'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7691715224873565586</id><published>2011-08-22T16:45:00.000-07:00</published><updated>2011-08-22T17:05:43.995-07:00</updated><title type='text'>Três é demais?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto algumas franquias faturam milhões em continuações de longas de sucesso, a discussão entre quantidade e qualidade se mantém em alta. Mas nem sempre continuações são sinônimos de pretensões financeiras. Grandes filmes, de diretores renomados, garantiram além de sucesso bilheteria, elogios por parte da crítica. Entretanto, os conseguintes têm de ter um motivo justo para ser produzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Cineposforrest aponta as melhores trilogias lançadas, é claro, sempre disposto a aceitar opiniões diversas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As 3 melhores:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – A Trilogia do Chefão:&lt;/strong&gt; A fantástica adaptação feita a quatro mãos pelo diretor Francis Ford Coppola e o próprio autor do livro, Mário Puzzo é com certeza a melhor entre todas as trilogias. Com uma trama envolvente, que conta a saga da Família Corleone, desde os anos 50 até o fim da década de 70, impactou e conquistou tanto público quanto a crítica. Apesar de ter sofrido uma sensível queda de qualidade do da parte II para a III, não foi o suficiente para que o brilho se desfizesse. Além do sucesso, a obra é a única dentre as trilogias na história do cinema a ter dois filmes vencedores do Oscar de melhor filme (Parte I e II), e o personagem Vito Corleone, o único a ter dois intérpretes diferentes contemplados com a estatueta (Marlon Brando, Parte I e Robert DeNiro, Parte II). &lt;strong&gt;NOTA: 9.5&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Poderoso Chefão, Parte I&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;(The Godfather, Part I), 1972&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Dirigido por Francis Ford Coppola, roteiro de Francis Ford Coppola e Mario Puzzo adaptado do romance de Mario Puzzo. Com Marlon Brando, Al Pacino, Robert Duvall, Diane Keaton, Talia Shire, James Caan e John Cazalle.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Nota: 9,6&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Poderoso Chefão, Parte II &lt;em&gt;(The Godfather, Part II), 1974&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Idem. Com Al Pacino, Diane Keaton, Robert DeNiro, Robert Duvall, John Cazalle e Talia Shire.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Nota: 9.7&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Poderoso Chefão, Parte III &lt;/STRONG&lt;em&gt;&amp;gt;(The Godfather, Part III), 1990.&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Idem. Com Al Pacino, Diane Keaton, Andy Garcia, Sofia Coppola, Talia Shire, Lee Strasberg, Eli Wallach, Joe Mantegna e Bridget Fonda.&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; Nota: 9.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 – A Trilogia Nativista:&lt;/strong&gt; Quando George Stevens decidiu filmar Um Lugar ao Sol, adaptação do romance de Theodore Dreiser iniciava a sua visão sobre a formação da identidade do povo americano. Esse excelente filme conta a história de um jovem ambicioso que mata uma jovem operária que esperava um filho dele, para que isso não o atrapalha em sua ambição de se casar com alguma herdeira rica. Com a mesma sensibilidade em conduzir suas tramas, Stevens constrói sua obra-prima criando uma espécie de alegoria sobre o bem e o mal. Os Brutos Também Amam mostra o nascimento de um americano benevolente, bondoso que faz de tudo para proteger os fracos. Contudo seu maior sucesso ainda estava por vir. Assim Caminha a Humanidade além de contar com um elenco formidável, o diretor fecha a trilogia acentua os valores morais dos cidadãos americanos. Por seu brilhante trabalho, George Stevens venceu o Oscar no primeiro e no terceiro filme.&lt;strong&gt; NOTA: 9.4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Lugar ao Sol &lt;/STRONG&lt;em&gt;&amp;gt;(A Place in the Sun, 1951&lt;/em&gt;.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Dirigido por George Stevens, roteiro de George Stevens adaptado do romance de Theodore Dreiser. Com Montgomery Clift, Elizabeth Taylor, Shelley Winters e Raymond Burr.&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; Nota: 9.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Brutos Também Amam &lt;em&gt;(Shane, 1952)&lt;/em&gt;.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Dirigido por George Stevens, roteiro de A. B. Guthrie inspirado na obra de Jack Schaefer. Com Allan Ladd, Jean Arthur, Van Heflin, Jack Palance, Brandon DeWilde, Ben Johnson, Emile Meyer, Elisha Cook Jr. e Edgar Buchanan&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; Nota: 9.6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim Caminha a Humanidade &lt;em&gt;(Giant, 1956).&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Dirigido por George Stevens, roteiro de George Stevens. Com James Dean, Elizabeth Taylor, Rock Hudson, Carroll Baker, Dennis Hopper, Mercedes McCambridge, Sal Mineo e Rod Taylor.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Nota: 9.5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – A Trilogia do Anel:&lt;/strong&gt; Muitos (leia-se José Wilker) veem na ferramenta tecnológica falta de conteúdo. Entretanto a retumbante adaptação da gigantesca obra de J. R. R. Tolkien, concebida pelas mãos do diretor Peter Jackson é um bom exemplo de que a sentença não é uma regra. Com visual espetacular das montanhas e planícies da Nova Zelândia e Austrália, somos transportados para a Terra-Média escorados à perfeita adaptação do texto encabeçada por Phillipa Boyens. A dedicação do diretor foi imensa, e depois de 5 anos de produção, O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, surgiu como uma hecatombe no mundo do cinema, enlouquecendo o público e dobrando a crítica. Mas seria em O Retorno do Rei, o último filme, que viria a consagração. Com um espetáculo beirando à perfeição, sem exageros, com ação e emoção, uma verdadeira obra-prima. Foi o primeiro filme de fantasia a conquistar o Oscar de melhor filme, além de receber outras dez estatuetas. No total a trilogia venceu 17 das 30 indicações que recebeu. Frodo, Gollum e Cia. ficaram para sempre na memória de quem teve o prazer de assistir aos filmes. &lt;strong&gt;NOTA: 9.4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel &lt;/STRONG&lt;em&gt;&amp;gt;(The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, 2001).&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Dirigido por Peter Jackson, roteiro de Peter Jackson, Phillipa Boyens, Fran Walsh e Stephen Sinclair. Com Elijah Woody, Viggo Mortensen, Orlando Bloom, Ian McKenlen, John Rhys-Davies, Liv Tyler, Hugo Weaving, Cate Blanchett, Sean Astin, Bernard Hill, Christopher Lee, Dominic Monaghan, Billy Boyd, Sean Bean, Miranda Otto, Ian Holm e Andy Serkins como Gollum&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; Nota: 9.4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor dos Anéis: As Duas Torres &lt;/STRONG&lt;em&gt;&amp;gt;(The Lord of The Rings: The Two Towers, 2002)&lt;/strong&gt;. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Idem. Idem&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; Nota: 9.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei &lt;/STRONG&lt;em&gt;&amp;gt;(The Lord of the Rings: The Returno f the King, 2003). &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Idem. Idem&lt;strong&gt;. Nota: 9.7&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7691715224873565586?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7691715224873565586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/tres-e-demais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7691715224873565586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7691715224873565586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/tres-e-demais.html' title='Três é demais?'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-3847173432203024215</id><published>2011-08-09T12:53:00.000-07:00</published><updated>2011-08-09T12:59:15.382-07:00</updated><title type='text'>ANGELINA JOLIE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fama e sedução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Uma estrela de brilho inigualável. Assim podemos definir esta belíssima atriz de lábios carnudos e olhos esfuziantes que são pura sedução. Um brilho que se originou da terra do cinema. Foi em Los Angeles que a estrela Angelina Jolie Voight deu sua primeira cintilada para o mundo. Filha de um casal de atores, o ator Jon Voight e a atriz Marcheline Bertrand, ela logo começou a se familiarizar com o estrelato. Aos 11 anos frequentou a escola de artes Lee Strasbourg Theatre Institute, permanecendo durante dois anos brilhando em várias peças. Contudo, com o sucesso veio também as consequências da fama. Os hormônios da adolescência levaram Jolie a um período de rebeldia que a afastou dos palcos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passada esta fase, a estrela voltou a atuar, agora estudando na Universidade de Nova Iorque enquanto trabalhava como modelo. Seu belo rosto era figura constante em clipes musicais de sucesso. A carreira cinematográfica começou oficialmente em 1993 na ficção científica B, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ciborg 2&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Depois de mais de dez longas metragens, foi a TV que lhe abriu a oportunidade definitiva de conquistar Hollywood. Primeiro com &lt;em&gt;&lt;strong&gt;True womam&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;e depois com &lt;strong&gt;&lt;em&gt;George Wallace&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; levou seu primeiro Globo de Ouro. Mas foi a supermodelo Gia Caranghi que alçou Jolie para a fama. Em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Gia – fama e destruição (1996)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, a atriz teve uma atuação digna de um Oscar, mas acabou ficando “apenas” com mais um Globo de Ouro e um SAG Award. Um papel que caiu como uma luva em suas mãos, uma vez que ambas tinham a mesma personalidade indomável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi aí que sua estrela começou a brilhar mais intensamente com sucessivos sucessos. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O colecionador de ossos (1998),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ao lado do astro Denzel Washington e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alto controle&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ao lado de Billy Bob Thornton, com quem manteve uma relação turbulenta até 2002. Em 1999 atuou ao lado de Winona Rider na cinebiografia da jovem Suzana Kelsen em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Garota interrompida&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Sua personagem, a sociopata Lisa, lhe rendeu o Oscar que não levou em 1996. Era coadjuvante, mas com a estrela que tem, é um adjetivo que não se aplica a ela. Seguiram-se os anos 2000 e com ele vieram a era dos blockbusters, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lara Croft: Tomb raider (2001)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;60 segundos (2002)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O espanta tubarões (2006)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – e alguns fiascos como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alexandre (2007)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de Oliver Stone e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capitão Sky e o mundo de amanhã (2008&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;),em que a atriz teve como acessório um grotesco tapa-olho (ergh!). Contudo, nada abalaria sua carreira como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sr. e Sra. Smith (2005)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme foi um enorme sucesso de bilheteria. Não por conta do roteiro e direção. O sucesso se deve ao marketing produzido por ela e seu parceiro de cena Brad Pitt. Fofocas envolvendo seu envolvimento com o galã tornaram-se capas de vários tabloides. Um episódio que quase minou sua promissora carreira. Na época Pitt era casado com a atriz Jennifer Aniston, uma das queridinhas da América, o que colocou Jolie no papel da vilã sedutora que destrói lares. Só que diferentemente do que acontece na maioria das produções, desta vez a vilã levou a melhor. Hoje Angelina e Brad formam o casal mais lindo e mais influente do mundo ao lado de seus belos filhos.&lt;br /&gt;Após esta tempestade, a atriz ainda estrelou o filme de ação &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O procurado&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e o drama &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A troca&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;(2009),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; dirigido por Clint Eastwood, de quem recebeu incansáveis elogios e mais uma indicação ao Oscar. Em 2010&lt;strong&gt;&lt;em&gt; Salt&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; teve, surpreendentemente, uma ótima crítica, elevando-a de vez ao status de maior estrela da sétima arte no momento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que faz de Angelina Jolie uma estrela não são ataques de estrelismo nos sets de filmagens, desposar astros famosos ou escândalos envolvendo a família ou uso de substâncias ilícitas. O que define Angelina Jolie como estrela é algo muito mais simples que vai além de qualquer justificativa infame de tabloide. É olhar para ela com uma perspectiva muito familiar. Vê-la como um ser humano, desnudo de qualidades e defeitos. Ela é o que é. Nem mais, nem menos. Apenas uma mulher linda, talentosa, com nuances de personalidade e carisma ímpar, que sabe tirar o que de melhor obtém da vida pessoal e profissional e ainda assim olhar pelos outros que não tiveram a sorte de nascer com o mesmo brilho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-3847173432203024215?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/3847173432203024215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/angelina-jolie.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3847173432203024215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3847173432203024215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/angelina-jolie.html' title='ANGELINA JOLIE'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6487204202891974397</id><published>2011-08-08T08:09:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T08:13:13.586-07:00</updated><title type='text'>Sam Mendes e o American Way Life</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Em dois grandes filmes, Sam Mendes desmitifica a máxima do American Way Life, com roteiros brilhantes e de uma melancolia que nos coloca numa encruzilhada entre o bom e o necessário para nossa vida&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo na primeira cena de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Beleza Americana &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;(American Beauty, 1999)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; percebemos que o título da obra, uma alusão a uma bela rosa americana sem cheiro e espinhos, é a grande ironia da história. O brilhante roteiro de Allan Ball desnuda o dia-a-dia de uma família suburbana americana, um grande exemplar dos adeptos do estilo de vida americano, criado após a reestruturação do país, depois da Grande depressão, em meados a década de 40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe da família, Lester Burnham (Kevin Spacey formidável em atuação vencedora do Oscar), de repente se vê frustrado com sua vida e percebe que tudo o que sonhou não passou de um foge da juventude. A mecanização com que sua vida se desenvolveu, a base familiar, a casa, tudo o caracteriza o estilo pré-concebido de vida que leva, deixa Lester a mercê de seu vazio existencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua obsessão pela colega da filha, e a amizade com o filho do vizinho, um jovem maconheiro e perturbado pelo regime totalitário de seu pai, são seus caminhos para mudar o rumo de seu destino. Sua mulher Carolyn (Annette Benning, ótima) é um de seus problemas em sua procura por uma vida sem regras sociais, já que uma daquelas que se adaptaram, ou se conformaram, com o esquema do casa/comida/filhos e uma felicidade de mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ball não poupa ninguém. Mostra de forma divertida, chocante e, às vezes, melancólica como o sistema domina e destrói sonhos. Um estudo social eloquente e controverso do mundo, que aos olhos do resto do mundo, parece ser perfeito. Os delírios de Lester com a jovem ninfa (Mena Suvari) traduzem o desespero emocional que domina o personagem, uma alegoria que se completa com o universo paralelo e insano de sua filha e o filho do vizinho. Mesmo Carolyn vive seu íntimo paradoxo, enquanto tenta prova que sua vida é uma maravilha se perde em meio suas frustrações e arrependimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo o mesmo arcabouço metafórico, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Foi Apenas um Sonho &lt;/strong&gt;&lt;/EM&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;(Revolutionary Road, 2008)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; traz uma espécie de “O início” de seu longa de 1999. Argumentado por Justin Haythe, baseado no romance de Richard Yates, o filme traz um casal suburbano cheio de sonhos de uma vida feliz, mas que aos poucos vai sucumbindo ao sistema de vida, já consagrado nos áureos anos 50.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste caso é a jovem April Wheeler (Assombrosa atuação de Kate Winslet) que se sente em uma prisão sem muros. Uma clausura espiritual que pensou ter fim quando planejou uma vida nova em Paris. Os interesses de seu marido, Frank (o também fantástico Leo Dicaprio), se contrapõe quando consegue uma promoção no trabalho onde odiava trabalhar. Mas seria lógico deixar um bom salário para tentar uma incerta vida em Paris?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja o ponto G do filme. Nesse processo de firmação do American Way Life essa pode ter sido o grande conflito vivido pelos americanos. Quanto valia a felicidade? Novamente Mendes da destaque a algum coadjuvante insano, no caso uma grande atuação de Michael Shannon, o jovem interno de um hospício, que parece ser o único que percebe que os planos de April são uma tentativa de se libertar. A ironia do título também é destacável, já que a rua onde moram é a “estrada revolucionária”, que no fim de tudo mostra que a revolução nunca aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que diferencia as obras é o teor na condução. Enquanto Beleza Americana é mais ácida e divertida, repleta de duplos sentidos, Foi Apenas um Sonho é mais cru, um melancólico desenho definhado de uma grande mentira. Talvez assim sejam por um representar a ascensão e o outro o declínio do estilo de vida sacralizado pelas propagandas políticas americanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que as tornam semelhantes são as excelentes atuações do elenco, e a força tarefa de Sam Mendes para provar que os americanos viveram em uma grande fantasia por décadas, e que não há uma maneira certa ou errada de se conduzir a vida. Além de tudo nos coloca no centro da discussão, fazendo-nos tentar imaginar se nossas vidas seriam melhores se fizéssemos o que gostamos mesmo com dificuldades, ou se conseguíssemos um padrão de vida bom, mas fadados ao vazio até o fim da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beleza Americana &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;American Beauty, 1999&lt;/em&gt;), dirigido por Sam Mendes, roteiro de Allan Ball. Com Kevin Spacey, Annette Benning, Chris Cooper, Peter Gallagher, Mena Suvari, Thora Birch, Allisson Janney e Wes Bentley. 121 min. Vencedor de 5 Oscar (Filme, diretor, ator – Spacey, roteiro original, fotografia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foi Apenas um Sonho &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;Revolutionary Road, 2008&lt;/em&gt;), dirigido por Sam Mendes, roteiro de Justin Haythe baseado na obra de Richard Yates. Com Kate Winslet, Leonardo DiCaprio, Michael Shannon, Kathryn Hahn, David Harbour e Kathy Bates. 119 min. 3 indicações para o Oscar (Ator coadjuvante – Shannon, direção de arte, figurino) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6487204202891974397?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6487204202891974397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/sam-mendes-e-o-american-way-life.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6487204202891974397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6487204202891974397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/08/sam-mendes-e-o-american-way-life.html' title='Sam Mendes e o American Way Life'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-2168889028539814051</id><published>2011-07-06T10:19:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T10:24:39.604-07:00</updated><title type='text'>Stephen King, Frank Darabont e o sonho de liberdade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um caminho rumo à liberdade, de qualquer tipo, mental ou física, não importa. Essa busca é o enredo principal que une dois ícones da literatura e do cinema nos anos 90: O escritor Stephen King e o diretor e roteirista Frank Darabont. Juntos construíram duas das mais brilhantes obras do cinema estadunidense daquele período, explorando sempre o desejo do homem de se libertar, seja ela de qual prisão for.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente a intenção de King fosse criar temas complexos quando deixa de lado os contos de horror que o consagraram. Porém, na verdade, o que nasce da mente do escritor são estórias entroncadas, mas não complicadas. Isso talvez tenha sido o que chamou a atenção de Darabont. A facilidade da transposição, mesmo havendo a necessidade de um maior desenvolvimento, dos contos de King criou um léxico para adaptações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro As quatro estações, uma coletânea de contos do autor, deu origem ao bom Conte Comigo (1986), e ao formidável Um Sonho de Liberdade (1994), que marcou o início da parceria com o diretor francês. Nas duas obras, o tema central, mesmo envolto em tramas paralelas, o expectador sempre é condicionado a se questionar sobre a verdadeira liberdade (No caso de Conte Comigo, a abordagem é mais singela, baseada na amizade e dúvidas juvenis).&lt;br /&gt;No primeiro trabalho King/Darabont, fica claro a compatibilidade de estilo. A mesma calma e sensibilidade para atingir o clímax visto nas páginas produzidas pelo escritor são observadas na montagem segura e segmentada do diretor. Na trama, Andy Dufresne (Tim Robbins) é preso por assassinar a mulher, e vai para a prisão de Shawshank, lá conhece Red (Morgan Freeman) com quem faz amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lógica, e a deixa de Darabont no início do filme, fazem com que a todo tempo tenhamos a certeza de que Dufresne é inocente, o é que torna sua busca pela liberdade ainda maior. Na contramão dessa batalha silenciosa, a tênue e ardorosa perseverança que se abate sobre Red, mantém a mesma sensação no público. Parece um melodrama, mas não é. O que evita que o roteiro descambe para o tom novelístico é aquela tranca do enredo, herdado das letras de King. São sorrisos e lágrimas na medida certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois viriam a se encontrar em outro filme na década de 90. À Espera de um Milagre (1999) foi um marco na história recente do cinema, não só pela sua linda e emocionante trama, mas pela combinação dos estilos do escritor com o diretor. Mais uma vez a dupla enche os olhos, porém dessa vez a busca pela liberdade é pavimentada por um realismo-fantástico poucas vezes visto nas telonas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O longa traz o gigante John Coffey (atuação sensacional de Michael Clarke Duncan), um preso no corredor da morte, acusado de um crime que não cometeu, e Paul Edgecomb (Tom Hanks) como o chefe de segurança da Green Mille. Com o passar do tempo, o policial percebe que Coffey não preenche o perfil para estar naquele lugar, e ainda descobre que o grandalhão pode operar milagres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desta premissa Darabont carrega mais ainda o estilo de Stephen King. Com uma astúcia incrível, a leveza da condução do filme deixa o público em diversas encruzilhadas na trama. É impossível, mesmo faltando menos de 30 minutos para o fim, imaginar o que irá acontecer no final. A busca da liberdade, entretanto, não partiu de Coffey que estava prestes a ser executado, e sim de Edgecomb que teria de viver com este fardo pelo resto de sua vida. Seria a morte a liberdade almejada pela personagem de Tom Hanks? Outra característica de King, que no fim, sempre nos deixa com a sensação de que a estória na acaba ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem não goste dos dois filmes da dupla, sempre com a retórica do água com açúcar demais. Mas sem se esforçar o espectador pode chegar à conclusão que nem tudo é o que parece, e há muito mais naquelas obscuras fábulas, do que uma simples historinhas. Se Frank Capra criou um estilo junto com o escritor Robert Riskin, fundado na esperança de um povo após uma crise, baseado no otimismo (o Capriskin), podemos considerar que Frank Darabont e Stephen King seguiram seus passos, só que na realidade de um mundo pós-Guerra Fria, e se asseguraram de buscar a liberdade, e criaram o estilo Darking.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-2168889028539814051?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/2168889028539814051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/07/stephen-king-frank-darabont-e-o-sonho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2168889028539814051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2168889028539814051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/07/stephen-king-frank-darabont-e-o-sonho.html' title='Stephen King, Frank Darabont e o sonho de liberdade'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-3398989829441374608</id><published>2011-06-28T13:14:00.000-07:00</published><updated>2011-06-28T13:19:49.341-07:00</updated><title type='text'>Das páginas e das telas, e de qual é a melhor</title><content type='html'>Adaptar as vezes pode ser considerado falta de criatividade e originalidade, mas cá entre nós, quem não gosta de ter sua obra literária preferida transpassada de letras à imagem pode estar pecando por tacanhisse. Muita gente julga um filme antes mesmo deste mostrar a que veio, simplesmente por se tratar de uma adaptação. A questão sempre foi e sempre será se é benfazejo ou uma auto destruição consumista dos dias atuais, tal transposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia esse espírito capitalista das exorbitâncias hollywoodianas, que tem à sua disposição obras literárias direcionadas as grandes bilheterias, é uma sórdida realidade. A desvalorização literária é apontada como o pior descendente deste casamento, que ganha mais “filhos” todos os anos. Contudo julgar é um erro, pois qual seria o problema em faturar com a compra dos direitos pelas grandes estúdios em época de avassaladora exploração midiática?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livros como Marley e Eu, que não passa de um simples relato de um homem com seu cachorro, foi sucesso de vendas e se tornou Best-seller. Ao chegar nos cinemas se tornou enorme fiasco. Foi uma obra que não se adaptaria as telonas, um enredo inadaptável. Ponto para os inimigos das adaptações, já que na guerra de quem é melhor a literatura venceu, pelo menos neste caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falem o que quiser, que o livro é melhor, não tem comparação e tudo mais, porém é impossível negar que O Poderoso Chefão, dirigido por Francis Ford Coppola, adaptado por ele em conjunto com o próprio autor do livro, Mario Puzzo, se tornou um filme fiel ao livro, e não seria exagero considerá-lo melhor. A saga dos Corleone é tão bem estruturada em seus três brilhantes capítulos, que a parte suprimida do livro, se omite sem interferir no andamento da história, talvez seja uma das duas melhores transposições que o cinema já promoveu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A polêmica não terminará nem aumentará com esse pequeno parecer. O debate sempre existiu e vai perdurar por anos sem que os amantes da literatura e cinéfilos cheguem a uma conclusão aceitável sobre o assunto. A questão é que o cinema não quer roubar a magia literária, a idéia é compartilhar e difundir histórias que muitos não conseguem ou não podem por motivos diversos, apreciar através das páginas dos livros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-3398989829441374608?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/3398989829441374608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/06/das-paginas-e-das-telas-e-de-qual-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3398989829441374608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3398989829441374608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/06/das-paginas-e-das-telas-e-de-qual-e.html' title='Das páginas e das telas, e de qual é a melhor'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-741421456265906924</id><published>2011-06-10T17:03:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T17:11:55.018-07:00</updated><title type='text'>Tecnologia de primeira, filme de segunda</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdade seja dita. A nova tecnologia 4k debutante junto com o filme &lt;strong&gt;A Invasão do Mundo: A batalha de Los Angeles&lt;/strong&gt; é um show. Cenas mais límpidas e com uma definição extraordinária. Porém, o longa de Jonathan Liebesman só tem isso de relevante. Com um roteiro que mescla &lt;strong&gt;Star Wars &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Guerra dos Mundos&lt;/strong&gt;, o diretor não consegue fazer o que nem Steven Spilberg conseguiu: nos convencer de que o mundo estava sendo invandido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cenas hi-tech do filme tiveram um grande defeito que foi serem abusivamente repetitivas. Além disso, ficou impossível não criar uma aproximação com &lt;strong&gt;Guerra dos Mundos&lt;/strong&gt;. E parece que foi essa a inteção do roteirista Cristopher Bertolini. O argumento intruncado, meio filme cabeça, meio cinemão de segunda, transpareceu a tentativa de amarrar um draminha de heróis americanos em crise, assim como na adaptação pipoca de Spielberg do romance de H. G. Wells.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hipoteticamente o filme teria muito a apresentar. O tema, apesar de muito batido, agrada ao público comedor de pipoca. Entretanto, algo de novo tem de ser apresentado, assim como o sucesso de público e crítica &lt;strong&gt;Distrito 9&lt;/strong&gt;, que rendeu boa bilheteria e recebeu indicações ao Oscar, inclusive de melhor filme. Mas com &lt;strong&gt;A Invasão do mundo&lt;/strong&gt;, não é esse o caso. A estória se prende à mesmice do super-herói humano, sempre estadunidense, se erguendo em prol da terra contra aqueles que tentam dominar seu território (no caso é o mundo, mas eles se acham donos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para o mal de Liebesman, &lt;strong&gt;Transformers 3&lt;/strong&gt;, que será lançado no início de julho, tem o mesmo embasamento, porém conta com um enredo pré-concebido bem mais coerente e interessante. Além dele, &lt;strong&gt;X-Men: Primeira Classe &lt;/strong&gt;e a mega produção em seu momento derradeiro &lt;strong&gt;Harry Potter&lt;/strong&gt; vão acabar por sepultar as pretensões do diretor, que esperava se destacar depois do fracasso de seu remake de &lt;strong&gt;O Massacre da serra elétrica&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo o que conseguiu foi botar sua reputação em risco, fazendo de uma aposta tecnológica em um filminho candidato ao ostracismo. Tomara que dê a volta por cima na provável continuação da saga, pois se fracassar, voltará aos filmes de terror trash, conseguindo no máximo um MTV award. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-741421456265906924?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/741421456265906924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/06/tecnologia-de-primeira-filme-de-segunda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/741421456265906924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/741421456265906924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/06/tecnologia-de-primeira-filme-de-segunda.html' title='Tecnologia de primeira, filme de segunda'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7642541748555722036</id><published>2011-06-01T08:10:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T08:17:46.786-07:00</updated><title type='text'>LEONARDO DI CAPRIO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Um gato de mil vidas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho da alemã, Irmelin Idenbirkin e do ítalo-germânico George Di Caprio, Leonardo Wilhelm Di Caprio nasceu num ambiente privilegiado. Sua estrela brilhou pela primeira vez em 11 de Novembro de 1974 em Hollywood, ou seja, já estava fadado ao estrelato. O pai, quadrinista independente, conviveu com grandes nomes da música, dando ritmo à infância do ator. O célebre cartunista underground Robert Grumb e o escritor Charles Bukowski eram presenças constantes na vida do ator, que desde os 5 anos já atuava em comerciais e seriados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua brilhante carreira deu início aos 17 anos no filme de terror &lt;strong&gt;Criaturas 3&lt;/strong&gt; (1991). O desempenho de Leo em Growing Pains, onde viveu um adolescente sem teto chamou a atenção do diretor Michael Caton-Jones e logo brilhava em &lt;strong&gt;O despertar de um homem &lt;/strong&gt;(1993) ou seria o despertar de um astro? Cerca de 400 garotos fizeram teste para o personagem, mas com o aval protagonista, um tal de Robert De Niro, Leo ficou com o papel do escritor Tobias Wolf. Depois deste “apadrinhamento” concorrer ao Globo de Ouro e ao Oscar no ano seguinte foi fácil. Como o irmão excepcional de Jhonny Deep em &lt;strong&gt;Gilbert Grape – aprendiz de sonhador &lt;/strong&gt;(1994), ele arrancou além das duas indicações para melhor ator coadjuvante, aplausos merecidos do público e da crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos seguintes sua carreira se consolidou com papéis fortemente dramáticos. Em 1995 ele viveu dois destes personagens. O escritor Jim Carrol em &lt;strong&gt;Diário de um adolescente&lt;/strong&gt; e o poeta bissexual francês Arthur Rimbaund em &lt;strong&gt;Eclipse de uma paixão&lt;/strong&gt;. Reencontrou De Niro em &lt;strong&gt;As filhas de Marvin &lt;/strong&gt;(1996) e ganhou o Urso de Prata em Berlim por &lt;strong&gt;Romeu e Julieta &lt;/strong&gt;no mesmo ano. Mesmo diante de tanto reconhecimento conquistado de forma tão precoce, nada se compara ao que aconteceria em 1997 com o megasucesso &lt;strong&gt;Titanic&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Havia muita pressão sobre mim e fui rotulado como um produto. Mas nuncacheguei a me descontrolar.” Esta constatação fez Di Caprio pensar em parar de atuar por um tempo após a leomania, consequência do suceso do longa de James Cameron. Quanto mais recordes o filme batia, mais aumentava a fama do jovem galã. Em Fevereiro de 2000 quando foi lançar o filme &lt;strong&gt;A Praia&lt;/strong&gt;, o primeiro após Titanic, ele ainda atraía os gritos estéricos das garotas. Na época o ator nunca se imaginou nestas condições na carreira e depois de 10 anos, acredita ter desenvolvido mais ferramentas para o trabalho de interpretar. Titanic foi mesmo um divisor de águas em sua carreira, uma vez que posteriormente chegou a receber um cachê equivalente a de grandes astros como Harrison Ford e Mel Gibson e se colocou na mira de Spielberg, Woddy Allen, Ridley Scott e Martin Scorsese, a quem considera seu mentor. Com ele construiu uma sólida parceria de sucesso, incluindo &lt;strong&gt;Gangues de Nova Iorque &lt;/strong&gt;(2003) e o vencedor do Oscar de 2007, &lt;strong&gt;Os Infiltrados&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Dando continuidade à sua brilhante trajetória no cinema, Di Caprio segue um estilo interessante de trabalho ao se dedicar inteiramente a projetos de valor dramático e artístico, ao lado de diretores e atores do primeiro time de Hollywood. Com estes títulos, sempre foi lembrado para premiações como o Oscar e o Globo de Ouro. Em 2008 conseguiu a proeza de ser duplamente indicado para o prêmio de Melhor Ator por Os Infiltrados e &lt;strong&gt;Diamante de sangue&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora das telas, a imagem de bom vivant desapareceu com o amadurecimento pessoal paralelo ao profissional. Os romances ficaram mais duradouros e em 1998 ele se encanjou na defesa do Meio Ambiente criando a Leonardo Di Caprio Fundation e costuma militar ao lado dos Democratas Americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de todas estas qualificações, é impossível não rotulá-lo como um dos maiores exemplos de astros que conseguem conciliar uma beleza transcendental com um talento extraordinário de construir personagens tão cativantes quanto sua postura de ídolo de uma geração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FILMOGRAFIA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Criaturas 3&lt;/em&gt; (1991)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Relação indecente &lt;/em&gt;(1992)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O despertar de um homem / Gilbert Grape – aprendiz de sonhador&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(1995)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Rápida e mortal / Eclipse de uma paixão / Diário de um adolescente&lt;/em&gt;(1996)&lt;br /&gt;Romeu e Julieta / As filhas de Marvin&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Titanic&lt;/em&gt; (1997)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Homem da máscara de ferro &lt;/em&gt;(1998)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Celebridades&lt;/em&gt; (1999)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A praia &lt;/em&gt;(2000)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Prenda-me se for capaz &lt;/em&gt;(2002)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Gangues de Nova Iorque &lt;/em&gt;(2003)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Aviador &lt;/em&gt;(2004)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Diamante de sangue / Os Infiltrados&lt;/em&gt;(2007)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A origem &lt;/em&gt;(2010)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7642541748555722036?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7642541748555722036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/06/leonardo-di-caprio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7642541748555722036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7642541748555722036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/06/leonardo-di-caprio.html' title='LEONARDO DI CAPRIO'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-32910527717591295</id><published>2011-05-26T09:34:00.000-07:00</published><updated>2011-05-26T09:38:12.265-07:00</updated><title type='text'>O que é isso Winterbotton?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não dá para imaginar o que se passava pela cabeça do diretor Michael Winterbotton quando decidiu rodar &lt;strong&gt;&lt;em&gt;9 Canções&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, uma produção de maior teor pornográfico do que o teor analítico visivelmente proposta pelo roteiro. Depois de uma péssima crítica vinda de uma colunista da revista &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt;, era obrigação conferir se o filme era ruim mesmo. E o surpreendente acabou acontecendo. O longa é pior do que a crítica dizia, e por um simples fato – Não tem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro mostra (ou tenta mostrar) uma relação espontânea de amor entre dois jovens que se conheceram em um festival de rock em Londres. O encontro logo pula da dança para a cama em seqüências de sexo explícito (mesmo!) sem nenhuma carga emocional. Se era para tratar do amor como algo efêmero, por quê as cenas libidinosas e promíscuas? Não se trata de uma bandeira pudica, atentando para a impropriedade do sexo no cinema, mas sim um questionamento de necessidade de a história ser contada através da relação sexual. E ainda explícita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmes como &lt;em&gt;O Último Tango em Paris&lt;/em&gt;, de Bernardo Bertolucci, e &lt;em&gt;A Insustentável leveza do Ser&lt;/em&gt; de Phillip Kaufmann, também estarreceram o público pelas fortes cenas de sodomia entre os personagens. Entretanto, a diferença entre os clássicos das décadas de 70 e 90, respectivamente, e o trabalho de Winterbotton, é a conexão feita entre o desejo e a repulsa de duas pessoas vazias emocionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem os clipes dos shows salvam a lavoura do diretor. È uma obra lamentavelmente sem sentido com cenas de sexo que são inferiores a muitos vídeos amadores do YouTube. Ainda bem que é só um péssimo filme na carreira de um diretor promissor, que em 2007 veio a rodar o bom &lt;em&gt;O Preço da Coragem&lt;/em&gt;, e deixou de lado os experimentos pornográficos de um sub-cinema, para explorar de verdade as variações emocionais das pessoas em situações extremas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-32910527717591295?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/32910527717591295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/o-que-e-isso-winterbotton.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/32910527717591295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/32910527717591295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/o-que-e-isso-winterbotton.html' title='O que é isso Winterbotton?'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6997748970250311497</id><published>2011-05-23T15:50:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T15:55:18.584-07:00</updated><title type='text'>LINDA BLAIR</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estrela de brilho único&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estrela de um filme só.” A expressão cai sob medida para a atriz nascida em 22 de Janeiro de 1959 na cidade Westport (EUA). &lt;strong&gt;O Exorcista (1973)&lt;/strong&gt; poderia ter sido o filme que alavancaria a carreira da promissora atriz. Apesar de ter demonstrado uma performance assombrosa em sequencias tão chocantes quanto inesquecíveis, as portas do sucesso fecharam-se para ela. Os bons contratos sumiram, obrigando-a a aparecer em filmes para a TV de baixo escalão, incluindo um pequeno papel em Aeroporto 75 (1974).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De temperamento tímido e demasiadamente discreta, fez surgir em torno de seu nome boatos de envolvimento com álcool e outras drogas. Com isso sua tão promissora carreira não passou das sequencias memoráveis de exorcismo. &lt;strong&gt;O Exorcista II – O Herege (1977)&lt;/strong&gt; foi mais uma tentativa de retomar o sucesso. Porém com o fracasso de bilheteria, sua carreira meteórica deu o último suspiro. Em 1990 ela retornou à tela em &lt;strong&gt;Repossessed&lt;/strong&gt;, um filme B, de sátira à personagem que a marcou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linda Blair, de protagonista a figurante. Seriam os efeitos da maldição de &lt;strong&gt;O Exorcista&lt;/strong&gt;? Ou apenas o despreparo de algumas jovens estrelas, que assim como ela, brilharam cedo demais e deixaram de brilhar tão precocemente? E qual a nossa parcela de culpa neste caso? Quantas atrizes e atores ou personalidades de outros segmentos ajudamos a transformar instantaneamente em astros inatingíveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas sem o mínimo de talento possível exigido que encontra o aval de todos nós para se tornarem os Deuses que acreditam ser e consequentemente os monstros arrogantes que são. Equívocos como estes são suscetíveis a uma reflexão intensa e incessante de nós, seres capazes de criar e alimentar monstros com uma facilidade preocupante. Saber medir o tamanho de nossa responsabilidade nestes casos é o primeiro passo para exorcizá-los. Sem a ajuda de um padre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FILMOGRAFIA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Correntes do Infern&lt;/strong&gt;o (1983)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Noite infernal &lt;/strong&gt;(1984)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Patrulha noturna / Presídio, estadia do Inferno / Prisioneiras da Ilha Selvagem&lt;/strong&gt; (1985) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6997748970250311497?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6997748970250311497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/linda-blair.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6997748970250311497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6997748970250311497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/linda-blair.html' title='LINDA BLAIR'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-2448367108989267594</id><published>2011-05-21T06:38:00.000-07:00</published><updated>2011-05-21T06:40:37.386-07:00</updated><title type='text'>O mais do mesmo, mas muito melhor</title><content type='html'>Depois de ansiosa espera dos fãs, enfim chega aos cinemas &lt;em&gt;Piratas do Caribe: Navegando em águas misteriosas&lt;/em&gt;, quarto filme da franquia, que tem como grande missão revitalizar a saga mudando o rumo da epopéia. Com a inclusão de novos personagens, uma direção experiente e um Johnny Deep melhor do nunca, o trhilher consegue manter a forma e tende a não ter o mesmo insucesso de outras apostas de recomeço como &lt;em&gt;Indiana Jones &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;O Extermidor do Futuro&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Piratas 4&lt;/em&gt; não é um filme que surpreende. Usa os mesmos mecanismos já conhecidos do grande público, como as improváveis fugas do Capitão Jack Sparrow. Além disso o roteiro usa os mesmos moldes já explorados pelos antecessores, com o vilão supermalvado, a mocinha de caráter duvidoso e um agente duplo. Porém, o primeiro trunfo do filme está justamente neste aspecto. Os roteiristas pegaram a forma e adicionaram um recheio, digamos, real. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A introdução lendário pirata Barba Negra foi uma idéia acertada, já que sempre quando se fala de bucaneiros, o nome do peverso é sempre lembrado. Apesar de o personagem interpretado por Ian McShane poderia ter mais destaque, já que o talento do ator mostra em Pilares do Tempo prova que sua contribuição poderia ser bem mais generosa. Já a lindíssima Penélope Cruz se encarregou de ser a mocinha, se bem que o termo não pode ser bem levado ao pé da letra nos filmes da saga. A mentirosa filha do Barba Negra, mais um romance não resolvido de Sparrow, dá mais charme e menos pancada, em comparação a Elizabeth. Se bem que o talento de Cruz, mesmo grávida, deixa a esforçada Keira Knightley para trás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No decorrer da história pode-se perceber mais elementos hitóricos como os representantes da Invencível Armada espanhola, e a participação da igreja, representada pelo jovem clérigo de papel importante no filme. É possível perceber a influência de obras como &lt;em&gt;Ilíada&lt;/em&gt; de Homero, e sem muita imaginação, Os Lusíadas de Camões. Tudo isso combinado aos efeitos de arrepiar e às cenas de ação de tom coreográfico, visível influência do talento do diretor Rob Marshall, que brilhou na conduçaõ do excelente &lt;em&gt;Chicago&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Johnny Deep é um show à parte. Seu desajeitado e matuto pirata dar o ar de sua esperteza logo no início, em uma fuga extraórdinária, teve uma deliciosa ponta de Judy Denchi. O ator mostra que seu Jack Sparrow é o personagem no qual tem mais segurança, apesar de sempre estar bem em qualquer filme que faça. O ator, considerado o maior cult da atualidade, e seu Jack parecem ser um só, e de vez em quando se separam para Deep também brilhar em outro gêneros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá para saber ainda se Piratas 4 vai manter o enorme sucesso da primeira trilogia. Mas o certo é que o filme é o maior exemplo de cinema da cultura pop, e que cada vez mais vão ganhando espaço nas telonas. Mesmo que os críticos torçam o nariz, eles terão de concordar que o longa não surpreende, mas faz com que o público saia do cinema com a sensação de ter assistido ao mesmo filme de sempre, só que com mais vontade de assistir outro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-2448367108989267594?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/2448367108989267594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/o-mais-do-mesmo-mais-muito-melhor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2448367108989267594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2448367108989267594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/o-mais-do-mesmo-mais-muito-melhor.html' title='O mais do mesmo, mas muito melhor'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7574312525575710229</id><published>2011-05-16T16:03:00.000-07:00</published><updated>2011-05-16T16:07:14.840-07:00</updated><title type='text'>O homem que abraçou a causa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Se tem alguém no cinema que parece se importar de verdade com os direitos iguais para todo mundo, esse é Steven Spielberg. Às vésperas de mais um aniversário da “liberdade” dos negro no Brasil, vale relembrar a obra do cineasta americano que relata com primazia o primeiro passo para o fim da escravidão, propriamente dita, no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amstad&lt;/strong&gt; é um filme de sensibilidade única. Nem em seu &lt;strong&gt;A Cor Púrpura &lt;/strong&gt;o diretor conseguiu transmitir sua admiração pela luta dos negros em busca da liberdade, com tanta firmeza quanto neste longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saga do navio negreiro começa pela revoltada dos escravos que tomam o comando da embarcação. Depois de serem recapturados, eles são levados a julgamento, onde teriam a opção de serem enforcados, ou voltariam para a condição de escravidão.Depois de muitas batalhas judiciais, contando com uma enorme contribuição do ex-presidente John Quincy Adams (Anthony Hopkins), conseguem a tão sonhada liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um filme que, apesar de não ser o melhor da carreira de Spielberg, é com certeza o sua mais forte contribuição ao que todos procuram desesperadamente em tempos de intolerância. Se os negros ainda não tem as mesmas chances que os brancos, o jeito é continuar lutando para que cada vez mais essa segregação velada chegue ao fim. E se precisarmos de um apoio, sabemos com quem poderemos contar com Spielberg.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7574312525575710229?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7574312525575710229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/o-homem-que-abracou-causa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7574312525575710229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7574312525575710229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/o-homem-que-abracou-causa.html' title='O homem que abraçou a causa'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-513670734271764195</id><published>2011-05-10T08:12:00.000-07:00</published><updated>2011-05-10T08:18:02.331-07:00</updated><title type='text'>VALE A PENA ASSISTIR :</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O MENINO DO PIJAMA LISTRADO &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;The kid of listrad pijama , 2009&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;Drama. Com Vera Farmiga e David Trawles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofrendo com a mudança repentina de toda sua família para outra cidade, um menino busca se reencontrar após perder seus amigos. Solitário, num belo dia de verão conhece um menino judeu de sua idade preso nos campos de concentração. Uma linda amizade surge entre eles, em meio às indagações a respeito da origem da Guerra. E sua pureza de espírito o leva a um desfecho trágico de sua vida ao lado do novo amigo.&lt;br /&gt;O filme nos faz entender o sentido literal da passagem bíblica : “Vinde a mim as criancinhas, pois são puras de coração.” Uma visão interessante do olhar de uma criança alemã sobre a Guerra e de como sua inocência uma amizade linda e leal com uma criança judia presa nos campos de concentração próxima à sua casa. O filme mostra também os efeitos negativos da Guerra para todas as famílias que sofrem com a violência de forma  universal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VOZES DA LISTA&lt;/strong&gt;  (&lt;em&gt;List’s voices , 1993&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;Documentário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um poderoso documentário apresentando experiências de testemunhas oculares dos horrores da Segunda Guerra. Atenção especial para as histórias verídicas que serviram como suporte para o roteiro do filme de Spielberg.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-513670734271764195?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/513670734271764195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/vale-pena-assistir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/513670734271764195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/513670734271764195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/05/vale-pena-assistir.html' title='VALE A PENA ASSISTIR :'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7624290235006955340</id><published>2011-04-26T08:42:00.000-07:00</published><updated>2011-04-26T08:52:46.949-07:00</updated><title type='text'>As piores, entre as melhores, coisas do mundo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { margin: 2cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;p class="western" style="margin-left: -0.75cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt; O que torna a juventude especial? Que faz cidadãos de seus quarenta e tantos anos suspirarem por estes tempos que jamais voltarão? Bem, isso vem de cada um. A adolescência para muitos, principalmente para quem a está vivendo, é a pior parte do aprendizado da vida. O momento crucial onde a encruzilhada em que a vida nos conduz, desilude e coloca às mais terríveis provações, nossa personalidade em formação. É nesse estágio em que o jovem Mano descobre que o processo de crescer não é difícil, dependendo da forma de como você a encara. E isso é conduzido de forma singela por Laís Bogdanski em &lt;b&gt;As Melhores Coisas do Mundo&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-left: -0.75cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Através do roteiro de Luiz Bolognesi, as decepções da vida de adolescente, as descobertas de amor e sexo, os dramas familiares e o buylling, nos mostram o desenho de toda a sociedade atual, desacralizada pelo mundo pós-moderno. A concepção de família, vai de encontro ao que um dia era tão abjeto quanto se manter vivo. O jovem Hermano, interpretado por Francisco Miguez, aprendeu de forma abrupta todas essas lições, mas soube enfrentar todo esse turbilhão, o que não o salvou do sofrimento.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-left: -0.75cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Ter um pai que se assume gay, pode complicar a vida den qualquer adolescente, principalmente no lugar onde passa por seus maiores dilemas juvenis, a escola. As instituições, palco de dez entre dez crueldades ofensivas à uma pobre mente em construção, sempre tem sua parcela de culpa no que pode vir a acontecer de errado a um adulto. Mano sofreu buylling, ao mesmo tempo em que se decepcionava com o “amor”. Ainda de tinha de enfrentar a instabilidade emocional do irmão mais velho, a incoerência de seus ideais, aceitar as escolhas do pai e ainda ser o pilar da reconstruçao de sua mãe. Parece um super-herói,  mas é só um ser humano. Daí a sutileza do filme.  &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-left: -0.75cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; A diretora desfragmenta em atos tudo o que acontece na adolescencia de todo mundo, sendo com a intensidade mostrada no longa, ou não. Em momento nenhum à uma fórmula secreta para enfrentar este estágio da vida. O roteiro não se prende a vinganças juvenis, e nem exalta as qualidades do personagem central, apenas relata fatos que provavelmente o espectador tomará partido, por ser comum a qualquer um. Uma análise sem psicólogo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-left: -0.75cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; A excelente trilha sonora não nos deixa esquecer que se trata da juventude. E cada vez em que acompanhamos a tristeza do jovem Mano, percebemos o quanto essa etapa de nossas vidas definem nosso futuro de forma irremediável. Sem julgamentos, podemos entender, ou tentar entender, o que aconteceu com o rapaz de Realengo, para que tenha chegado ao ponto de tirar o futuro de 12 pobres crianças. Não é um acoitamento, é um questionamento.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="western" style="margin-left: -0.75cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; Se Mano não tivesse superado as intempéries deste aprendizado, talvez terminaria em um quarto de hospital psiquiátrico, ou tiraria a própria vida, como tentou fazer o irmão, ou pior, tiraria a vida de inocentes. Mas ainda bem, que a maioria do mundo sabe lidar com este cruel período da vida. Além do mais, quem não experimenta as piores coisas da vida, jamais saberá quando as melhores estiverem acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-left: -0.75cm; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As Melhores Coisas do Mundo, 2010. De &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Laís Bodanzki, &lt;/span&gt;com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Francisco Miguez, Paulo Vilhena, Denise Fraga, Zé Carlos Machado, Caio Blat e Fiuk.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7624290235006955340?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7624290235006955340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/as-piores-entre-as-melhores-coisas-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7624290235006955340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7624290235006955340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/as-piores-entre-as-melhores-coisas-do.html' title='As piores, entre as melhores, coisas do mundo'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6722782952039723698</id><published>2011-04-20T08:13:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T08:19:33.279-07:00</updated><title type='text'>A LISTA DE TODAS AS RAÇAS</title><content type='html'>"O dia de hoje é histórico .O dia de hoje será lembrado. Anos mais tarde todos os jovens perguntarão sobre este dia. O dia é histórico e vocês são parte dele. Há 600 anos quando em outro lugar procuravam de quem  a culpa pela peste bulbônica, Casemiro, conhecido como o Grande, disse aos judeus que eles podiam vir para a Cracóvia. Eles vieram com seus pertences para a cidade. Se estabeleceram, tomaram conta, prosperaram nos negócios, na ciência ,na educação, nas artes. E eles prosperaram e por seis séculos existiu a Cracóvia Judia. Pensem nisto, e esta noite estes seis séculos não passam de um boato, nunca aconteceu. Este dia é histórico.”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amon Goeth ,general da SS,  antes da extinção do Gueto judeu na Polônia em 16 de Agosto de 1942&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disputa pelo poder das super potências econômicas teve como característica primordial os elementos do Imperialismo, ou seja, o processo de dominar as outras nações pela força de tomar dos outros o que originalmente não lhe pertence. Países e continentes foram tomados pela ânsia de poder de uns sobre os outros. Este processo desencadeou a Segunda Guerra Mundial, deixando uma herança de ódio e preconceito para a humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Segunda Guerra Mundial foi o capítulo mais triste de nossa história. Foram seis anos de vergonha que nos levou a beira do abismo ético, moral e social. Os alicerces que a sustentavam tiveram como base a tentativa de dominação de uma nação sobre as outras. Uma faxão de poder militar e econômico ganha força ao tentar resgatar o orgulho de sua nação. Eles representavam a chamada Raça Ariana e a intitulava como a mais pura, a superior, a que mais se aproximava do ser humano. Aqueles que não seguiam seus padrões físicos eram tachados de seres inferiores e, portanto, não eram classificados como seres humanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Negros, asiáticos e indígenas sofreram discriminadamente ao longo da história e durante alguns muitos tempos mais foram deixados à margem. Os negros viram seu continente ser dividido como fatias de pizza pelos europeus e depois transformados em escravos. Os asiáticos tiveram seus templos violados e sua cultura esmagada pelo exército britânico que lá se estabeleceu durante anos. Os índios massacrados física e ideologicamente pelos colonizadores e hoje veem pouco a pouco sua cultura sendo jogada ao esquecimento. Todos tiveram que se submeter pela força a uma outra cultura. Tudo em razão de uma idéia totalmente deturpada de um grupo ao conceituar a raça humana como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que nos parece mais grave e digno de uma reflexão mais aprofundada é a convicção que uma raça tinha de negar compartilhar com as outras características de humanidade. Julgar os outros por sua concepção política, religiosa, crença  ou opção sexual é algo inadmissível, porém ainda digno de discussões pautadas. Mas não reconhecê-los como seres humanos em toda sua concepção é algo inconcebível até mesmo diante dessas discussões. Este princípio se tornou a bandeira do Holocausto. A disseminação do ódio da raça ariana pelos judeus durante a Guerra. Segundo este princípio, os judeus eram os responsáveis pela crise que a Alemanha enfrentava naquela época. Os judeus passaram a ser vítimas de uma campanha anti-semita do Nazismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meios de comunicação em massa foram usados bem como discursos inflamados por todos os líderes do Partido frente à população. Até as crianças foram atingidas, uma vez que nas escolas o que se pregava nas cartilhas era ódio e discriminação aos judeus. Para sustentar suas afirmações, os Nazistas recorreram a argumentos científicos, que segundo eles, eram inquestionáveis para o resto da população. O judeu não era um ser humano. Eram como ratos, piolhos, insetos nocivos à humanidade e como tais mereciam ser extintos. Eram tratados como animais no sentido literal da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiveram suas vidas arrancadas e sua dignidade despida sob todos os aspectos. Foram proibidos de frequentar qualquer local ou estabelecimento público. Depois que tiveram suas lojas e patrimônios destruídos, foram expulsos de suas casas, forçados a viver amontoados numa área restrita que chamaram de Gueto. Este, por sua vez, não era como um cortiço. As condições de vida eram tão subhumanas que nem de longe poderia se perceber que se tratava de uma moradia humana. Mais lembrava um cercado, um curral . Sua extinção em Agosto de 42, levou os judeus aos campos de concentração. Um lugar que mais parecia uma prisão, mas uma prisão para animais. Dormiam numa espécie de estábulo e eram marcados como gado antes de trabalharem como escravos até a morte eminente. Homens e mulheres saudáveis ganhavam uma sobrevida nos campos. Já as crianças e os idosos eram assassinados em câmaras de gás sem nenhum tipo de consciência ou remorso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem mostra sua mais assustadora face como único animal que mata o da mesma espécie. Um a um, 6 milhões de judeus foram exterminados pelas forças alemãs da SS. E este número poderia ter sido maior se não fosse a coragem e compaixão de um homem que arriscou sua vida e fortuna para salvar 1.100 judeus.&lt;br /&gt;O theco Oskar Schindler migrou para a Polônia a fim de enriquecer com a Guerra e fez de sua fábrica de armamentos um refúgio para seus 1.100 operários. Á princípio a idéia era lucrar com a mão-de-obra judia,muito mais rentável do que a polonesa. Porém quando se deparou com o massacre do Gueto começou a se sensibilizar com o sofrimento do povo que o estava ajudando a enriquecer. Nem o fato de ser membro do Partido Nazista o inibiu, pelo contrário, sua influência perante os poderosos o ajudou a cumprir sua missão. Ele tinha a consciênciade que o poder não vinha da força e sim do respeito e compaixão pelos menos favorecidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abriu sua mente e o coração  com o devido respeito à cultura judia e assim pôde aprender a valorizar o que nós, seres humanos, temos de melhor. A diversidade cultural. Foi o que serviu como base para a Declaração Universal dos direitos Humanos feita pela ONU (Organização das nações unidas) após a Guerra. Ela que nos faz enriquecer através da troca de experiências com outras culturas. Mas para isso devemos abrir nossas mentes e nossos corações. Ver nos outros nossa imagem e semelhança,  como parte de uma única classe, uma única espécie, uma única raça. Entender que o que nos separa é justamente o que nos dá mais força e equilíbrio. Divergências culturais são saudáveis para todos nós. Contudo, é preciso saber separar estas divergências de qualquer tipo de preconceito. Não é preciso discriminar esta ou aquela raça e sua cultura. Quando nos tornemos ditadores de princípios que julgamos serem os melhores, os mais adequados à humanidade, cometemos um erro que nos torna tão irracionais quanto animais. Quando chamamos um negro de macaco, um gordinho de elefante, as loiras de burras e os homossexuais de “bichas”,  estamos renegando a todos o direito de pertencerem a nossa raça. São formas graves e inaceitáveis de preconceito de quem se considera parte da mesma raça. Somos únicos e cada qual contribuiu da sua forma para uma lista universal da Paz. A lista de todas as raças sublinhada com amor, fraternidade e respeito a todas as formas de diversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Lista de Schindler &lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;Schindler’s List , 1993&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;Com Liam Neeson e Ben Kingsley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;strong&gt; VEJA TAMBÉM :&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;strong&gt;O pianista &lt;/strong&gt;– a história real de Wladislaw Spilzmam, um pianista de sucessoque foi testemunha ocular do massacre do Gueto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;strong&gt;Olga &lt;/strong&gt;–  mulher , alemã,  judia e comunista que lutou contra o poder ditatorial da Era Vargas durante a Segunda Guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;strong&gt;A vida é bela &lt;/strong&gt;– uma visão romântica criada por Roberto Beningni de como um pai de família protegeu suaesposa e filho dos horrores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;strong&gt;A queda – as últimas horas de Hitler&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6722782952039723698?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6722782952039723698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/lista-de-todas-as-racas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6722782952039723698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6722782952039723698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/lista-de-todas-as-racas.html' title='A LISTA DE TODAS AS RAÇAS'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-300842898425077689</id><published>2011-04-13T16:09:00.000-07:00</published><updated>2011-04-13T16:20:55.829-07:00</updated><title type='text'>O Cinema e seus antológicos personagens</title><content type='html'>Desde os primórdios o cinema trabalha com registro das imagens para posteriedade, e graças a ele podemos acompanhar, hoje em dia, fatos e acontecimentos que provalvelmente estariam perdidos em páginas amareladas de livros de história e enciclopédias. Esse poder fixador da sétima arte, ajudou a criar mitos, reais ou fantásticos, que mesmo depois de décadas ainda continuam a serem citados e homenageados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca ouviu falar do diabólico &lt;em&gt;Darth Vader &lt;/em&gt;com sua voz peculiar? Muitos o conhecem sem ao menos ter visto um teaser sequer da saga &lt;strong&gt;Star Wars&lt;/strong&gt;. O mítico personagem se tornou sinônimo de pessoa malvada e sem escrúpulos. Quem poderia se tornar uma termo de dicionário é &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Forrest Gump&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Para todos aqueles que contam histórias de veracidade duvidosa, o termo é apropriado. O que dizer então de &lt;em&gt;Shrek&lt;/em&gt;, que com sua simpatia e feiúra, transformou-se em apelido predileto entre grupos de amigos. Ainda temos personagens lembrados por dez entre dez cinéfilos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A famosa frase de &lt;em&gt;Scarlet O’Hara &lt;/em&gt;em &lt;strong&gt;E o Vento Levou&lt;/strong&gt;, ecoa pelo mundo cinematográfico, tanto quanto os grunhidos repgnantes do esquelético &lt;em&gt;Gollum&lt;/em&gt; da fantástica trilogia &lt;strong&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/strong&gt;. O que comentar sobre a geniosa &lt;em&gt;Margo Channing &lt;/em&gt;de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Malvada &lt;/strong&gt;&amp;gt;e a antipatissíssima&lt;/em&gt; Miranda Priestly de &lt;strong&gt;O Diabo Veste Prada&lt;/strong&gt;, interpretdas por Betty Davis e Meryl Streep, dois ícones do cinema americano? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que alguns não gostem, não tem como se esquecer dos perserverante Rocky Balboa e do valente intrépido exército-de-um-homem-só John Rambo. Os brutamontes ainda têm vez através do &lt;strong&gt;Duro de Matar &lt;/strong&gt;John McClane e do &lt;strong&gt;Extermidor &lt;/strong&gt;do bem e do mal, T-800. Os psicopatas Hannibal Lecter e Norman Bates até hoje atormentam o sono de muita gente, o que na verdade é trabalho do irônico Freddy Kruegger e do estraga prazeres Jason. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comédia imortalizou Carlitos, o adorável vagabundo. Assim também o fez com o atrapalhado Jack Sparrow que ainda navega por entre nós. Apesar de muitos considerarem coisa de criança, o carismático Roger Rabbit, representa junto com o inesquecível Burro, a Bela e a Fera e o pop star Mickey Mouse, o mundo das animações. Estas que ajudaram a tornar Mary Poppins um marco dos musicais, que já eram famosos por terem imortalizados a pequena Dorothy de &lt;strong&gt;O Mágico de Oz&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pertubadores da paz Alex de &lt;strong&gt;Laranja Mecânica&lt;/strong&gt; e Coringa, de &lt;strong&gt;O Cavaleiro das Trevas&lt;/strong&gt;, são tão lembrados quanto o escolhido Neo de &lt;strong&gt;Matrix&lt;/strong&gt;. A maravilhosa Gilda vivida por Rita Hayworth, ainda desperta paixões, assim como a Bonequinha Holly de Audrey Hepburn. E se a bandidagem tem ao seu lado Scarface, Zé Pequeno e Vincent Vega sob a batuta de Dom Vito Corleone, o bem conta com a destreza dos agentes Jason Bourne e James Bond, o inteligente e sortudo Indiana Jones e o “faca na caveira” Capitão Nascimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se a &lt;strong&gt;Juventude Transviada &lt;/strong&gt;de Jim Stark não o permitiu acompanhar a fábula do E.T., o novo e repaginado King Kong, e o aterrorizador Tubarão, é por que não estava &lt;strong&gt;Curtindo a Vida Adoidado &lt;/strong&gt;com segurança assim como Ferris Bueller. E se terminasse sem citar o arrogante Ricky Blane do marco Hollywoodiano &lt;strong&gt;Casablanca&lt;/strong&gt;, cometeria um crime tão grande quanto esquecer do megalomaníaco &lt;strong&gt;Cidadão&lt;/strong&gt; Charles Forster &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que ainda tem nomes que minha não conseguiu me recordar, assim como tem muitos que não couberam no texto. Muitos imortalizaram o cinema assim como este os imortalizaram. Em meia hora fui capaz de relembrar antológicos nomes que irão durar até o fim dos tempos graças a película de um cinematógrafo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual seu personagem preferido&lt;em&gt;?&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-300842898425077689?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/300842898425077689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/o-cinema-e-seus-antologicos-personagens.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/300842898425077689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/300842898425077689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/o-cinema-e-seus-antologicos-personagens.html' title='O Cinema e seus antológicos personagens'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-2790956820000504434</id><published>2011-04-11T15:52:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T15:59:17.458-07:00</updated><title type='text'>ELIZABETH TAYLOR:</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Sempre me caso com os homens pelos quais me apaixono”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elizabeth Taylor  (1932 - 2011)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elizabeth Rosemound Taylor foi a última das grandes estrelas manufaturadas pela fábrica de sonhos de Hollywood. A última da era romântica ou de ouro. A última das estrelas que faziam de sua beleza o cartão de visitas para o sucesso e seu carisma o passaporte para a fama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dotada de uma extraordinária beleza, estava mesma destinada a notariedade desde 1932, o ano de seu nascimento em Londres. Os pais eram antiquários que emigraram para os EUA, mais especificadamente Los Angeles, após a Segunda Guerra Mundial. Na cidade dos anjos, ou melhor, terra dos sonhos, seus olhos de raro tom azul-violeta , lhe abriram as portas para a carreira de atriz. Foi contratada pelo Metro e aos 11 anos, numa atuação comovente, despertou a curiosidade do público em  &lt;strong&gt;A força do coração(1943)&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí por diante foi uma das poucas atrizes que conseguiu crescer frente às câmeras sem perder seu brilho em papéis de garotas bonitas e mimadas. Em 1950 com apenas 18 anos obteve seu primeiro papel na fase adulta como a esposa de um milionário maduro em &lt;strong&gt;O traidor&lt;/strong&gt;. A maturidade adquirida nas telas se extendeu pela realidade quando casou-se com Conrad “Nick” Hilton, o herdeiro da famosa cadeia de hotéis. Começava assim sua coleção de maridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A união com Hilton durou poucos meses e em 1952 casou-se com o ator inglês Michael Wilding,vinte anos mais velho e pai de seus filhos Michael Jr. e Cristhopher. Divorciou-se em  1957 e no mesmo ano estava casada com o produtor Mike Todd. Sua filha Liz Todd nasceu pouco antes dela ficar viúva. Depois veio o cantor Eddie Fischer, melhor amigo de Mike, um motivo para um tremendo escândalo em Hollywood. Além disso foi acusada de estar ‘roubando’ o marido da amiga Debbie Reynolds. A união com Eddie e as consequencias que trouxe a mesma só sessaram-se em 1963 quando Liz se apaixonou por Richard Burton durante as gravações de &lt;strong&gt;Cléopatra&lt;/strong&gt;  na Itália. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos tiveram que pedir o divórcio de seu respectivos cônjuges. Legalizaram a união em 1964 e neste tempo a estrela teve de enfrentar além dos paparazzis, uma traqueotomia para poder respirar. Seu casamento com Burton eram manchetes nos jornais do mundo inteiro. Brigas, bebedeiras, presentes milionários e jóias raras ditavam as regras do relacionamento. No entanto parecia que a popularidade de ambos saíam ilesas deste mar de confusão e juntos fizeram 9 filmes, entre eles &lt;strong&gt;Quem tem medo de Wirginia Wolf? (1966),&lt;/strong&gt;que deu a Liz seu segundo Oscar. O primeiro ganhara em &lt;strong&gt;Disque Butterfield 8 (1960). &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casamento com Burton terminou em 1974 e um ano depois fizeram uma nova tentativa de 9 meses ao se casarem na África do Sul. Em vão. Burton havia ficado para trás e então em 1976 ela casou-se com o senador John Warner e conhecer uma vida como dona-de-casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exílio doméstico durou até os anos 80 quando ingressou no teatro. Obteve grande sucesso com as peças &lt;strong&gt;The Little Foxes &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Private Lives&lt;/strong&gt;,esta com o ex Richard Burton. Divorciada do senador Warner em 1982 jurou que jamais se casaria outra vez,apesar dos inúmeros noivados tão conturbados quanto seus matrimônios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Burton morreu na Suíça em 1984, ela se internou numa clínica de dexintoxicação de álcool e barbitúricos. Este tipo de boato sempre assombrou a atriz que se viu num emaranhado de fofocas neste sentido quando suspeitaram que Liz teria contraído o vírus da AIDS de um de seus namorados,o milionário Malcom Forbes,morto pela mesma doença. Em Abril de 1990, foi operada do pulmão devido a uma repentina pneumonia. Atordoada por tantas fofocas, explodiu: ”Deixem-me morrer em paz”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que assim seja. Que repouse nos braços da eternidade uma das maiores estrelas da história do cinema. A última das primeiras. E que me perdoe Julie Christe e sua &lt;strong&gt;Darling&lt;/strong&gt;, mas foi uma inglesinha de cabelos negros e de voz grave, ao mesmo tempo suave, a verdadeira mulher que amou demais e a que despertou em todos nós as maiores paixões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-2790956820000504434?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/2790956820000504434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/elizabeth-taylor_11.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2790956820000504434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2790956820000504434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/elizabeth-taylor_11.html' title='ELIZABETH TAYLOR:'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-8336156865295393628</id><published>2011-04-06T15:27:00.000-07:00</published><updated>2011-04-06T16:24:50.717-07:00</updated><title type='text'>O brado de liberdade de todos Homens-Elefante</title><content type='html'>Quando Werner Herzog concebeu o melancólico &lt;em&gt;O Enigma de Kaspar Hauser,&lt;/em&gt; em 1974, a história de um rapaz que depois de anos preso em um porão sai para conviver em comunidade mas não compreende o mundo que passou a viver, fez com que os espectadores sentissem pena, mas ao mesmo tempo questinassem todo processo que move a sociedade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os moradores da cidade o repugnavam e o trancafiaram numa torre. Medo do quê? Os moradores da cidade mostraram um lado da sociedade mundial que todos conhecem, mas negam. O preconceito diante de uma figura que não preenche os requisitos básicos do esteriótipo construído desde os primórdios dos tempos. Julgar a todos não é justo, se ninguém está livre de ter um gen preconceituoso. O filme se desenrola até momento onde o personagem não se compreende, o que faz dele refém da incompreensão da sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem tudo estava perdido. Em 1980, David Lynch provou que nem tudo pode ser setenciado de acordo com a opinão pública. Sob a apaixonante fotografia em preto e branco, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Homem Elefante &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;chocou e emocionou pessoas de todo o mundo com a história verídica de John Merrick, um homem que tinha maior parte de seu corpo deformado devido a uma rara doença. Foi resgatado de um circo de "aberrações" por um médico. A partir daquele momento, o principal desafio de Merrick era enfretar o preconceito. Sempre que era humilhado, sujeitando-se a ser tratado como um animal, seu espírito se portava como tal. Se resignava a aceitar seu cruel destino, sem nem mesmo pronunciar uma palavra de lamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A missão do Doutor Treves, que o resgatou, não era fazer com que a sociedade o aceitasse, e sim fazer ele se aceitar. O brado "Eu não sou um animal, sou um ser humano!" de Merrick no auge de uma humilhação pública, faz com que passem a enxergá-lo como o homem que era. Outro personagem que o ajudou foi a Sra Kendall (Anne Bancroft), que aguçou sua sensibilidade para o teatro, tornando-o cada vez mais "humano". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição do filme de Lynch pode ser de grande valia nos dias atuais. Estamos em uma época onde o bullyng, seja real ou virtual, destrói sonhos e cria uma linha tênue de baixo astral na vida de muitas pessoas. Se seguirmos o pensamentos do pobre Kaspar Hauser, deixando o mundo nos abater, sucumbiremos. Entretanto se enfretarmos a realidade, não com violencia, mas simplesmente nos aceitando, com certeza a sociedade nos enxergará. Viva John Merrick!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-8336156865295393628?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/8336156865295393628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/o-brado-de-liberdade-de-todos-homens.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8336156865295393628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8336156865295393628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/o-brado-de-liberdade-de-todos-homens.html' title='O brado de liberdade de todos Homens-Elefante'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6207878685209583148</id><published>2011-04-04T08:48:00.000-07:00</published><updated>2011-04-04T08:52:58.133-07:00</updated><title type='text'>PROFESSORES SEM LIBERDADE</title><content type='html'>Todo profissional que encontra sucesso em sua área geralmente o atribui à sua vocação. Algo que nasceram para fazer e faz com paixão. Para os professores esta vocação tão declamada tem um outro peso, uma outra significância. Trata-se de uma missão. A missão de formar profissionais e acima de tudo cidadãos para o futuro. Ela bem que poderia ser uma médica de sucesso ou uma engenheira, arquiteta, uma executiva ou advogada como o pai. Mas Erin Cruwell quis se arriscar numa área bem mais apaixonante com a convicção de que iria fazer a diferença na vida de outras pessoas,particurlamente de seus alunos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovens que já poderiam se sentir vitoriosos pelo simples fato de conseguirem sobreviver àqueles anos conturbados pela violência das gangues em Long Beach (EUA). Ela bem que poderia se acomodar em sua posição e “apenas tentar sobreviver, ganhar experiência e se arriscar numa outra área”, como sugerira seus colegas de trabalho. Mas Erin estava mesmo disposta a fazer valer o cargo que assumira com paixão. Entendia mais do que ninguém sua missão, que ela conscientimente se incumbiu. Não queria, ou melhor, desejava formar apenas profissionaís bem sucedidos. Afinal naquela época e nas condições sociais que os jovens estudantes do Sistema de Integração do Colégio Wilson se encontravam, era estatisticamente e por experiência, improvável que daquela turma da sala 203 saísse algum profissional altamente qualificado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cruwell enxergava bem mais além. Bem mais em formar homens e mulheres de bem e caráter suficientes para viver com dignidade naqueles em que a violência imperava e que tinha uma força descomunal sobre suas vidas. Força que nem mesmo os professores sonhavam em exercer sobre eles. Jovens que sucumbiam facilmente à esta realidade devido a inércia de alguns profissionais que nasceram com a vocação de ajudá-los a sair destas condições. Profissionais que faziam parte de um grupo ao qual Cruwell ousadamente se excluía. Movida pela paixão de seus ideais, ela se recusava a aceitar passivamente o descaso de seus colegas e a superficialidade do sistema de integração. Sistema governamental que tinha como objetivo inicial a inclusão de jovens marginalizados à sociedade através da educação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo ela teve o talento de unir um sala separada pela segregação das gangues fazendo valer a verdadeira essência do sistema. Ao fazer seus alunos acreditarem em si mesmos, ela conseguiu fazer com que soubessem deixar fluir o que é certo em momentos decisivos de suas vidas sufocadas pela violência. Tudo em nome de sua paixão pela profissão e especialmente pelo ser humano que orgulhosamente ajudaria a formar. A professora tornou-se um exemplo de inspiração para um seleto grupo de profissionais que tendem a lutar contra inimigos que basicamente seriam seus aliados nesta guerra contra a violência. Um sistema educacional deficiente, que nem de longe lembra do conceito de integração social, uma má renumeração da classe, o descaso do governo para com este sistema e consequentemente para com dele depende e,em alguns casos, contra um inimigo inesperado e bem mais forte do que qualquer outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próprios pais de alunos mal intencionados nas salas de aula. Pais superprotetores que nem têm noção do quanto mal está fazendo à sua própria família, ajudando a criar pequenos monstros que agridem de forma verbal e muitas das vezes até de forma corporal seus pais da escola. Há algum tempo atrás estes pais agiam em comum acordo com os pais biológicos de seus alunos. A escola tornava-se uma extensão de sua casa e os professores parte de sua família. Chamá-los de “tio” ou “tia” era prática de meninos e meninas que ingressavam na vida escolar. Hoje os professores perderam a liberdade desta posição, uma vez que os pais lhes tiram sua autoridade à frente dos filhos cada vez que os mesmos cometem atos inadimissíveis dentro de uma sala de aula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao proteger seus filhos eles tiram dos professores o direito de educar, aniquilando qualquer tipo de tentativa de se unirem contra a violência ou qualquer outro adversário da sociedade. Quando os pais perceberem que os maiores inimigos se encontram fora das salas de aula e voltarem a reconhecer a participação dos professores na educação de seus filhos, será dado um gigantesco passo rumo a formação integral de cidadãos. Formação esta que tem como base a educação, sistema fundamental para fazer de qualquer país uma grande potência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como aconteceu com o Japão depois da Segunda Guerra Mundial. Totalmente devastado pela guerra,o país encontrou na Educação uma maneira de recuperar seu status. O pequeno país, que poderia facilmente ser considerado uma ilha, fundou seus alicerces no sistema e o resultado foi o que muitos não esperavam que pudesse ser possível. Foi o chamado “Milagre Japonês”,em que país colocou em prática o que todos sabemos. A educação é a base para tornar um país uma potência econômica e social. Isto é um fato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se até quem tem olhos bem pequenos consegue enxergar,por que não um país muito maior e de olhos bem maiores não consegue este feito? Está mais do que na hora de abrirmos os olhos para o valor único de um profissional diferenciado que exige mais do que investimentos financeiros de todos nós, autoridades governamentais, profisssionais, pais, alunos, sociedade. É preciso que seja lhes dado o que é de direito. O respeito , a autoridade e a força para fazerem o que nasceram para fazer. Ensinar nossos filhos a ler a cartilha da vida, rabiscar esbossos de cidadania e escrever sua própria identidade de futuros escritores da liberdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Escritores da liberdade &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;(Freedom winters / 2006) &lt;/em&gt;Com Hillary Swanck e Patrick Dempsey &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também : &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;• &lt;em&gt;O diáro de Anne Frank &lt;br /&gt;• Crash – no limite &lt;br /&gt;• Meu mestre , minha vida &lt;br /&gt;• O refúgio secreto &lt;br /&gt;• Diário de um adolescente &lt;br /&gt;• Gangues de Nova Iorque &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6207878685209583148?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6207878685209583148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/professores-sem-liberdade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6207878685209583148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6207878685209583148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/professores-sem-liberdade.html' title='PROFESSORES SEM LIBERDADE'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-2320291158828610712</id><published>2011-04-01T08:26:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T08:40:00.200-07:00</updated><title type='text'>Montagem pura</title><content type='html'>O filme “Jogos, trapaças e dois canos fumegantes”, do inglês Guy Ritchie, reverencia os mestres da montagem com uma narrativa tênue e divertida. Faz de uma obra despretensiosa uma verdadeira aula de cinema técnico por meio das mais diversas características. De Eisenstein à Welles, rememora o que há de mais puro e importante em uma produção audiovisual, a montagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raiz condutora de um filme nasce na cabeça de seu roteirista, é fato. Entretanto não há dúvidas que se sua cabeça não esteja em perfeita sintonia com sua habilidade e sensibilidade em decupar o roteiro, o filme não floresce. No longa de Ritchie percebemos que sua mente trabalhou de forma a buscar essa condução no momento de sua construção fílmica. Por ser roteirista e diretor, ele sabia de todo o seu plano de montagem, e pode criar uma teia unitemporal, entrelaçando a trama e guiando o espectador para onde ele quisesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A criação de planos de conjunto em quase todo o filme valorizou a tensão necessária para que a trama não perdesse o fio condutor. Como inserir mais de uma dezena de personagens em uma trama sem se tornar cansativo? Plano de conjunto, usando muito da profundidade de campo e montagem rítmica. A segunda tão importante quanto à primeira, já que muitas seqüências são conduzidas pela trilha sonora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer que Guy Ritchie tenha se especializado em montagem. É só assistir Snatch - porcos e diamantes (2000) e Sherlock Holmes lançado em 2009, para perceber que ele “bebeu em fontes” Einsensteisianas para conseguir sua própria linguagem. E também é certo que “Jogos, Trapaças...” tenha se tornado uma das obras mais didáticas dos últimos anos, por reunir diversão, sonoridade, um excelente roteiro, e principalmente, montagem pura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jogos, trapaças e dois canos fumegantes &lt;/strong&gt;(Lock, stock and two smoking barrels, 1998) &lt;/em&gt;dirigido por &lt;em&gt;Guy Ritchie. &lt;/em&gt;Com &lt;em&gt;Jason Flemyng, Dexter Fletcher, Jasobn Statham e Nick Moran.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-2320291158828610712?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/2320291158828610712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/montagem-pura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2320291158828610712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2320291158828610712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/04/montagem-pura.html' title='Montagem pura'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-8958294255621658432</id><published>2011-03-29T08:39:00.000-07:00</published><updated>2011-03-29T09:00:48.673-07:00</updated><title type='text'>Brasileiros em Hollywood</title><content type='html'>Quando José Padilha aceitou dirigir o remake de &lt;strong&gt;Robocop&lt;/strong&gt;, grande clássico de ficção de 1987, dirigido por Paul Verhoeven, cumpriu-se uma sina dos últimos anos. Os diretores brasileiros que fazem bem seu trabalho no cinema nacional, e conseguem destaque internacionalmente, ganham a chance de trabalhar no cinema americano. Nem sempre como queriam e muito menos para dirigir bons roteiros. Walter Salles triunfou com &lt;strong&gt;Central do Brasil&lt;/strong&gt;. Venceu o Globo de Ouro, foi indicado a filme estrangeiro e ainda faturou outros diversos prêmios ao redor do mundo. Foi convidado a dirigir em Hollywood, e deu azar. Pegou um terror, daquelas bizarras adaptações nipônicas, &lt;strong&gt;Água Negra.&lt;/strong&gt; e mesmo com toda sua categoria para dirigir e com a linda Jennifer Connely no papel principal, o filme foi péssimo. Não fez sucesso nem entre os fãs do gênero, e não deu a Salles a oportunidade de melhores dias na terra do Tio Sam. Depois de se destacar na direção do excelente &lt;strong&gt;Caminho das nuvens&lt;/strong&gt;, Vicente Amorim recebeu a tarefa de dirigir Viggo Mortensen em &lt;strong&gt;Um Homem Bom&lt;/strong&gt;. Apesar de não ser um filme ruim, não decolou. Sua narrativa é lenta e o desfeixo da história deixa a desejar. Amorim voltou ao Brasil trazendo na babagem experiência, o que já está de bom tamanho. Mas o brasileiro que se deu bem em terras americanas foi ele, sempre ele. Fernando Meirelles, depois de dirigir, o que muitos consideram, o melhor filme brasileiro em décadas, teve um destino mais feliz. Bem cotado, principalmente pela indicação ao Oscar de melhor diretor por &lt;strong&gt;Cidade de Deus&lt;/strong&gt;, recebeu uma adaptação de John Le Carrè, &lt;strong&gt;O Jardineiro Fiel&lt;/strong&gt; e não decepcionou. Conduziu um filme que se não foi brilhante, foi muito bom. Apesar de ser indicado ao Globo de Ouro, ficou fora da lista da Academia, considerado por muitos como uma grande injustiça. Esse sucesso o credenciou a continuar por lá. Em 2009 dirigiu o polêmico &lt;strong&gt;Ensaio sobre a Cegueira&lt;/strong&gt;, adaptado do romance de José Saramago. Muito amaram, e outros tantos odiaram, mas com certeza não tirou seu mérito, e dificilmente não continuará por lá por mais algum tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-8958294255621658432?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/8958294255621658432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/brasileiros-em-hollywood.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8958294255621658432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8958294255621658432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/brasileiros-em-hollywood.html' title='Brasileiros em Hollywood'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-5637849608939989071</id><published>2011-03-29T08:38:00.000-07:00</published><updated>2011-03-29T08:39:06.196-07:00</updated><title type='text'>Há seis anos</title><content type='html'>Lá estava ela. Linda como sempre com seu sorriso que refletia os brincos de ouro-de-tolo de suas amigas. Eu, parado com cara de idiota, só conseguia pensar em uma coisa:"Que diabos essa menina viu em mim?". Olhava para meus amigos só para ver a reação deles quando ela chegasse e me beijasse. Sua bela jaquetinha branca combinava com seu claro sorriso e complementava o brilho de seus olhos. Meu coração batia descompassado. Não poderia demonstrar a minha insegurança e ansiedade. Não queria que pensasse que era um frouxo que se entrega a uma garota logo com um dia de namoro. Queria manter minha panca, mas acima de tudo não queria decepcioná-la. Me senti réu e juri em um julgamento íntimo. Seria mesmo digno de moça tão bela e adorável? Os segundos se arrastavam e quanto mais ela se aproximava, mais a acusação me setenciava. Uma branca namorando um negro? De tão nervoso cheguei a pensar bobagem. Se ela não se importava com a quantidade de melanina que tinha em minha pele, por que eu iria me importar? Chegou! Me disse um "oi" tão macio quão uma almofada de pluma de ganso. O beijo! Uma intensa viagem de mim em mim. Era como se todo aquele torpor tivesse desaparecido. Só restara uma solene melodia da qual jamais esquecerei, mas nunca conseguirei reproduzir. Quando dei por mim, estava tão perdido quanto o barbudo de &lt;em&gt;Paris, Texas. &lt;/em&gt;Por vários minutos não falei, não sorri, apenas admirei sua linda boca, seu sorriso suave e seu jeito singular de ser. O amor! Só ele é capaz de deixar uma pessoa dessa forma. Já não sei e nem quero saber como é mais viver sem ele. Há 6 anos que vivo nessa catarse emocional. Há 6 anos que descobri o que é ser feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-5637849608939989071?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/5637849608939989071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/ha-seis-anos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5637849608939989071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5637849608939989071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/ha-seis-anos.html' title='Há seis anos'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-8397416105460497530</id><published>2011-03-24T08:29:00.000-07:00</published><updated>2011-03-24T08:56:13.347-07:00</updated><title type='text'>A morte da Gata Liz</title><content type='html'>Não é todo dia que morre uma grande musa de Hollywood, ainda bem! Liz Taylor morreu e levou com ela o último resquício de uma era em que talento e beleza andavam juntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a maioria das estrelas da Era de Ouro do cinema americano, Elizabeth Taylor se tornou um ícone de beleza de todos os tempos, com seus maravilhosos olhos azuis e lindo cabelo preto, fazia dela um exemplo de mulher singular. Casada oito vezes, inclusive com o ator Richard Burton, não tinha medo da opinião pública e , diferentemente das mulheres "normais" de sua época, fazia o que bem entendia de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto Liz não era só isso. Uma atriz competente que sabia dar vida a personagens polêmicos, como a espalhafatosa e megalomaníaca Rainha Cleópatra, a explosiva Martha de Quem tem medo de Virgínia Wolf?, e o seu melhor papel, a Meggie de Gata em teto de zinco quente. Conseguia dar um tom dramático as adaptações de Tennessee Williams, e por eles conseguiu conseguiu suas melhores atuações, e ainda lhe rendeu um Oscar de melhor atriz (Quem tem medo de Virgínia Wolf?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de nos últimos anos ter sofrido por problemas de saúde, ela nunca perdeu a classe. E se alguém lhe perguntasse como ficar sobre este palco real e cruel chamado fama por todos esses anos, com certeza responderia:" Ficar em cima dele, pelo maior tempo possível", assim como a gata em teto de zinco quente que a imortalizou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-8397416105460497530?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/8397416105460497530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/morte-da-gata-liz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8397416105460497530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/8397416105460497530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/morte-da-gata-liz.html' title='A morte da Gata Liz'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-2318355924681023908</id><published>2011-03-23T08:21:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T08:26:34.591-07:00</updated><title type='text'>Perfil</title><content type='html'>&lt;strong&gt;GLÓRIA PIRES&lt;/strong&gt;: &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ela é sempre uma glória!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Filha de Elza Pires e de Antônio Carlos Pires,comediante famoso mais conhecido como Joselino Barbacena da extinta A escolinha do Professor Raimundo, Glória Maria Cláudia Pires de Moraes, ou Glorinha, como é carinhosamente chamada pelos colegas de trabalho, nasceu com a vocação de brilhar. E foi se valendo do talento hereditário nas veias, aos 5 anos de idade já sabia o que queria. A inspiração veio proveniente de seu pai, a quem sempre considerou seu ídolo dentro e fora da TV. A pequena orfã (1968) na extinta TV Tupi marcaria de vez o nascimento de uma das maiores atrizes do Brasil. No entanto as dificuldades em ser uma estrela precoce faria surgir um grande dilema em sua vida. As atribulações que o trabalho lhe exigia minava sua participação no colégio e então a decisão de abandonar os estudos na sétima série se fez necessária em nome de seu propósito. Glorinha seguiria o que estava determinada a seguir. Sua carreira de atriz. Aos 15 anos ela literalmente debutou na telinha no papel de Marina na novela Dancin Days (1978) .O sucesso foi tanto que logo emplacou sua primeira protagonista - a caipira Zuca de Cabocla (1979). Este trabalho mudou sua vida não só pelo lado profissional , mas também pessoal quando conheceu o ator e cantor Fábio Jr., até então seu par romântico na trama. Com o galã ela teve Cléo Pires. Foi um período difícil em sua vida. Casamento,maternidade e depois a separação. A pressão de ser mãe tão prematuramente e depois de ser pai e mãe ao mesmo tempo. A garra da jovem atriz a fez não esmorecer e em 1983 retornava à TV em Louco amor de Gilberto Braga. O autor acabou por ter uma importância quase que vital em sua trajetória. Afinal foi ele que criou para ela uma das maiores e mais importantes personagens da história da teledramartugia mundial. A odiosa Maria de Fátima de Vale Tudo (1989) elevou a atriz ao status de estrela com sua interpretação magistral, onde ofuscou nomes como Regina Duarte e Antônio Fagundes. Ao lado de Odete Roitmam (Beatriz Segall) é considerada uma das maiores vilãs de todos os tempos da TV. Esta posição alcançada lhe permitiu “pagar alguns micos” posteriores como Sarita de Mico Preto (1990) e Rafaela Berdinazzi de O Rei do gado (1996). Este último causou uma certa indisposicão com o autor da trama Benedito Ruy Barboza quando a atriz deixou clara sua insatisfação com a personagem. Indignado,Benedito chegou a afirmar como uma retaliação que a atriz da segunda versão de Cabocla em 2004 – Vanessa Giácomo – havia engolido a atuação de Glória em 1979. Tal afirmação obviamente se condensou em mágoa da parte do autor para com a atriz devido este episódio. Contudo entre mortos e feridos salvaram-se todos na década de 90. As gêmeas Ruth e Raquel de Mulheres de areia (1993),numa das mais elogiadas atuações de uma atriz em todos os tempos. A babá Nice de Anjo Mau (1997),outro remake de sucesso, e a guerreira que se vestia de homem para brigar de igual com eles pela posse de suas terras em Memorial de Maria Moura (1994). Sua melhor personagem segundo a atriz. E talvez sua última grande personagem na TV uma vez que as outras que se sucederam não alcançaram o mesmo sucesso de outros tempos. Talvez pelo fato da mudança do conceito de se fazer novelas ou o mais provável, a televisão ficou pequena para o enorme talento de Glória Pires. Com isso a atriz teve de expandi-lo para o cinema e conseguiu emplacar ótimos trabalhos. Das comédias &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Partilha (1998)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Se eu fosse você 1 e 2 (2008 e 2009),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ambas de Daniel Filho, aos dramas &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O primo Basílio (2008)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;É proibido fumar (2009),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ela dá um show de versatilidade. A mesma versatilidade que consegue conciliar a carreira de atriz com o papel de mãe de família. Recentemente ela deu luz e vida à Dona Lindu, a mãe do ex-presidente Lula em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lula – o filho do Brasil (2010)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e segundo as críticas a única coisa que se salvou no longa que representou o país na disputa pela vaga na festa do Oscar. Infelizmente ficamos para trás, no entanto a atriz reafirmou mais uma vez seu enorme talento. Talento de quem tem glória no nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;AS GLÓRIAS DE GLÓRIA:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aprendiz de vilã - &lt;em&gt;Vale Tudo (1989)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Passar a mãe para trás, enganar e seduzir o namorado da melhor amiga por dinheiro e se aliar a uma verdadeira megera para subir na vida foram algumas das artimanhas de Maria de Fátima, a vilã divinamente construída por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerreira cabocla – &lt;em&gt;Memorial de Maria Moura (1994)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Maria Moura estava longe de ser uma heroína romântica à espera do príncipe encantado para salvar suas terras. Portanto ela mesma foi a luta, teve de travestir de homem e guerrilhou bravamente mudando totalmente o conceito da “mocinha de novela.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esposa que virou o marido – &lt;em&gt;Se eu fosse você (2008/2009)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Bastou um incidente estelar para Glória Pires se tornar Tony Ramos e dar seu costumeiro show frente às câmeras. Uma comédia realmente imperdível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TALENTO QUE SEDUZIU SPIELBERG: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Na época que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Quatrilho&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro,a atuação da atriz foi tão excepcional que chamou atenção de um dos maiores diretores do cinema que chegou a declarar que a brasileira teria lugar cativo em qualquer uma de suas obras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-2318355924681023908?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/2318355924681023908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/perfil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2318355924681023908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/2318355924681023908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/perfil.html' title='Perfil'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-412500161262078724</id><published>2011-03-21T08:14:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T08:17:32.671-07:00</updated><title type='text'>A Guerra segundo Tarantino</title><content type='html'>Quando rumores davam conta que Quentin Tarantino dirigiria um filme sobre a Segunda Guerra Mundial, com Brad Pitt no papel principal, o mundo dos cinéfilos balançou. Mentirosos e ansiosos fãs do diretor, postavam a todo o momento em blogs e outros sites de relacionamento seus “achismos” e suposições que, felizmente, caíram por terra após o lançamento do longa.&lt;br /&gt;Prever Tarantino é impossível. E com Bastardos Inglórios provou que seu talento para o inusitado é infindável ao mostrar sua visão brutal (de costume), tensa e sarcástica sobre a maior guerra da história e seus principais personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desconstrução histórica proposta pelo diretor, lhe permitiu uma nova visão, centrada em uma vingança arquitetada por uma jovem judia contra um oficial nazista que assassinara sua família. Entretanto, o roteiro não é tão simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todo o momento o diretor dá a entender que o jovem Shoshanna seria toda a humanidade, e o oficial nazista, incorporado de forma brilhante pelo austríco Christhop Waltz, o nazismo em si. E mesmo Tarantino estaria saciando sua própria sede de vendetta, provavelmente na pele de Aldo Reiner, personagem que mais retrata o pensamento justiceiro e excêntrico de seu criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A articulação na montagem, característica que o consagrou em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pulp fiction&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, se faz presente, bem como a crueldade brutal e divertida de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cães de Aluguel&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Outra característica “tarantinesca” é o Hans Landa de Waltz, que assim como o intrépido Jules de Samuel Lee Jackson em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pulp Fiction&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, e o frio e poético Bill, interpretado pelo falecido David Carradine na franquia &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Kill Bill&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, se tornou um adorável algoz, e um mito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que faz do filme tão bom se tem os mesmos elementos que compunham o universo dos anteriores? Fica a dúvida. Pode ser pela sede de vingança da humanidade contra o maldito Nazismo, ou simplesmente pelo poder de inovar e desconstruir, conceitos inerentes ao diretor que o torna irresistível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo fica apenas a certeza que Tarantino deixou de ser um obelisco do cinema Cult contemporâneo, para também se firmar entre as massas comedoras de pipoca. O que é essencial para evitar que seu fim não seja igual ao de Stanley Kubrick, que fez um cinema inovador e de qualidade, criticado por alguns, aplaudido por outros e desconhecido por muitos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-412500161262078724?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/412500161262078724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/guerra-segundo-tarantino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/412500161262078724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/412500161262078724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/guerra-segundo-tarantino.html' title='A Guerra segundo Tarantino'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1173637446097530590</id><published>2011-03-18T08:28:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T08:39:07.695-07:00</updated><title type='text'>As escolhas de uma mulher atual</title><content type='html'>&lt;em&gt;O mundo é feito por escolhas, algumas fáceis outras difíceis, mas em geral, a maioria não nos dão o direito de saber o que será certo ou errado. E as escolhas de Jenny Millar em &lt;strong&gt;Educação&lt;/strong&gt;, faziam parte deste léxicodas quais estamos propensos a não saber do que nos aguarda. Porém, esse poder de escolher, mesmo que fosse o caminho errado, pode ter sido a melhor coisa que já aconteceu para as mulheres.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando-se em consideração que o mundo não passa diretamente em uma película cinematográfica, uma menina de dezesseis anos pode se enganar facilmente com um mundo ao qual os atalhos possíveis parecem sedutoramente mais acessíveis. As pessoas não tem medo de viver, mas tem um medo crônico de não o fazer, o que de certa forma torna a condução da carruagem um tanto mais complicada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina se via mulher, e muito mais sensata que os devaneios juvenis de que a consevadora Inglaterra da década de 60 lhes permitia. O destino quase certo de todas as mulheres, já começava a se esfacelar com a revolução, que para o bem da humanidade, estava prestes a acontecer. O ser mulher se tornava motivo de orgulho, e não uma lamúria ou um carma. Os tempos traziam boas-novas às mulheres por todo o planeta. Suas escolhas deixariam de ser apenas um direcionamento para qual área da casa se especializaria em cuidar, se tornando tão importantes para a humanidade como qualquer escolha humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter se enganado em sua escolha, a jovem Jenny fez o que qualquer mulher, ou melhor, qualquer ser humano tem o direito de fazer, escolheu. Se nos farão bem ou mal, isso não cabe a ninguém prever, mas o importante é que tenhamos o poder de decidir o que nos aparentemente melhor. Em &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Educação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, podemos acompanhar o nascimento de uma mulher da qual lidamos nos dias atuais. As que amam, odeiam, vivem, sentem, erram ,acertam, e o mais importante, que escolhem seus próprios caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Educação&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;An Education, 2009&lt;/em&gt;), Dirigido por Lone Scherfig, com Carey Mulligan, Peter Saarsgard, Alfred Molina e Dominic Cooper, Drama, 95 min.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1173637446097530590?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1173637446097530590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/as-escolhas-de-uma-mulher-atual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1173637446097530590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1173637446097530590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/as-escolhas-de-uma-mulher-atual.html' title='As escolhas de uma mulher atual'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7968193213754292262</id><published>2011-03-17T16:53:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T16:55:26.307-07:00</updated><title type='text'>No final venceu a tradição</title><content type='html'>A vitória ou o triunfo de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O discurso do Rei&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; confirmou a teoria de que nem sempre podemos nos apoiar na premissa do Globo de Ouro. O belíssimo filme dirigido pelo também premiado Tom Hooper desbancou no final o badalado &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A rede Social&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Para os que afirmavam que desta vez um trhiler inovador superaria o tradicionalismo só restou o amargo vazio de abdicar do trono da certeza. Embora o drama adolescente merecesse o status que conseguiu antes do Oscar, ficou evidente que para entrar na história do cinema é preciso um algo a mais. Algo apresentado pelo vencedor e que pendeu decisivamente para seu lado. A tradição. Não somente por seguir os moldes tradicionais do cinema hollywoodiano com uma produção bem mais orcamentada,um marketing bem melhor conduzido pelos profissionais do ramo, e um elenco bem mais qualificado e experiente. A tradição se reflete fundamentalmente na profundidade do roteiro que a exemplo de seu rival também trata de relações humanas. A diferença está na forma como se descreve estas relações atemporais entre amigos. Começamos pelo conceito da palavra AMIGO. Este cada vez mais esquecido em sua essência à medida que se define pelo avanço da tecnologia ao longo dos tempos. A invenção do facebook,fato retratado no filme adolescente,correios eletrônicos (e-mails),os chamados orkuts e até mesmo o mais simplório como o telefone,acabou por criar uma distância,um abismo entre as pessoas em suas redes sociais.O olho no olho,o calor de um simples aperto de mão,um abraço.Tudo se perde gradativamente neste mundo cibernético,frio e superficial.Adicionar uma pessoa no seu perfil usando as teclas de um computador sem nem mesmo conhecê-la,saber dos seus medos e anseios,compartilhar de cada gesto e de seus sonhos ,oferecer um ombro amigo para consolá-la,era algo inconcebível no século passado.&lt;br /&gt;No século de George e Lionel. Pessoas de classes sociais e posições totalmente distintas que se unem por um forte laço de amizade caracterizado pela convivência e troca de experiências positivas para ambos. Laço que foi determinante para que o terapeuta conseguisse seu objetivo. Ajudar o Rei a reger uma nação através das palavras verbalizadas pelo discurso. Contato direto com milhares de pessoas. Bem longe de mouses e teclados que regem os conceitos de amizade nos dias de hoje. A vitória de O discurso do Rei deixa para nós a feliz constatação de que ainda não se perdeu por completo o fundamentalismo das redes sociais e acima de tudo humanas. Se no inovador &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A rede social&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; amigos se caracterizam por pessoas desconhecidas e superficiais, no tradicional &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O discurso do Rei&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; este conceito retorna à sua verdadeira origem longe dos facebooks e orkuts da vida.E assim para o bem de todos e felicidade geral da nação,diga ao povo que…no final venceu a tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Em tempo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; : apesar das críticas,a apresentação do Oscar pela atriz Anne Hatawaay foi um dos melhores momentos da noite. Linda,carismática e engraçada ela conseguiu segurar o nervosismo inicial de uma principiante e à medida que a tensão baixava aumentava sua confiança nos brindando com um verdadeiro show no palco. Sua performance vem a afirmar que ela é hoje uma das maiores promessas de Hollywood. Pena que seu parceiro James Franco não correspondeu à altura se contrapondo à jovem atriz. Apesar de bonito e engraçado,o ator não conseguiu se recuperar&lt;br /&gt;no show como fez sua colega. Uma pena! Talvez na próxima!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7968193213754292262?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7968193213754292262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/no-final-venceu-tradicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7968193213754292262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7968193213754292262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/no-final-venceu-tradicao.html' title='No final venceu a tradição'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-3216147229902882405</id><published>2011-03-16T14:50:00.000-07:00</published><updated>2011-03-16T15:04:09.350-07:00</updated><title type='text'>Boxe, emoção e um filme bom</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-w2Qw_TJ7Jb0/TYEzyLasr1I/AAAAAAAAABs/CGrQgYzgMDQ/s1600/spacer.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 1px; FLOAT: left; HEIGHT: 1px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584801950067371858" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-w2Qw_TJ7Jb0/TYEzyLasr1I/AAAAAAAAABs/CGrQgYzgMDQ/s320/spacer.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como se surpreender com um filme em que já sabemos o final antes mesmo de assistir? Uma pergunta aparentemente fácil, mas a maioria das pessoas não sabem dar um exemplo sequer. Algo esperado que tem o poder de emocionar, é o que se define o longa &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Vencedor&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Uma história verídica de um ex-lutador de boxe que deposita em seu irmão mais novo, a esperança de dias melhores.&lt;br /&gt;É um tema batido. Podemos citar diversos filmes com a mesma premissa e com o desenrrolar semelhante. Desde o clássico &lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Campeão&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, de 1938, muitos lutadores de boxe já passaram pela telona para no começo apanhar, dos adversários e da vida, para depois, no fim de tudo, conseguirem a redenção. Passando por &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rocky, Um lutador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, 1976, grande vencedor do Oscar, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Touro Indomável&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, 81, chegando até &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A luta pela esperança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, em 2003, o roteiro parecia se esgotado, sem perspectiva de atrair o público. E muito disso se deve à cinco maçantes continuações de Rocky, que fez do tema banal e repetitivo.&lt;br /&gt;Mas os fãs de boxe deram sorte. Com uma história real baseada na vida de Dicky Ecklund, o diretor David O. Russell conseguiu fazer algo repetido, mas não banal. Diluiu o tema em uma situação complexa, aonde as relações pessoais do lutador, Micky, interpretador por um esforçado Mark Whalberg, poderiam destruir sua carreira. Na verdade toda a luta era contra o dominio que todos exerciam sobre ele, tinha de se libertar e não os abandonar.&lt;br /&gt;Esse apelo foi a chave do sucesso do filme. Diferente de outros já citados, o roteiro nivelou a importancia de cada personagem dentro da história. Por isso conta com duas atuações excelentes, de Meliisa Leo e Amy Adams, e uma espetacular, de Christian Bale. O interesse de todos era não somente na conquista de Micky, e sim uma conquista coletiva. Essa interação quase folhetinesca dos personagens nos deu a oportunidade de perceber a vida de desilusão e miserável que todos tinham. Não lhes restando nada a não ser se unirem em prol de um bem maior. O filme pode parecer piegas, e certamente é. Entretanto nunca é demais ver uma pieguice bem feita, aquela que retrata uma realidade que parece forçação de barra, e que peca pelo massivo, e outras maiores considerações. Contudo o cinema também é emoção, riso, choro, lágrimas, e tudo isso junto fazem de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Vencedor&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; um filme imperdível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-3216147229902882405?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/3216147229902882405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/boxe-emocao-e-um-filme-bom.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3216147229902882405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/3216147229902882405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/03/boxe-emocao-e-um-filme-bom.html' title='Boxe, emoção e um filme bom'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-w2Qw_TJ7Jb0/TYEzyLasr1I/AAAAAAAAABs/CGrQgYzgMDQ/s72-c/spacer.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-9002425073981894256</id><published>2011-02-28T07:14:00.000-08:00</published><updated>2011-02-28T07:32:21.440-08:00</updated><title type='text'>Vencedores e não-vencedores do Oscar 2011</title><content type='html'>E foi-se mais uma noite do badalado prêmio da Academia. Uma noite marcada pelo carisma de Anne Hathaway, a bela participação do mito Kirk Douglas, e principalmente pelo equilibrio das produções concorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi, com certeza, a melhor noite da glamurosa festa do Oscar dos últimos tempos. Para começar, o carisma da lindíssima Anne Hathaway compensou a evidente falta de jeito de James Franco. Esse se mostra bem melhor atuando do que apresentando. Outro momento maravilhoso foi a participação mais do que especial de Kirk Douglas. O monstro sagrado de hollywood esbanjou bom humor, mesmo com a dificuldade proporcionada pela sua avaçada idade. Até ensaiou uma cantada em Hathaway, que por sinal estava merecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas indo ao que interessa. As premiações exaltaram o grande equilibrio deste ano. Foi a disputa mais acirrada desde 2005, só que neste ano o nível dos longas era muito maior. A dificuldade de fazer apostas se confirmou quando &lt;em&gt;A Origem&lt;/em&gt; venceu Fotografia, que parecia que ficaria nas de &lt;em&gt;O Discurso do Rei&lt;/em&gt;, ou daria o primeiro prêmio a Roger Dickens por &lt;em&gt;Bravura Indômita&lt;/em&gt;. Em todas as categorias técnicas que o longa de Chris Nolan disputou, essa era a que teria menos chances. Por falar em Nolan. Com as quatro premiações de &lt;em&gt;A Origem&lt;/em&gt; (Fotografia, edição e mixagem de som e efeitos visuais), provou que a maior injustiça deste ano foi mesmo a sua ausencia da lista de indicados. Tim Burton provou que suas bizarrices são formidáveis, e seu &lt;em&gt;Alice no País das Maravilhas&lt;/em&gt;, faturou Direção de arte e figurino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T&lt;em&gt;oy story 3 &lt;/em&gt;venceu em animação e canção. Na verdade foi um prêmio ao conjunto da obra, pois foi o grande perecursor da categoria. O documentario meio-brasileiro &lt;em&gt;Lixo extraordinário&lt;/em&gt; mostrou que sua extraordinária indicação já havia sido suficiente, parabéns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas categorias principais, quase nada mudou, porém o fato de &lt;em&gt;A Rede Social&lt;/em&gt; ter vencido montagem e David Fincher perder para Tom Hooper em diretor foi curioso. Mas não injusto. Os coadjuvantes se mantiveram firmes, já que Christian Bale e Melissa Leo (&lt;em&gt; O Vencedor&lt;/em&gt;) venceram praticamente todos os prêmios anteriores. Natalie Portman foi honrada merecidamente e Colin Firth se vingou de Jeff Bridges, seu algoz do ano passado, e subiu a palco para receber o prêmio e fazer um belo discurso. Esse, no entanto, sem gagueijar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confira a lista completa dos vencedores:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O Discurso do Rei”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Melhor diretor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Tom Hooper – &lt;em&gt;“O Discurso do Rei”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor ator&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Colin Firth – &lt;em&gt;“O Discurso do Rei” &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor atriz&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Natalie Portman – &lt;em&gt;“Cisne Negro”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Melhor ator coadjuvante&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Christian Bale – &lt;em&gt;“O Vencedor”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor atriz coadjuvante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Melissa Leo – &lt;em&gt;“O Vencedor”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Melhor roteiro original&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“&lt;em&gt;O Discurso do Rei”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Melhor roteiro adaptado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A Rede Social&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor longa-metragem de animação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Toy Story 3″&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor direção de arte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Alice no País das Maravilhas”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor fotografia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“A Origem”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor figurino&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Alice no País das Maravilhas”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor documentário (longa-metragem)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Inside Job”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor documentário (curta-metragem)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“Strangers no More”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor edição&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“A Rede Social”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor filme de língua estrangeira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“In A Better World” (Dinamarca)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor trilha sonora original&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Trent Reznor e Atticus Ross - "&lt;em&gt;A Rede Social”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Melhor canção original&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“We Belong Together”,&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;“Toy Story 3&lt;strong&gt;″&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor curta-metragem&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“God of Love”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Melhor curta-metragem de animação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“The Lost Thing” &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor edição de som&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“A Origem” &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor mixagem de som&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“A Origem”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhores efeitos visuais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“A Origem”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor maquiagem&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;“O Lobisomem”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-9002425073981894256?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/9002425073981894256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/vencedores-e-nao-vencedores-do-oscar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/9002425073981894256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/9002425073981894256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/vencedores-e-nao-vencedores-do-oscar.html' title='Vencedores e não-vencedores do Oscar 2011'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6694912476654618547</id><published>2011-02-26T06:44:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T20:54:20.926-08:00</updated><title type='text'>Alto nível na disputa pelo Oscar, ainda bem!</title><content type='html'>Em 2011, a cerimônia do Oscar com certeza terá o melhor contingente de bons filmes dos últimos anos. Só na lista dos dez indicados a melhor filme, podemos facilmente tirar três que venceriam em outros anos, como também outros cinco ou seis teriam vaga cativa entre os finalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Discurso do Rei, A Rede Social e Bravura Indômita&lt;/em&gt; são grandes filmes, que tem o azar de se enfrentarem, enquanto em outras ocasiões, produções como &lt;em&gt;Os Infiltrados&lt;/em&gt;, um bom filme, mas sem grandes qualidades para ser o “melhor”, venceu sem problemas. Azar deles, sorte nossa. Pois este ano estão sendo interessantes as apostas entre amigos ou em sites do gênero. Além disso, as principais produções estão chegando aos nossos cinemas a tempo de tirarmos nossas próprias conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vencer será marcado como o filme que triunfou na disputa mais acirrada dos últimos tempos. Quem perder será lembrado por fazer parte da lista que tinha os melhores. Entre vencedores e perdedores quem ganha é o Cinema. Mostrando que é capaz de fazer filmes que podem levar milhares às salas de cinema, com a qualidade de se credenciar a receber um Oscar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6694912476654618547?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6694912476654618547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/alto-nivel-na-disputada-do-oscar-ainda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6694912476654618547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6694912476654618547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/alto-nivel-na-disputada-do-oscar-ainda.html' title='Alto nível na disputa pelo Oscar, ainda bem!'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-7596899342976886779</id><published>2011-02-26T05:11:00.000-08:00</published><updated>2011-02-26T05:18:52.682-08:00</updated><title type='text'>E o Oscar não vai para...</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Rubens Ewald Filho: O Discurso do Bobo da corte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 30 de Janeiro aconteceu a entrega do prêmio Sag’s, onde os próprios atores elegem os melhores da TV e do cinema. Nenhuma surpresa dentre as premiações que por fim acabou sendo uma extensão do Globo de Ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto quem roubou a cena não foi nem Cristian Bale, muito menos Melissa Leo, melhores coadjuvantes da noite,e sim um palhaço que se acha a estrela principal desta corte glamurosa. Trata-se do crítico de cinema Rubens Ewald Filho que comentava o evento com tamanha soberba que dava a impressão de que se encontrava em seu trono particular olhando por baixo os pobres plebeus em sua vasta ignorância. A cada categoria apresentada o comentarista destrinchava seus voluposos comentários com uma minúcia irritante. E isso quando não destilava seu veneno, digno daqueles programas vespertinos de fofocas, pra cima das celebridades quando estas eram focalidas pelas lentes das câmeras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Rei discursando para uma plebe, que ao seu entendimento, se via totalmente desprovida de qualquer tipo de cultura cinematográfica. Um Rei absolutista detentor da única opinião válida da noite, independente das infinidades de bobagens que possa saltar de seus lábios. A gota d’água ou o fim da picada (chamem como preferir) foi criticar, emanado com alto teor de deboche, a atriz Winona Ryder, uma das concorrentes ao prêmio de melhor atriz da TV. Ao dizer que ela é uma péssima atriz ele não só se equivocou como também deixou transparecer sua fragilidade de grande conhecedor do cinema. Como pode uma atriz com formação no teatro, vencedora do Globo de Ouro, com duas indicações ao Oscar e com o privilégio de ter trabalhado com os todos os maiores diretores do cinema atual ser considerada uma péssima atriz? Será que nosso “Rei” não parou para analisar o vasto currículo de sucessos de Winona? Ou ele desconhece a trajetória de uma das mais comprovadamente talentosas atrizes do cinema e agora da TV?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para completar seu pequeno número, coloca a introspectiva Claire Danes como o seu grande exemplo de boa atriz. Ora, uma coisa é você ESTAR uma boa atriz outra bem diferente é você SER uma boa atriz. Esta é a diferença de Claire para Winona. A segunda já provou por diversas vezes que merece estar no hall das melhores do cinema enquanto a primeira ainda engatinha atrás de seus passos.&lt;br /&gt;Depois deste lamentável equívoco fica evidente que o crítico não sabe discernir entre sua opinião pessoal da profissional e que precisa rever seus conceitos ao tecer qualquer tipo de comentário daqui pra frente. Que ele não goste de Winona ou desaprove seu comportamento na vida pessoal é até aceitável, afinal, existe uma lista de atores e atrizes dos quais não me simpatizo. Contudo para uma pessoa formadora de opinião a responsabilidade com a veracidade dos fatos tende a ser desproporcional em relação a qualquer outro. Ir de encontro a isso por pura arrogância ou questão pessoal é como deixar que um iceberg surja de repente à sua frente sem que se aja tempo de virar o timão. Assim sendo não restará para ele nem Reis, Rainhas ou Princesas neste grande Reino da Sétima Arte. Apenas um papel de coadjuvante que lhe cai feito uma luva e talvez lhe renderia até um Oscar. ”The Oscar go is to…O Bobo da Corte!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-7596899342976886779?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/7596899342976886779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/e-o-oscar-nao-vai-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7596899342976886779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/7596899342976886779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/e-o-oscar-nao-vai-para.html' title='E o Oscar não vai para...'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-6305156401949985733</id><published>2011-02-26T05:08:00.000-08:00</published><updated>2011-02-26T05:10:54.111-08:00</updated><title type='text'>DICAS DO BLOG</title><content type='html'>&lt;strong&gt;VALE A PENA ASSISTIR:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Direito de amar&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;(A single man, 2009)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Drama&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;Com Collin Firth e Julianne Moore&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilacerado pela morte de seu companheiro de longa data em um trágico acidente, professor universitário tenta manter as aparências. No entanto num dia específico&lt;br /&gt;em 1962 ele se vê no limite de sua vida. O filme é indicado especialmente para aqueles que apreciam excelentes atuações. Firth está impecável numa interpretação única que lhe rendeu uma justa indicação ao Oscar de Melhor Ator. E sua parceria com (a sempre ótima) Julianne Moore rende bons mo-mentos no longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESLIGUE O DVD:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os Mercenários&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Ação&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;Com Silvester Stallone e a terceira idade dos filmes de ação&lt;br /&gt;Guerrilheiros considerados dispensáveis enfrentam uma quadrilha de traficantes chefiada por um ditador na América do Sul.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O filme parece mais uma tentativa de Sly se aventurar na comédia depois de tantos fracassos no gênero. A parceria com o truculento Jason Stathan no que era para ser cômica, é um dos piores momentos do trhiller, que ainda tem o visivelmente cansado Dolph Loudgreen, ofegante a cada frase pronunciada. O encontro com Scwarzenegger e Bruce Willis é outro ponto alto da ridicularidade quando os fortões tentam ser engraçados. Patético! No final a clássica cena do bandido ameaçando a mocinha (a brasileira nascida no México - Gisele Itié) com uma arma na cabeça e a falta de conteúdo é suprida por uma série de explosões espetaculares e incompreensíveis até mesmo pelos maiores fãs de Sly em qualquer gênero. Uma verdadeira bomba cinematográfica!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-6305156401949985733?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/6305156401949985733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/dicas-do-blog.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6305156401949985733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/6305156401949985733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/dicas-do-blog.html' title='DICAS DO BLOG'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1961705610650135204</id><published>2011-02-24T07:23:00.000-08:00</published><updated>2011-02-24T07:50:30.332-08:00</updated><title type='text'>O Discurso de Firth</title><content type='html'>Se receber o Oscar de melhor ator no domingo, Colin Firth provavelmente começará seu emocionado, ou não, discurso dizendo que jamais imaginara ganhar tal prêmio, e que trabalhou muito para chegar ao feito e blá, blá, blá. Mas a verdade é que as palavras já decoradas podem ser autênticas em alguns casos, como no de Firth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de se destacar no telefilme &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Orgulho e Preconceito&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, 1995, o ator trabalhou bastante até chegar à fama ao lado de Renee Zellweger em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O diário de Bridgit Jones&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, onde apesar de seu esforço, esteve apenas no mesmo nível do apático Hugh Grant. Desfilou por diversos filmes de pouca expressão até conseguir um bom papel. No razoável &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Moça com brinco de pérola&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, 2003, o ator teve um bom desempenho ao lado da beldade Scarlet Johansson, o que lhe rendeu algumas boas críticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas seu destino mudou quando foi convidado a interpretar um "viúvo" no drama &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Direito de amar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, onde teve atuação formidável, arrancando aplausos do público e fazendo a crítica deixar o preconceito de lado e enxergar sua belíssima interpretação. Aproveitando sua excelente forma, mergulhou fundo no longa de Tom Hopper, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Discurso do Rei&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, revivendo o drama do Rei George VI, que por um problema com a fala, temia ter de discursar em público. Firth não imita um gago, ele simplesmente se torna gago aos olhos do público e tendo ao seu lado o experientíssimo Geoffrey Rush, mostra ao cinema todo seu potencial em uma das melhores atuações dos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ganhar o Oscar, Firth poderá começar seu discurso dizendo jamais ter imaginado estar ali, com certeza será de verdade. E verdade também que sempre foi um bom ator esperando o papel certo de clamar a todos seu discurso. Que venha então "O discurso de Firth".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1961705610650135204?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1961705610650135204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/se-receber-o-oscar-de-melhor-ator-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1961705610650135204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1961705610650135204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/se-receber-o-oscar-de-melhor-ator-no.html' title='O Discurso de Firth'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-712484861592921023</id><published>2011-02-24T07:11:00.000-08:00</published><updated>2011-02-24T07:14:47.307-08:00</updated><title type='text'>OS CISNES DE NATALIE</title><content type='html'>Conciliar beleza e talento é uma das tarefas mais difícies da carreira de qualquer ator ou atriz. Ainda mais que a Academia anda exigindo sempre algo a mais dos belos rostos de Hollywood. Basta lembrar do que aconteceu com as estonteantes Nicole Kidmam e Charlize Theron. Belos espécimes tomados por uma transformação externa pra lá de radical em busca da perfeição para compor suas personagens. Para viver a escritora inglesaVirgínia Wolf em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;As Horas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (2002), a australiana nascida no Hawaí, se apresentou nariguda e descabelada. Um ano depois foi a vez da sulafricana encarnar um verdadeiro monstro em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Monster-desejo assassino&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (2003). Papéis nada convencionais para ambas que no final se valeram de todo seu “esforço” alcançando o reconhecimento e o merecido prêmio de melhor atriz.&lt;br /&gt;Se faturar seu primeiro Oscar no próximo dia 27, a bela Natalie Portmam entrará na contramão desta lógica. Afinal sua transformação em Cisne Negro ocorreu mais necessariamente de dentro para fora do que de fora para dentro. No longa a descendente de israelenses faz o que de melhor tem feito ao longo de sua carreira. Interpretar papéis cheios de nuances que enriquece o currículo de qualquer boa atriz. A dualidade de suas personagens tornou-se sua marca registrada, fazendo com que se superasse a cada trabalho. Em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;V de Vingança&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (2005) para cumprir a missão herdada de um justiceiro mascarado tachado de terrorista , a mocinha assustada necessitava de uma mudança radical. Neste caso a exterior enfatizou a interior quando ela teve de raspar a cabeça.&lt;br /&gt;Com isso conseguiu mostrar uma força que suas belas madeixas escondiam.Nascia uma justiceira em busca de vingança. &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Closer-perto demais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (2004) foi outro trabalho que exigiu muito da bela. Uma personagem que era a síntese de uma metamorfose ambulante e mais uma vez os cabelos protagonizaram esta mudança exigida. Os negros mostravam uma jovem romântica e insegura enquanto os vermelhos uma mulher segura, extremamente sexy e provocante. Um papel que lhe rendeu sua primeira e mais do que merecida indicação ao Oscar de melhor atriz coadjuvante. Perfeito! E falando em perfeição…&lt;br /&gt;Finalmente em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cisne Negro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; poderemos contemplar a beleza literal de uma atriz em todo seu âmbito. Natalie encontrou neste trabalho o que sua personagem busca no longa. A pefeição do equilíbrio entre os dois cisnes que pode e deve levá-la ao Oscar este ano.A mesma perfeição que sua personagem buscou durante o longa parece ter sido de Natalie durante toda carreira que agora parece ter chegado ao topo. A doce e frágil bailarina perfeccionista se transforma em uma forte e sedutora mulher bem ao modo Portman. Um raro exemplo de atriz que consegue fundir beleza com talento sem a necessidade&lt;br /&gt;supérflua da Academia de desprover suas premiadas deste atributo. Vale a pena contemplar e se extasiar com a beleza do cisne branco e o talento do cisne negro.&lt;br /&gt;Ambos atendendo pelo nome de Natalie Portmam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-712484861592921023?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/712484861592921023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/os-cisnes-de-natalie.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/712484861592921023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/712484861592921023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/os-cisnes-de-natalie.html' title='OS CISNES DE NATALIE'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-5116402233165289216</id><published>2011-02-24T07:00:00.000-08:00</published><updated>2011-02-24T07:10:23.490-08:00</updated><title type='text'>WINONA RYDER : Garota interrompida</title><content type='html'>No auge da carreira e da juventude ela foi uma das atrizes mais requisitadas do cinema em Hollywood. Era considerada um símbolo de sua época na virada dos anos 90 a chamada geração X. Jovens que recusavam valores como dinheiro e ascensão social e os substiuíam pela incerteza. Winona Ryder sempre recusou o título de símbolo,que de fato, não abarca a amplitude de sua precoce trajetória no cinema.&lt;br /&gt;Filha de um casal de escritores e editores,intelectuais da contracultura, ela nasceu em&lt;br /&gt;29 de Outubro de 1971 e foi batizada de Winona Laura Horowitz em homenagem à sua cidade natal , Winona em Minnesota (EUA) e à Laura, mulher do escritor e amigo da família Aldous Huxley. O guru do LSD Timothy Leary é padrinho de Winona. Os poetas beatnik Allen Ginsberg e Lawrence Ferlinghetti eram visitas frequentes em sua casa.&lt;br /&gt;Quando a família se mudou para Petaluma ainda na Califórnia, a garotinha já sabia que queria ser atriz. Dois anos depois foi matriculada no American Conservatory Theater em San Francisco. Teve aulas de interpretação, conseguiu seu primeiro agente e estreou no cinema em 1985 em A inocência do primeiro amor (1986).&lt;br /&gt;Uma década depois tinha um Globo de Ouro,duas indicações ao Oscar e trabalhos com Francis Ford Coppola&lt;strong&gt;&lt;em&gt; (Drácula de Bram Stocker /1992),&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Martin Scorsese &lt;strong&gt;&lt;em&gt;(A época da inocência /1993)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e Wood Allen &lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Celebridades /1998).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Como excêntrico Tim Burton trabalhou duas vezes&lt;strong&gt;&lt;em&gt; (Os fantasmas se divertem /1988 e Edward-mãos de tesoura /1990).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Seu amigo de insônia Al Pacino, com quem costumava conversar durante a madrugada, contracenou com ela em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Simone (2004)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e a chamou para participar de sua primeira experiência como diretor no semi-documentário &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ricardo III-Um ensaio /1996&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Com Sigourney Weaver, de quem tinha um pôster no quarto, atuou em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alien-a ressurreição (1997).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Em 1991 Jim Jarmusch escreveu um papel especialmente para ela em&lt;strong&gt;&lt;em&gt; Uma noite sobre a Terra&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e em 1999 foi produtora e protagonista de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Garota Interrompida&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, mas quem levou o Oscar foi a colega Angelina Jolie. Em 2001 afastou-se do cinema devido a um escândalo numa loja de grifes em Los Angeles. Foi condenada, pagou multa, realizou trabalhos comunitários e retomou a carreira em 2004 para o bem do verdadeiro público cinéfilo que se interessa mais pelo enorme e já comprovado talento desta (sempre jovem) atriz do que por fofocas a respeito de sua vida pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte : coleção Cinemateca Veja de 2008 (Edward – mãos de tesoura – o conto de fadas contemporâneo do diretor Tim Burton)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;WINONA E SUAS ADORÁVEIS MULHERES&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mocinha impetuosa&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; ( Edward – mãos de tesoura, 1990)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Neste conto de fadas contemporâneo de Tim Burtom, o amor improvável de um ser bizarro faz com que de uma moça doce e obediente se transforme em uma mulher forte capaz de enxergar nele o que os outros não veem. E em nome desse estranho amor ela acaba desafiando a todos na cidade,incluindo sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A doce sedutora&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; (Drácula de Bram Stocker,1992)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Não sei se foi seu encanto de menina ou a sensualidade de uma mulher responsável pelo nascimento de um dos maiores mitos da literatura e posteriormente do cinema mundial. No longa de Coppola, ela vive uma mulher inesquecível capaz de seduzir e enlouquecer o mais forte e temido dos homens por séculos e séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Garota Interrompida&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;1999&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;O filme bem que poderia ser uma autobiografia da atriz e não de Suzana Kaysen – personagem homônimo ao qual interpretou. Internada pelos pais numa famosa clínica de recuperação para moças problemáticas, ela reencontra o caminho de sua vida através da troca de experiências em comum com outras internas e da força das palavras delineadas de seu diário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;FILMOGRAFIA:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A fera do Rock e Atração mortal (1989)&lt;br /&gt;A volta de Roxy Carmicheal e Minha mãe é uma sereia (1990)&lt;br /&gt;A casa dos espíritos (1993)&lt;br /&gt;Caindo na real e Adoráveis mulheres (1994)&lt;br /&gt;Colcha de retalhos (1995)&lt;br /&gt;Boys e As bruxas de Salém (1996)&lt;br /&gt;Outono em Nova Iorque (2000)&lt;br /&gt;A herança de Mr.Deeds e Maldito coração (2004)&lt;br /&gt;O homem duplo (2006)&lt;br /&gt;As muitas mulheres da minha vida (2007)&lt;br /&gt;When love is not enough (TV /2010)&lt;br /&gt;Cisne Negro (2011)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-5116402233165289216?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/5116402233165289216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/winona-ryder-garota-interrompida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5116402233165289216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/5116402233165289216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/winona-ryder-garota-interrompida.html' title='WINONA RYDER : Garota interrompida'/><author><name>Flávia C. Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02278617900553295608</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-o3k3QZuZRQo/TWZyNSvAjII/AAAAAAAAAAM/r7A_kUMkp9U/s220/mpp50056audrey-hepburn-posters.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1746259587745767039</id><published>2011-02-21T09:26:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T09:28:02.565-08:00</updated><title type='text'>Western hoje, só com os Coen</title><content type='html'>Se os fãs de John Wayne aprovaram a adaptação do clássico que lhe deu o único Oscar da carreira, isso é outra conversa. A questão é que novamente os irmãos Coen fizeram os fãs de western matarem a saudade de assistir a um excelente filme do gênero. Mas sem, é claro, deixar de lado as peculiaridades que fizeram de seu cinema cultuado em todo o mundo.&lt;br /&gt;O gênero dominava Hollywood, principalmente entre as décadas de 30 e 70, e que tornou os estúdios poderosos, e ainda criou mitos como o já citado Wayne. Porém, chegada a era das aventuras 3D, o bom faroeste ficou sem espaço. Filmes como &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"No Tempo das Diligências",&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; 1938, já não tem mais a oportunidade de serem apreciados. Seria o fim? Quase. Pois se depender de Joel e Ethan Coen o gênero jamais morrerá.&lt;br /&gt;Com &lt;strong&gt;Bravura Indômita&lt;/strong&gt;, os diretores mostraram que ao os únicos capazes de fazer um bom western, além de inserirem seu estilo, sem deixar a magia nativista da época de John Ford desaparecer. O filme é um modelo diferente de Onde os Fracos não tem Vez, que tratava o estilo com mais modernidade e violência. Porém &lt;strong&gt;Bravura Indômita&lt;/strong&gt; preza mais o bom texto, com personagens simbólicos e a exuberante ambientação. Por falar nisso, a parte técnica é um show à parte, principalmente fotografia, favorita a faturar o prêmio da Academia.&lt;br /&gt;Essa versão é melhor do que a original, e com todo respeito a John Wayne e Kim Derby, os atores desta adaptação estão bem melhor também. Jeff Bridges e Haille Steinfield enchem a tela com atuações memoráveis. Então viva o irmãos Coen, que com uma incrível bravura mantém esse gênero vivo, fazendo milhões de fãs de western se satisfaçam e tenham cada vez mais orgulho do cinema que deu a vida para Hollywood, e foi esquecido por quase todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1746259587745767039?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1746259587745767039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/western-hoje-so-com-os-coen.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1746259587745767039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1746259587745767039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/western-hoje-so-com-os-coen.html' title='Western hoje, só com os Coen'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1648616717850067259</id><published>2011-02-18T02:21:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T02:24:11.854-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Melhor Atriz Coadjuvante&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amy Adams &lt;strong&gt;(O Vencedor)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Helena Bonham Carter &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/o-discurso-do-rei/id/17225"&gt;&lt;strong&gt;O Discurso do Rei&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Melissa Leo &lt;strong&gt;(O Vencedor)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Hailee Steinfeld &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/bravura-indomita-2010/id/17228"&gt;&lt;strong&gt;Bravura Indômita&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Jacki Weaver &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/reino-animal/id/17233"&gt;&lt;strong&gt;Reino Animal&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecidas:&lt;/strong&gt; Mila Kunis e Barbara Harshey &lt;em&gt;(Cisne Negro)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acertos do blog&lt;/strong&gt;: 4 acertos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Favorita:&lt;/strong&gt; Melissa Leo &lt;em&gt;(O Vencedor)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apostas do blog:&lt;/strong&gt; Melissa Leo &lt;strong&gt;(Paulo Silva)&lt;/strong&gt; / Helena Bonham Carter &lt;strong&gt;(Flávia Silva)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt; Melissa Leo está com tudo e não era para menos. Em meio a excelentes atuações, ajuda Christian Bale a sufocar Mark Whalberg. E olha que ainda teve de superar Amy Adams. A jovem que já coleciona a sua terceira indicação em cinco anos será a grande estrela do futuro. Por enquanto terá de se conformar e ajudar Leo a receber seu primeiro Oscar. Helena Bonham Carter, assim como Geoffrey Rush, dá suporte à Colin Firth em &lt;em&gt;O Discurso do Rei&lt;/em&gt;, mas está no lugar certo, no ano errado. Hailee Steinfeld é a juvenil da lista, outra marca registrada da Academia, mas não incomodará. Jackie Weaver apareceu do nada! Ninguém viu e ninguém sabe de sua personagem, todavia deve ter trabalhado muito bem para ter deixado Kunis e Harshey de fora da lista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1648616717850067259?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1648616717850067259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/melhor-atriz-coadjuvante-amy-adams-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1648616717850067259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1648616717850067259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/melhor-atriz-coadjuvante-amy-adams-o.html' title=''/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-4937928016433925225</id><published>2011-02-18T02:14:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T02:20:07.073-08:00</updated><title type='text'>Apostas do blog para Oscar 2011</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Melhor Ator Coadjuvante&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Christian Bale&lt;strong&gt; (O Vencedor)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;John Hawkes &lt;strong&gt;(Inverno da Alma)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Jeremy Renner&lt;strong&gt; (&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/atracao-perigosa-2010/id/17034"&gt;&lt;strong&gt;Atração Perigosa&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mark Ruffalo &lt;strong&gt;(Minha Mães e Meu Pai)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Geoffrey Rush &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/o-discurso-do-rei/id/17225"&gt;&lt;strong&gt;O Discurso do Rei&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esquecidos:&lt;/strong&gt; Andrew Garfield &lt;em&gt;(A Rede Social)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Acertos do blog:&lt;/strong&gt; 2 acertos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Favoritos:&lt;/strong&gt; Christian Bale &lt;em&gt;(O Vencedor)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apostas do blog&lt;/strong&gt;: Geoffrey Rush &lt;strong&gt;(Paulo Silva) &lt;/strong&gt;/ Christian Bale &lt;strong&gt;(Flávia Silva)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comentários:&lt;/strong&gt; Os dois certos na disputa eram Rush e Bale. Na ciranda de outros cinco, se salvaram Renner, Ruffalo e Hawkes. A surpresa ficou por conta de Mark Ruffalo, que esteve muito bem em Ilha do medo, e parecia longe de ter uma chance. O jovem Jeremy Renner vem mostrando que não é só mais um, já que Atração Perigosa parece não ser um filme que chame a atenção da Academia. A intensidade dramática de Inverno da Alma carregou Hawkes até a aqui, mas não será páreo. Foi uma injustiça com o jovem Andrew Garfield, que se mostra tão bem quanto Einsenberg. Christian Bale está com as duas mãos na estatueta, entretanto ainda acredito na vitória de Rush, devida à sua intensa contribuição para o sucesso de O Discurso do Rei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-4937928016433925225?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/4937928016433925225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/apostas-do-blog-para-oscar-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/4937928016433925225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/4937928016433925225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/apostas-do-blog-para-oscar-2011.html' title='Apostas do blog para Oscar 2011'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-1335021163078080724</id><published>2011-02-17T03:30:00.000-08:00</published><updated>2011-02-17T03:33:32.461-08:00</updated><title type='text'>Apostas do blog para o Oscar 2011</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor Ator&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Javier Bardem&lt;strong&gt; (&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/biutiful/id/16734"&gt;&lt;strong&gt;Biutiful&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Jeff Bridges &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/bravura-indomita-2010/id/17228"&gt;&lt;strong&gt;Bravura Indômita&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Colin Firth &lt;strong&gt;(O Disurso do Rei)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Jesse Eisenberg &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/a-rede-social/id/16977"&gt;&lt;strong&gt;A Rede Social&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;James Franco &lt;strong&gt;(127 Horas)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esquecidos:&lt;/strong&gt; Robert Duvall &lt;em&gt;&lt;strong&gt;(Get Low)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e Leonardo Di Caprio &lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Ilha do Medo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Acertos do blog:&lt;/strong&gt; 3 acertos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Favoritos:&lt;/strong&gt; Colin Firth &lt;em&gt;(O Discurso do Rei)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apostas do blog:&lt;/strong&gt; Colin Firth &lt;strong&gt;(Paulo Silva) / (Flavia Silva)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Comentários:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; A Academia adora os figurões das antigas e foi muito estranho a não indicação de Robert Duvall. Porém acho que não chega a ser injustiça os cinco escolhidos. Jeff Bridges passou 40 anos sendo esquecido, será que agora ganhará por dois anos seguidos? Parece que Firth está invencível. Bardem, Einsenberg e Franco, apesar de estarem muito bem, podem se contentar em estarem presentes. Já Mark Whalberg, foi sublimemente sufocado por seus coadjuvantes. Ele sim seria uma injustiça entre os cinco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-1335021163078080724?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/1335021163078080724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/apostas-do-blog-para-o-oscar-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1335021163078080724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/1335021163078080724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/apostas-do-blog-para-o-oscar-2011.html' title='Apostas do blog para o Oscar 2011'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-632371331196394714</id><published>2011-02-16T10:21:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T10:25:35.095-08:00</updated><title type='text'>Apostas para o Oscar 2011</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Melhor Diretor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Darren Aronofsky &lt;strong&gt;(Cisne Negro)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;David O. Russell &lt;strong&gt;(O Vencedor)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tom Hooper &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/o-discurso-do-rei/id/17225"&gt;&lt;strong&gt;O Discurso do Rei&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;David Fincher &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/a-rede-social/id/16977"&gt;&lt;strong&gt;A Rede Social&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Joel Coen e Ethan Coen &lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/bravura-indomita-2010/id/17228"&gt;&lt;strong&gt;Bravura Indômita&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esquecido:&lt;/strong&gt; Christopher Nolan&lt;em&gt; (A Origem)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acertos do blog:&lt;/strong&gt; 4 acertos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Favoritos:&lt;/strong&gt; David Fincher&lt;em&gt; (A Rede Social)&lt;/em&gt; e Tom Hooper &lt;em&gt;(O Discurso do Rei)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Apostas do blog:&lt;/strong&gt; David Fincher &lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Paulo Silva) / (Flavia Silva)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentários:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O erro do blog na verdade foi um equívoco da Academia. O absurdo de Nolan não ter sido indicado nos faz pensar o porque de Stanley Kubrick não ganhou nenhuma vez. A vaga dele está sendo ocupada por David O. Russel, que dirigiu um filme bem menor que a atuação de seus atores. Contudo a vitória fica com David Fincher pelo sua direção impecável no moderno &lt;em&gt;A Rede Social.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6771122753928372832-632371331196394714?l=cineposforrest.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cineposforrest.blogspot.com/feeds/632371331196394714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/melhor-diretor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/632371331196394714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6771122753928372832/posts/default/632371331196394714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cineposforrest.blogspot.com/2011/02/melhor-diretor.html' title='Apostas para o Oscar 2011'/><author><name>PAULO SILVA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10108648734739238390</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_3BQORhYA2NA/S6jp7jLXg2I/AAAAAAAAAAM/fdLQR3DkpYI/S220/Forrest-Gump-forrestgump-tom-hanks.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6771122753928372832.post-8370692560145655875</id><published>2011-02-16T10:09:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T10:16:32.760-08:00</updated><title type='text'>DARREN EM BUSCA DA  PERFEIÇÃO</title><content type='html'>Darren Aronofsky acerta a mão e finalmente consegue emplacar um bom filme com a fantasia-terror &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cisne Negro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, além de se firmar como um diretor que faz de seus protagonistas, espetaculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é de hoje que o marido de Rachel Weisz vem tentado se aperfeiçoar em uma trama que conseguisse desfragmentar o ser humano. Sua primeira tentativa foi em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Réquiem para um sonho&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (2000), onde o tema principal foram as drogas. Entretanto isso não seduziu público e crítica. Talvez pelo fato de tema já ter sido garimpado anos antes pelo excelente &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Trainspotting &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(1994) de Danny Boyle. Ficou afastado por oito anos até retornar em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Lutador&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (2008), este sim com um tema original, que tentava desmembrar a personalidade de um lu
